Tag: REFLEXÃO

Filósofo fala sobre a mentira e o discurso do ódio para disseminar a ideologia fascista

No artigo “Ideologia fascista e mentira: a receita do ódio”, o jornalista e filósofo Mário Pinheiro pontua de forma crítica, de forma ácida e sem trocadilhos, os políticos brasileiros que defendem Deus no discurso e não imitam Cristo na prática. Também mostra a demagogia dos políticos, como o húngaro de direita casado com uma juíza contra gays, que foi flagrado em orgia com 20 homens.

Ler mais

A Justiça brasileira é realmente aquilo que reflete Themis?, questiona filosofo em artigo

No artigo “Elogia da Justiça”, o jornalista e filosofo Mário Pinheira recorre aos grandes pensadores para criticar as falhas na Justiça e a avareza de alguns integrantes do Poder Judiciário brasileiro. “Na justiça depositamos a esperança por um mundo melhor, mas também nos questionamos quando ela derrapa ao defender interesses próprios ou quando ela desce o chicote em pobres e fecha os olhos em sua arrogância”, pontua.

Ler mais

O poder e a importância da imprensa na repressão e no combate ao fascismo e à ditatura

No artigo “Papel e poder da imprensa escrita”, o filosofo e jornalista Mário Pinheiro mostra a importância e o poder da imprensa ao longo da história para reprimir, mas também para reagir ao fascismo, ao nazismo e à ditadura no mundo. “Perante a realidade e a fatos injustos contra o cidadão comum, a questão é saber se a imprensa realiza seu papel corajosamente com a verdade ou ela se ajoelha àquele que manda e paga”, questiona.

Ler mais

Filosofo alerta para o poder do Estado, que tem duas faces, mas nem sempre faz a melhor escolha

No artigo “As duas faces do Estado”, o jornalista e filosofo Mário Pinheiro analisa o papel do governante que encarna o poder. “Definir o Estado é algo difícil e quase impossível para os autores do dicionário crítico de Sociologia. O Estado se associa ao arbitrário, alia-se ao absurdo da força contra o direito dos trabalhadores numa eventual greve, impõe-se e realiza benfeitorias a pessoas externas com existência ou não de licitações”, inicia.

Ler mais

Em artigo, filosofo fala sobre os ratos que ocupam a política e impõem sacrifício ao povo

No artigo “Cultura da ratacine”, o jornalista e filósofo Mário Pinheiro analisa os “ratos” na política brasileira, que acabam se aproveitando do discurso e dos meios ao alcance para chegar ao poder, mas diante de sacrifício e sofrimento ao povo brasileiro. Em tom bastante áspero, ele defende a educação e a cultura para detectar mentiras em grupos de aplicativos como estratégia para acabar com a manipulação.

Ler mais

Filosofo analisa o papel de parte da polícia brasileira que mata antes da Justiça definir a pena

No artigo “Polícia: novo tribunal do crime”, o jornalista e filosofo Mário Pinheiro relembra as maiores chacinas no Brasil, como Eldorado dos Carajás e Carandiru, até Jacarezinho, para analisar o papel da polícia. Na sua avaliação, em alguns casos, a corporação está mais para proteger o governo do que a população.

Ler mais

Filosofo fala da perversão do voto para manter sofrimento do justo e a mordomia do político

No artigo “Os justos e a perversão do voto”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro destaca a importância do voto e faz paralelo com a Grécia, o berço da democracia moderna. Com maestria, ele descreve como ocorre a perpetuação do luxo da classe política, mesmo diante da miséria do povo.

Ler mais

Filosofo critica agronegócio do vale tudo, que destrói o meio ambiente e populações indígenas

No artigo “A morte no campo, capitalismo às avessas”, o jornalista e filosofo Mário Pinheiro critica o agronegócio responsável pelas queimadas na Amazônia e no Pantanal e pela destruição das comunidades indígenas. “Hoje, por questão de semântica, veio a palavra agrobusiness (agronegócio) no lugar de latinfundiário que assassina mais do que produz, e a sociedade aceita como se fosse a alavanca do progresso”, pontua.

Ler mais

Filósofo traça parelelo entre a tragédia de Edipo e a crise de Governo e da justiça no Brasil

No artigo “A peste o e impeachment”, o jornalista e filósofo Mário Pinheiro, de Paris, na França, tenta decifrar o atual momento da política ao fazer paralelo com a tragédia grega de Édipo, que matou o pai e casou-se com a mãe. “Na trágica passagem de Édipo que descobriu a grande besteira que havia feito com seu pai, depois com a mãe, ele oferece o impeachment a si mesmo, considerando-se maldito, amaldiçoado. Nem foi preciso passar pela razão alheia para expulsá-lo do clã familiar. O fato é citado por Aristóteles na Poética”, pontua.

Ler mais

© 2021 O Jacaré

Site desenvolvido por Fernando DiasUp ↑