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Oficial da PM vira réu por improbidade e sofre bloqueio de R$ 200 mil por propina

O tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa, da Polícia Militar, virou réu por improbidade administrativa e teve R$ 200 mil bloqueados pela suposta propina paga no período em que foi assessor militar da presidência do Tribunal de Contas do Estado. Por este crime, ele já foi condenado por corrupção passiva a quatro anos e quatro meses pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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Por 4 a 1, STF nega pedido para livrar oficial de condenação por propina de R$ 200 mil

Alexandre de Moraes negou pedido de Cristaldo e manteve decisão contra bloqueio de ação por propina de R$ 200 mil (Foto: Arquivo)

Pelo placar de 4 a 1, a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal negou recurso contra a prisão preventiva e a denúncia do suposto pagamento de vantagem indevida de R$ 200 mil ao tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa. Ele foi condenado a quatro anos, quatro meses e oito dias  por corrupção passiva pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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MPE pede bloqueio de R$ 1,3 mi de oficiais da PM condenados por apoiar Máfia do Cigarro

O Ministério Público Estadual pediu, em ação por improbidade administrativa, o bloqueio de R$ 1,342 milhão de dois oficiais da Polícia Militar condenados por dar apoio à Máfia do Cigarro. Na denúncia, o promotor Humberto Lapa Ferri pede a condenação a perda do valor acrescido ao patrimônio, multa civil de três vezes, exclusão da PM e suspensão dos direitos políticos por até 10 anos.

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Três dias após Supremo mandar prender, STJ manda soltar oficial condenado a 20 anos de prisão

Cristaldo foi solto pelo STJ três dias depois de Supremo mandar prendê-lo (Foto: Arquivo)

Durou apenas três dias a terceira prisão do tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa, condenado a 20 anos, quatro meses e oito dias de prisão por dar apoio à Máfia do Cigarro. Preso na Operação Oiketicus, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial na Repressão ao Crime Organizado) em 16 de maio de 2018, o oficial foi beneficiado por habeas corpus concedido pela ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça.

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Fux diverge de Marco Aurélio e vota para oficial condenado a 20 anos voltar à prisão

Luiz Fux, que substituirá Toffoli na presidência do STF, nega habeas corpus a oficial da PM condenado por apoiar Máfia do Cigarro (Foto: Nelson Jr/STF)

Futuro presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Luiz Fux divergiu do relator, ministro Marco Aurélio, e votou pela volta do tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa à prisão. O julgamento virtual, iniciado na sexta-feira passada (4), está empatado em 1 a 1, mas a tendência é a 1ª Turma da corte revogar o habeas corpus ao oficial da Polícia Militar, condenado a 20 anos, quatro meses e oito dias de prisão por apoiar a Máfia do Cigarro.

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TJ condena oficial da PM por propina de R$ 200 mil e tenente-coronel acumula pena de 20 anos

Cristaldo teve absolvição anulada pelo Tribunal de Justiça: corte o condenou a quatro anos e quatro meses por corrupção passiva (Foto: Arquivo)

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul condenou o tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa a quatro anos, quatro meses e 8 dias por corrupção passiva por ter recebido propina de R$ 200 mil entre janeiro de 2015 e abril de 2016. Ele chegou a ser absolvido desta denúncia por falta de provas pelo juiz Alexandre Antunes da Silva, da Auditoria Militar, em junho do ano passado.

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TJ eleva pena a 13 anos e oficial da PM pede aposentadoria como estratégia para deixar prisão

Tenente-coronel Admilson não conseguiu ficar 60 dias solto e volta a lutar para deixar a prisão (Foto: Arquivo)

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul elevou a pena do tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa, condenado por dar apoio logístico à Máfia do Cigarro. Preso pela 2ª vez desde 22 de novembro do ano passado, o oficial da PM pediu aposentadoria como parte da estratégia para obter novo habeas corpus para deixar o Presídio Militar.

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Mesada do irmão e falta de provas livram oficial da PM da denúncia de R$ 200 mil em propinas

Admilson foi absolvido da 3ª ação penal: com salário de R$ 24,7 mil, ele disse que recebia ajuda de R$ 4 mil a R$ 5 mil do irmão que reside tem Rondônia (Foto: Arquivo)

O Conselho Especial de Justiça absolveu, por unanimidade, o tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa, 45 anos, da denúncia de que  teria recebido R$ 200 mil em propinas entre janeiro de 2015 e abril de 2016. Esta foi a terceira ação pena protocolada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) em decorrência da Operação Oiketicus, que combate o envolvimento de policiais militares com a Máfia do Cigarro.

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Tenente-coronel vira réu por acumular R$ 200 mil em propinas quando era lotado no TCE

Condenado a 10 anos em duas ações, tenente-coronel é denunciado pela 3ª vez (Foto: Arquivo)

Condenado a 10 anos de prisão em duas ações da Operação Oiketicus, o tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa, 44 anos, virou réu por acumular cerca de R$ 200 mil em propinas quando era lotado no TCE (Tribunal de Contas do Estado). A denúncia assinada por cinco promotores foi aceita no dia 19 de dezembro passado pelo juiz Alexandre Antunes da Silva, da Auditoria Militar. Ler mais

CNJ abre nova ação por corrupção e complica retorno de Tânia Borges ao Tribunal de Justiça

Corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, reiterou “reiterou a necessidade do afastamento da desembargadora, por colocar “em sério risco a integral apuração dos fatos, bem como a dignidade, a legitimidade e a credibilidade do Poder Judiciário” (Foto: Luiz Silveira/CNJ)

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) abriu novo Processo Administrativo Disciplinar por corrupção e suposta venda de sentença e complicou o retorno de Tânia Garcia de Freitas Borges à função de desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Afastada do cargo desde 8 de outubro deste ano, mesmo com salário de R$ 45 mil por mês, ela tinha esperanças de reassumir a função de magistrada na próxima terça-feira. Ler mais

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