Senadores Simone e Nelsinho estão na lista de cobrança do Ministério Público. (Foto: Marcos Oliveira-Agência Senado)

Recheada de “notáveis”, a 7ª legislatura da Assembleia Legislativa custou mais caro do que deveria aos sul-mato-grossenses. A suspeita de improbidade administrativa foi levada à Justiça em 2016, e, agora, na reta final do processo, o MPE (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) insiste que 28 ex-deputados paguem indenização de R$ 10,6 milhões  pelo recebimento de salário acima do permitido por lei.

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