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Juiz condena professoras e técnico a devolverem R$ 765 mil por acumulo ilegal de salários

Juiz manda três assessores devolverem os salários pagos pela Assembleia porque eles foram cedidos com ônus para a origem (Foto: Arquivo)

Em sentença publicada nesta terça-feira (14), a Justiça condenou duas professores e um técnico da Secretaria Estadual de Saúde por improbidade administrativa por acúmulo ilegal de salários. Por terem recebido do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa, eles deverão devolver R$ 765,2 mil corrigidos. Entre os condenados está Kátia Regina Nunes Ribeiro Motti, que foi chefe de gabinete do então presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi (MDB).

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Ex-diretor do TJ vira réu por “escolher juiz” para julgar ação criminal da Coffee Break

Manipulação permitiu que ação penal fosse distribuída para juiz da 5ª Vara Criminal (Foto: Arquivo)

O ex-diretor do Departamento de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Edvaldo de Lira Simões, virou réu por improbidade administrativa por manipular o sorteio de processos e escolher a dedo o juiz para julgar a ação criminal da Operação Coffee Break. Ele pressionou servidores e aproveitou “falhas no sistema” para direcionar o processo, que tem como réus o ex-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (sem partido), o ex-governador André Puccinelli (MDB) e o senador Nelsinho Trad (PSD), entre outros.

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Contratado para roubar propina de Polaco diz que teme pela vida e se esconde em fazenda

Luiz Carlos Vareiro, em depoimento reproduzido pela TV Globo, diz que se escondeu por temer pela própria vida (Foto: Arquivo)

O aposentado Luiz Carlos Vareiro, o Véio, réu pelo roubo da propina de R$ 300 mil do corretor de gado José Ricardo Guitti Guímaro, o Polaco, informou à Justiça que “teme pela sua vida” e se escondeu em uma fazenda. Em depoimento ao Ministério Público Estadual, ele disse que foi contratado pelo advogado Rodrigo Souza e Silva, filho de Reinaldo Azambuja (PSDB), para matar o corretor e evitar delação premiada em 2017.

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MPE insiste na condenação de ex-governador e ex-secretária pela adesivagem de 300 ônibus

Ex-secretária e André podem ser condenados a devolver o valor gasto na adesivagem ilegal em 300 ônibus escolares (Foto: Arquivo)

O Ministério Público Estadual manifestou-se pela condenação do ex-governador André Puccinelli (MDB) e da ex-secretária estadual de Educação, Maria Nilene Badeca da Costa, pela propaganda irregular em 300 ônibus escolares em 2012. Eles podem ser condenados por improbidade administrativa a ressarcir aos R$ 109,6 mil, corrigidos, gasto pelo Governo do Estado na época para o emedebista pegar carona no programa federal Caminhos da Escola.

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Juiz aceita denúncia que pode levar à cassação do contrato do Consórcio Guaicurus

Passageiros se queixam da qualidade do serviço prestado por consórcio (Foto: Arquivo)

O juiz Ariovaldo Nantes Corrêa, da 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, aceitou a denúncia contra o Consórcio Guaicurus, acusado de ser beneficiado de direcionamento e limitação na competitividade na licitação realizada em 2012. A decisão mantém a ação que pode levar à anulação do contrato bilionário das empresas da família Constantino com o transporte coletivo de Campo Grande.

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MPE vai à Justiça para anular contrato bilionário por serviço ruim com Consórcio Guaicurus

Esperança: passageiros enfrentam ônibus superlotado em plena pandemia. Nova licitação é esperança de melhora no sistema (Foto: Arquivo/Midiamax)

Mais um contrato bilionário firmado na gestão de Nelsinho Trad (PSD) pode ser anulado pela Justiça. Desta vez, em decorrência de direcionamento e limitação na competitividade, o Ministério Público Estadual ingressou com ação civil pública para anular o contrato bilionário firmado entre a prefeitura e o Consórcio Guaicurus. Ao focar nas suspeitas de corrupção, a promotoria dá esperança aos passageiros para acabar com o péssimo serviço de transporte coletivo urbano na Capital.

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Juiz condena Beto Mariano, esposa e filha a pagar R$ 18,5 milhões por improbidade

Beto Mariano foi condenado a pagar R$ 8,9 milhões aos cofres públicos por improbidade administrativa (Foto: Arquivo)

A Justiça condenou o ex-deputado e fiscal de obras Wilson Roberto Mariano de Oliveira, a esposa e a filha por improbidade administrativa na Operação Lama Asfáltica. Eles vão pagar R$ 18,5 milhões, que inclui ressarcimento dos cofres públicos, indenização por danos morais de R$ 3 milhões e multa civil. O engenheiro civil também foi condenado a perder o cargo na Agesul, onde recebe salário de R$ 23,1 mil por mês.

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Com hospitais sem dinheiro, presidente do TJ libera gasto de Reinaldo com publicidade

Governador obtém liminar junto ao presidente do Tribunal de Justiça e poderá voltar a gastar com publicidade (Foto: Chico Ribeiro/Governo MS)

Em meio à grave crise financeira nos hospitais de Campo Grande em plena pandemia da covid-19, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Paschoal Carmello Leandro, acatou pedido do Governo e suspendeu a liminar que proibia o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) de gastar com propaganda. Ele também revogou o bloqueio de R$ 35 milhões destinado a 11 agências de publicidade.

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Juiz bloqueia R$ 35 milhões do Governo e suspende gasto de Reinaldo com publicidade

Governador poderá recorrer da decisão ou direcionar dinheiro para onde falta remédios até para combater a covid-19 (Foto: Arquivo)

O juiz José Henrique Neiva de Carvalho e Silva, da 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, determinou o bloqueio de R$ 35 milhões do Governo do Estado e suspendeu o gasto com agências de publicidade. Com a decisão, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) será obrigado a priorizar os hospitais, que sofrem com a falta de medicamentos, médicos e recursos em plena pandemia do coronavírus.

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“Eficiência”: sem funcionários e com déficit, HR paga R$ 1 milhão em salários a 111 cedidos

Gestão exemplar de Resende e Reinaldo: HR tem 111 cedidos, mas fecha setores por falta de funcionários (Foto: Arquivo)

O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Rosa Pedrossian tem déficit mensal de R$ 3 milhões e desativou setores por falta de funcionários. No entanto, a instituição gasta mensalmente R$ 1,049 milhão em salários de 111 servidores cedidos a outros órgãos. O estabelecimento se transformou no maior exemplo da “eficiência tucana”, já que Reinaldo Azambuja (PSDB) está no comando do Estado desde 1º de janeiro de 2015.

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