Além da superlotação, usuário ainda pode pagar caro pelo transporte coletivo (Foto: Arquivo/Richelieu de Carlo Pereira)

O Consórcio Guaicurus insiste na Justiça para que obrigue a Agereg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Delegados) a promover recálculo imediato na tarifa do transporte coletivo de Campo Grande. As empresas de ônibus querem a inclusão do ISS (Imposto Sobre Serviços), que voltou a ser cobrado no ano passado, e lutam para elevar o valor atual de R$ 4,20 para R$ 5,23.

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