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TJ aposenta desembargadora condenada pelo CNJ por ajudar filho preso com drogas

Desembargadora tinha tudo para fazer história, mas deixa a corte após ser condenada pelo CNJ por usar estrutura da Polícia Civil e a influência como magistrada para tirar o filho de presídio (Foto: Arquivo)

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aposentou compulsoriamente a desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges. Ela foi condenada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por usar a influência e a estrutura da Polícia Civil para ajudar o filho, Breno Fernando Solon Borges, preso com 129 quilos de maconha e munições, a sair da prisão em julho de 2017. Afastada do cargo desde outubro de 2018, a magistrada recebeu quase meio milhão em salários de janeiro a setembro deste ano.

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Com respaldo do TJ, prefeitura constrói última estação no corredor de ônibus da Brilhante

Obra foi reiniciada mais de um ano e meio depois de ser desfeita (Foto: O Jacaré)

Com aval do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, a Prefeitura de Campo Grande iniciou, nesta semana, a construção da última estação de embarque e desembarque de passageiros do corredor do transporte coletivo da Rua Brilhante. A obra ficou suspensa por mais de ano após o posto de combustível ingressar com pedido de tutela de urgência para suspender a construção do ponto de ônibus.

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Gaeco não encontra provas de que ex-presidente do TJ tentou ajudar grupo de extermínio

Promotores não encontraram provas de que desembargador ofereceu até R$ 3 milhões pelo silêncio de policial para proteger Jamil Name e Jami Name Filho (Foto: Arquivo)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) não encontrou provas de que o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Joenildo de Souza Chaves, tentou ajudar o suposto grupo de extermínio chefiado por Jamil Name e Jamil Name Filho. A pedido dos promotores, o juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal, determinou o arquivamento da investigação contra o magistrado.

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Mudança na Lei de Improbidade pode livrar Nelsinho de ação de R$ 101 mi por propina do lixo

Nelsinho foi o único de MS a favor a favor de mudança de lei no Senado. De quebra, ele pode se livrar de ação que denunciou o pagamento de R$ 50 milhões em propina em 2012 (Foto: Arquivo)

A mudança na Lei de Improbidade Administrativa pode livrar o senador Nelsinho Trad (PSD) de ser condenado pela 2ª vez por corrupção e pagamento de propina na licitação bilionária da coleta do lixo, vencida pela Solurb em 2012. De acordo com o site Poder 360 (veja aqui), com as novas regras, o ex-prefeito de Campo Grande pode arquivar a denúncia que cobra R$ 101,5 milhões pelos desvios dos cofres municipais.

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Juiz mantém contrato do governo com empresa após suspeita de ‘cartas marcadas’ em licitação

*Por Richelieu Pereira

O secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, assinou a dispensa de licitação para contratar a H2L Equipamentos e Sistemas LTDA. (Foto: Divulgação/Sejusp).

O juiz Ariovaldo Nantes Corrêa, da 1ª Vara de Direitos, Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da Capital, negou liminar para suspender a contratação emergencial, ou seja, sem licitação, da H2L Equipamentos e Sistemas LTDA pelo Governo do Estado. O acordo foi fechado após o Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul apontar que houve direcionamento a favor da empresa em concorrência que acabou sendo suspensa. Segundo o MPE, as cláusulas e condições do certame foram feitas sob medida para beneficiar o grupo.

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CNJ abre sindicância por venda de sentença por R$ 100 mil contra juiz salvo pelo Tribunal

Escândalo envolvendo Aldo Ferreira não para de crescer e já entrou para a história como um dos maiores no TJMS (Foto: Arquivo)

Por unanimidade, o Conselho Nacional de Justiça aprovou a abertura de PAD (Procedimento Administrativo Disciplinar) por venda de sentença por R$ 100 mil contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. A sindicância deveria ser aberta pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, mas a falta de quórum e o apoio de 12 desembargadores, a corte havia livrado o magistrado da investigação.

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Empresa desiste de briga na Justiça e põe fim às desculpas para Governo atrasar Aquário

Polêmico e caríssimo projeto, que deve superar R$ 300 milhões, não tem mais obstáculos para não ser concluído (Foto:  Edemir Rodrigues/Arquivo)

A Tecal Engenharia, do Rio de Janeiro, desistiu do recurso na Justiça para brigar pelo contrato de R$ 4,665 milhões para obras de automação e põe fim a qualquer obstáculo para a conclusão do polêmico Aquário do Pantanal. Lançado em junho de 2011 pelo ex-governador André Puccinelli (MDB), a obra planejada para ser emblemática na Capital se transformou em símbolo de corrupção e ralo de desperdício do dinheiro público.

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Réu por apoiar grupos de extermínio, investigador é promovido à classe especial

Operação Omertà prendeu policial, que foi promovido à classe especial nesta sexta, em junho do ano passado (Foto: Arquivo)

Por determinação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado foi obrigado a promover o investigador Célio Rodrigues Monteiro, o “Manga Rosa”, de 1ª para classe especial da Polícia Civil. Ele foi preso na Operação Omertà, deflagrada pelo Garras e Gaeco, e virou réu por ajudar os supostos grupos de extermínio comandados pelos empresários Jamil Name (morto), Jamil Name Filho, Fahd Jamil e Flávio Georges Corrêa, o Flavinho.

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Justiça manda TCE informar lista de comissionados para MPE analisar nepotismo cruzado

TCE deverá informar à Justiça a relação de todos os ocupantes de cargos comissionados (Foto: Arquivo)

A Justiça determinou que o Tribunal de Contas do Estado forneça a lista completa dos servidores comissionados para o Ministério Público Estadual confirmar denúncia da existência de nepotismo. O despacho ocorreu em ação popular que denunciou a contratação de 13 parentes, entre ex-mulheres de conselheiros, esposas de desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e filhos de secretários estaduais.

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Acusado de roubar propina de Polaco, pedreiro vira réu por posse de arma de fogo roubada

Vareiro chegou a ter depoimento feito a polícia divulgado pelo Fantástico, da TV Globo (Foto: Reprodução/Arquivo)

Acusado de comandar o grupo para roubar a propina de R$ 300 mil do corretor de gado, José Ricardo Guitti Guímaro, o Polaco, o mestre de obras Luiz Carlos Vareiro, o Véio, 64 anos, virou réu por posse ilegal de arma de fogo roubada. O juiz Olivar Augusto Roberti Coneglian, da 2ª Vara Criminal de Campo Grande, aceitou a denúncia do Ministério Público Estadual e marcou a audiência de instrução e julgamento para o dia 8 de março de 2022.

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