Ao lado do economista Paulo Guedes, Jair Bolsonaro se recupera de facada no hospital (Foto: Divulgação)

Pesquisa do Ibope mostra crescimento expressivo dos candidatos a presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) em Mato Grosso do Sul. O levantamento mostra estagnação de Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), enquanto a intenção de voto em Marina Silva (Rede) despencou no Estado.

De acordo com o Ibope, Bolsonaro saltou de 26% para 35% em um mês. Haddad cresceu ainda mais, 12 pontos percentuais no mesmo período, passando de 3% para 15% e se isolando no segundo lugar.

Haddad assume o segundo lugar isolado na disputa em MS (Foto: Divulgação)

Marina oscilou de 14% para 6%, passando da 2ª para a 5ª colocação. Ciro Gomes passou de 8% para 9%, assumindo o 3º lugar. Alckmin oscilou para baixo, de 9% para 8%.

O Ibope apontou o senador Álvaro Dias (Podemos) com 3% e o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (MDB), com 2%. Cabo Daciolo (Patri) manteve 1%, enquanto os demais candidatos não pontuaram.

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Realizada entre os dias 21 e 23 de setembro deste ano, o levantamento ouviu 812 eleitores em 30 municípios e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi divulgada pela TV Morena.

Nelsinho e Zeca lideram para o Senado; Delcídio empata com Moka em 3º

Pesquisa do Ibope aponta vantagem tranquila do ex-prefeito da Capital, Nelsinho Trad (PTB), e do ex-governador e deputado federal Zeca do PT na disputa do Senado. A principal novidade é a primeira sondagem com o nome do ex-senador Delcídio do Amaral (PTC), que entra no jogo 14% e em empate técnico com o senador Waldemir Moka (MDB), que tenta a reeleição.

Em mês, segundo o instituto, Nelsinho passou de 34% para 33%, enquanto Zeca subiu de 29% para 30%. Moka está com 19%, contra 20% em 24 de agosto.

Companheiro de chapa do emedebista, Delcídio obteve 14%. Ele ainda depende do julgamento dos pedidos de impugnação pelo Tribunal Regional Eleitoral. O ex-petista foi cassado pelo Senado e está com os direitos políticos suspensos até 2026.

O ex-secretário estadual de Obras, Marcelo Miglioli (PSDB), cresceu cinco pontos, mas não saiu de um dígito, já que passou de 3% para 8%. O tucano continua patinando apesar do apoio ostensivo de Reinaldo e da megaestrutura de campanha, a maior entre os 13 candidatos a senador.

A menos de duas semanas das eleições, os neófitos não decolaram na pesquisa do Ibope. O procurador de Justiça Sérgio Harfouche (PSL) passou de 8% para 7%, enquanto a advogada Soraya Thronicke (PSL), a candidata de Bolsonaro, oscilou de 6% para 4%.

Os candidatos do juiz Odilon de Oliveira (PDT) também patinam, com Beto Figueiró (Podemos), de 3% para 4%, e o vereador Gilmar da Cruz (PRB), com 3%. O independente Thiago Freitas (PPL) foi de 3% para 4%, apesar de ter a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral.

Outra diferença gritante entre os levantamentos é o candidato Dorival Betini (PMB), que passou de 2% para 1% no Ibope. No Instituto Ranking, ele aparece com 10%. Anísio Guató (PSOL) manteve com 1%.

O número de indeciso ainda é alto na disputa dos cargos de senador, considerando-se que o eleitor deverá escolher dois candidatos.

REGISTRADA NO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MATO GROSSO DO SUL SOB O PROTOCOLO Nº MS-03695/2018 E NO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL SOB O PROTOCOLO Nº BR-03166/2018