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Empresas vão ao TJ para anular plano de recuperação judicial que evitou falência da São Bento

Grupo fundado nos anos 40 chegou a ter 91 lojas e agora tenta continuar com apenas uma farmácia na Capital (Foto: Arquivo)

A novela envolvendo a rede de drogarias São Bento não terminou com a homologação do plano de recuperação judicial pelo juiz José Henrique Neiva de Carvalho e Silva, da Vara de Recuperações, Falências e Insolvências de Campo Grande em outubro do ano passado. Empresas recorreram ao Tribunal de Justiça para pedir a anulação do PRJ por considera-lo ilegal e inexequível.

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Bigolin deve R$ 68,7 milhões apenas para a União, três vezes valor arrecadado com leilão

Tempos de glória ficaram no passado e leilão não será suficiente para quitar dívidas do grupo Bigolin (Foto: Arquivo)

A massa falida da Bigolin, composta por quatro empresas, acumula dívida de R$ 68,718 milhões apenas com a União em tributos, débitos previdenciários e dívidas trabalhistas. O valor é três vezes superior ao montante arrecadado com o leilão de 247 mil itens, realizado entre os dias 8 de março deste ano e 12 deste mês, conforme a informação repassada pela leiloeira nesta semana à Justiça.

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Juiz suspende leilão de prédio da Bigolin após erro de R$ 660 mil e de mil m² em avaliação

Prédio estava avaliado em R$ 13,8 milhões, abaixo do valor de mercado de R$ 14,470 milhões (Foto: Reprodução)

Dois erros na avaliação, de mil metros quadrados no tamanho e de R$ 660 mil no valor, levaram a suspensão da venda do prédio onde funcionava a loja Bigolin, na Vila Glória, em Campo Grande. O edifício era o bem de maior valor entre os 250 mil itens postos à venda no megaleilão da empresa, que teve a falência decretada pela Justiça.

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Megaleilão da Bigolin põe 250 mil itens a venda, de chuveiro ao prédio, a partir desta terça

Venda de aproximadamente 250 mil itens da massa falida do grupo Bigolin começa nesta terça (Foto: Arquivo)

O megaleilão da massa falida do grupo Bigolin, formado por cinco empresas, começa nesta terça-feira (8) com a venda de aproximadamente 250 mil itens, que vão desde um parafuso até o prédio símbolo da empresa, avaliado em R$ 13,8 milhões. Conforme edital publicado pela Vara de Falências, Recuperações e Insolvências de Campo Grande, serão três leilões e o primeiro acontece de hoje, a partir das 14h (horário de MS), e vai até o dia 29 deste mês. (veja aqui)

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Sócios apresentam último recurso ao TJ para suspender leilão e reabrir lojas da Bigolin

Loja começou a ser desmontada na Rua 13 de Maio com a catalogação dos produtos para o leilão (Foto: O Jacaré)

Os empresários Roberto e Ionara Bigolin ingressaram com o último recurso para tentar anular o leilão de produtos e imóveis e reabrir as lojas da Bigolin em Campo Grande. Sob a alegação de que a recuperação judicial tinha aval da assembleia-geral dos credores, os advogados Rodrigo Pimentel e Lucas Gomes Mochi ingressaram com recurso especial na corrida contra o tempo para suspender a falência da rede de lojas de materiais de construção.

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Juiz define empresa que levará produtos e imóveis da massa falida da Bigolin a leilão

Leiloeira receberá 5% sobre o que for vendido da massa falida da Bigolin (Foto: Arquivo)

O juiz José Henrique Neiva de Carvalho e Silva, da Vara de Falências, Recuperações e Insolvências de Campo Grande, definiu a empresa que ficará responsável pelo leilão dos produtos e imóveis da massa falida da Bigolin, uma das mais tradicionais lojas de materiais de construção de Mato Grosso do Sul. Ele também aprovou a celebração de acordos com 344 trabalhadores, que possuem direito a R$ 25,8 milhões.

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Bigolin tem R$ 25,8 mi em dívidas trabalhistas e acordo pode beneficiar 344 trabalhadores

Símbolo de uma era: Bigolin deve R$ 25,8 milhões em 344 ações trabalhistas (Foto: O Jacaré)

A massa falida do grupo Bigolin acumula dívida de R$ 25,820 milhões em ações trabalhistas, conforme relatório encaminhado pelo administrador judicial à Justiça no dia 6 de dezembro do ano passado. Enquanto prepara o leilão para pagar os credores, o advogado José Eduardo Chemin Cury, da Pradebon & Cury Advogados Associados, pediu autorização judicial para realizar acordos e pagar o passivo com 344 trabalhadores distribuídos em Mato Grosso do Sul e São Paulo.

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Com aval de juiz, São Bento começa a dar imóveis para quitar dívida de R$ 77,7 milhões

Com apenas uma farmácia na Capital, São Bento tenta um novo recomeço após chegar a contar com 91 lojas no Estado (Foto: Gerson Walber/Divulgação)

Em sentença publicada na quarta-feira (27), o juiz José Henrique Neiva de Carvalho e Silva, da Vara de Falências, Recuperações e Insolvências, homologou o plano de recuperação da São Bento. Com a decisão, o Grupo Buainain começa a dar os imóveis em pagamento para quitar a dívida de R$ 77,771 milhões com 1.359 credores e se reinventar para reconstruir a rede de farmácias com apenas uma unidade em Campo Grande.

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Bigolin sofre nova derrota e leilão de prédios, terrenos e produtos deverá ocorrer em 180 dias

Com manutenção da falência, prédio da Bigolin deve ir a leilão em até seis meses. Imóvel está avaliado em R$ 10 milhões (Foto: O Jacaré)

As lojas da Bigolin vão permanecer fechadas em Mato Grosso do Sul com a manutenção da falência pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Nesta terça-feira (26), o grupo sofreu nova derrota ao ter agravo interno negado pela 2ª Câmara Cível. O administrador judicial concluiu o levantamento do patrimônio da massa falida, que deverá ir a leilão em, no máximo, seis meses.

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Fim da Bigolin tem calote, dívida de R$ 116 milhões, só R$ 742 em bancos e risco de prisão de sócios

Fundada há 35 anos, Bigolin tem a falência decretada pela 2ª vez e sócios podem ser presos por fraude (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Pela 2ª vez a Justiça decretou a falência e determinou o encerramento das atividades do Grupo Bigolin, fundado há mais de 35 anos e um dos ícones da construção civil em Mato Grosso do Sul. Diante de dívida superior a R$ 116,3 milhões, a empresa tinha apenas R$ 1,5 mil em caixa e R$ 742 em contas bancárias. Além de não dispor de patrimônio para garantir o pagamento dos débitos milionários, os sócios ainda correm risco de ter a prisão preventiva decretada por fraude.

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