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Justiça cassa direitos políticos e frustra 2ª tentativa de Bernal chegar a Câmara dos Deputados

Bernal está inelegível até fevereiro de 2027 após sentença que o condenou por improbidade ter transitado em julgado (Foto: Arquivo)

Sentença condenando Alcides Bernal (Progressistas) pelas fraudes nos convênios com a OMEP e Seleta transitou em julgado no dia 4 deste mês e vai tirá-lo das eleições deste ano. O ex-prefeito está com os direitos políticos suspensos até fevereiro de 2027, deverá pagar multa de R$ 1 milhão e ainda terá o nome inscrito no cadastro nacional dos condenados por improbidade administrativa.

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Ministro do STJ recua e admite analisar pedido para bloquear bens de Bernal por fraudes

Ex-prefeito da Capital pode voltar a ter R$ 16 milhões bloqueados pela Justiça (Foto: Arquivo)

O ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça, recuou em decisão tomada há dois anos e acatou pedido do Ministério Público Estadual para analisar recurso que pode levar ao bloqueio de contas e bens de Alcides Bernal (Progressistas) por fraudes nos convênios da prefeitura com a Omep e Seleta. O ex-prefeito foi condenado a pagar multa de R$ 1 milhão, ressarcir os cofres públicos e ficar inelegível por cinco anos em julho do ano passado.

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STJ julga na terça bloqueio de R$ 16 mi de senador e ex-prefeitos por fraude em convênios

Bernal e Nelsinho enfrentam gangorra em decisões judiciais sobre denúncia de fraudes nos convênios: Justiça bloqueia, libera, bloqueia e libera bens (Foto: Arquivo)

A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça julga, na terça-feira (6), pedido do Ministério Público Estadual para bloquear R$ 16,089 milhões do senador Nelsinho Trad (PSD) e dos ex-prefeitos da Capital, Alcides Bernal (PP) e Gilmar Olarte (sem partido). O objetivo é garantir o ressarcimento dos cofres públicos pelos prejuízos causados pelas contratações fictícias e pagamentos em duplicidade nos convênios com a Omep e Seleta.

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Juiz condena Seleta e ex-presidente a pagar R$ 40 milhões por fraude em convênios

A Justiça condenou a Seleta e o ex-presidente Gilbraz Marques da Silva por improbidade administrativa e a pagar R$ 40,1 milhões à Prefeitura Municipal de Campo Grande. É a primeira sentença em decorrência da fraudes nos convênios, que incluíam pagamento de salários a funcionários fantasmas, em duplicidade e desvios de recursos públicos. Ler mais

Candidatos, Nelsinho e Bernal viram réus por supostas fraudes em convênios

Nelsinho vira réu em mais uma ação por improbidade administrativa, agora pelos prejuízos milionários causados pela Omep (Foto: O Jacaré)

Os últimos três ex-prefeitos de Campo Grande se tornaram réus em mais uma ação por improbidade administrativa e podem ser condenados pelas supostas fraudes nos convênios com a Omep e Seleta. O prejuízo aos cofres públicos teria sido de R$ 16,089 milhões entre 2012 e 2016. Ler mais

Diretora repassou R$ 800 mil à família e retirou R$ 32 mi da OMEP sem identificar destino

Depois dos escândalos envolvendo a contratação de familiares e as viagens internacionais, Maria Aparecida é acusada de repassar R$ 800 mil aos filhos, marido, neto e genro (Foto: Arquivo)

A OMEP (Organização Mundial para Educação Pré-Escolar) não era apenas cabide de emprego dos familiares da então presidente, Maria Aparecida Salmaze, 65 anos. O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) conseguiu identificar o repasse de R$ 800 mil ao marido, filhos, neto e genro. Além disso, a investigação não conseguiu identificar o destino de R$ 32,2 milhões. Ler mais

Para não comprometer subsistência de ex-vereadora e nora, Justiça desbloqueia bens

Magali fez a prefeitura contratar a nora e ex-nora por meio de convênio, mas elas não trabalham no seu gabinete, segundo denúncia do MPE (Foto: Arquivo)

A ex-vereadora Magali Picarelli (PMDB), a sua nora, Kamila de Souza Matos, e a ex-nora Aline Palma Padilha, conseguiram suspender a indisponibilidade de R$ 171,5 mil em decorrência de ação por improbidade em decorrência do escândalo envolvendo a OMEP (Organização Mundial da Educação Pré-Escolar) a Seleta. Os desembargadores se convenceram de que a manutenção do bloqueio ameaça a subsistência do trio. Ler mais

Ex-presidente da OMEP deu jeitinho para burlar MPE e criou ONG para repassar R$ 998 mil ao genro

Maria Aparecida e o genro, Rodrigo Puerta, ao lado do presidente da Assembleia, Junior Mochi, durante audiência sobre a primeira infância (Foto: Divulgação)

A maior ofensiva contra a corrupção no Brasil não faz nem cócegas aos envolvidos nos supostos esquemas. O caso envolvendo a professora Maria Aparecida Salmaze, ex-presidente da OMEP (Organização Mundial para Educação Pré-Escolar) é, no mínimo, assombroso. Alvo de operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e de investigações do Ministério Público Estadual, ela deu um “jeitinho” de manter o custeio, digamos assim, da família. Ler mais

Juiz bloqueia R$ 16 milhões de Nelsinho, Bernal e Olarte por fraudes em convênios

Olarte e Nelsinho tiveram os bens bloqueados em ação contra fraude em convênios com a Omep (Foto: Arquivo)

O ano não começou bem para três ex-prefeitos de Campo Grande. O juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, decretou, por meio de liminar, o bloqueio de R$ 16,089 milhões dos ex-prefeitos Nelsinho Trad (PTB), Alcides Bernal (PP) e Gilmar Olarte (sem partido) por supostas fraudes nos convênios com a Omep e Seleta. Ler mais

MPE, juiz e Marquinhos vão punir só terceirizados pela “farra” na Omep e Seleta

Só quem teve a sorte de ser classificado em processo seletivo vai ter uma segunda chance. O restante ainda nem sabe quando vai receber a rescisão do contrato

Desde 2011, o MPE (Ministério Público Estadual) lutou para por fim à farra na contratação de terceirizados para atuar nas creches do município. Só neste ano, após idas e vindas na Justiça, o poder público vai acabar com os contratos milionários celebrados com a Omep (Organização Mundial Pré-Escolar) e Seleta Sociedade Caritativa, supostamente sem fins lucrativos e caridosas, mas que cometeram inúmeras atrocidades com o dinheiro público.

No entanto, como todo desfecho que se preza no Brasil, a corda arrebentou do lado mais fraco. Até o momento, os únicos punidos nesta história são os terceirizados: os únicos a trabalhar de fato e que ganhavam os mais baixos salários. Ler mais

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