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Juiz vira réu pela 2ª vez por peculato e ex-presidente do TJ adia desfecho da 3ª denúncia

Casal virou réu em mais uma denúncia por peculato e corrupção (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aceitou, por unanimidade, a denúncia por peculato, corrupção e falsidade ideológica contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. O magistrado se tornou réu pela 2ª vez. O desfecho da 3ª denúncia, que inclui oito advogados, foi adiado para agosto após o ex-presidente da corte, desembargador Divoncir Schreiner Maran, pedir vistas para analisar o processo.

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TJ diz que advogado quer “inventar problemas” e STJ mantém julgamento de juiz

Presidente do TJ, desembargador Carlos Eduardo Contar, diz que defesa quer criar fatos para tentar anular denúncias (Foto: Arquivo)

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Carlos Eduardo Contar, acusou o advogado Wilson Tavares de Lima pretende “criar fato inexistente” e “inventar problemas” para anular as denúncias. Com base na manifestação do magistrado, o ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça, negou liminar para suspender o julgamento do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior e um grupo de advogados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Defesa só teve acesso por áudio em julgamento de juiz e advogado recorre novamente ao STJ

Julgamento sigiloso vem causando polêmica: TJMS analisa três ações criminais contra juiz acusado de transformar vara em “balcão de negócios” (Foto: Arquivo)

A defesa dos acusados de integrar a organização criminosa do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior só teve acesso por áudio ao julgamento sigiloso realizado no dia 7 pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Para obrigar o presidente da corte, desembargador Carlos Eduardo Contar, a permitir a transmissão por vídeo, o advogado Wilson Tavares de Lima recorreu novamente ao Superior Tribunal de Justiça.

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Lós vê “prova imprestável” e quer livrar juiz e oito advogados de denúncia por corrupção

Juiz e esposa são acusados de receber R$ 5,4 milhões em vantagens indevidas em ação criminal que desembargador João Maria Lós quer anular (Foto: Arquivo)

O desembargador João Maria Lós, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, quer anular o inquérito policial que deu base a uma das três ações penais contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. Ele concluiu que a prova “é imprestável” para os procedimentos penais e administrativos e votará pela anulação da denúncia, que é a maior e a mais robusta contra o magistrado e oito advogados.

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Por unanimidade, TJ aceita denúncia e juiz e esposa viram réus por lavagem de dinheiro

No centro do maior escândalo da Justiça estadual, Aldo Ferreira da Silva virou réu por lavagem de dinheiro nesta quarta (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul recebeu, por unanimidade, a denúncia por lavagem de dinheiro e ocultação de bens provenientes da corrupção contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara de Família e Sucessões de Campo Grande. Esta é a primeira das três denúncias contra o magistrado. As outras duas serão analisados em novo julgamento, previsto para ocorrer em sessão extraordinária marcada para as 8h do dia 21 deste mês.

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Presidente do STJ nega HC e tribunal faz sessão presencial para julgar ações contra juiz

Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, negou dois habeas corpus de Wilson Tavares de Lima e manteve julgamento de juiz acusado de corrupção (Foto: Arquivo)

O ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça, negou, na manhã desta quarta-feira (7), pedidos de liminares em dois habeas corpus do advogado Wilson Tavares de Lima. Com a decisão, está mantido o julgamento das três ações penais contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, acusado por vários crimes. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul vai fazer sessão presencial para analisar o caso.

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Advogado vai ao STJ para suspender julgamento sigiloso do maior escândalo da Justiça de MS

Órgão Especial do TJMS pode analisar amanhã três denúncias contra juiz Aldo Ferreira e esposa, Emmanuelle (Foto: Arquivo)

O advogado Wilson Tavares de Lima ingressou com habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça para tentar suspender o julgamento contra 23 réus por associação criminosa e corrupção, que inclui o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. As três ações penais contra o magistrado, afastado desde o final de 2019, devem ser analisadas em sessão secreta nesta quarta-feira (7) pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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Lós pede vista e adia julgamento de ações que podem condenar juiz a pagar R$ 78,3 milhões

Longe dos olhos da sociedade: Órgão Especial cortou o som durante julgamento sigilo de ações contra juiz acusado de vender sentenças (Foto: Reprodução O Jacaré)

O desembargador João Maria Lós pediu vista e atrasará em três meses o julgamento das três ações penais por corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. A sessão secreta do Órgão Especial, que pode condená-lo a pagar R$ 78,379 milhões, só será retomada no dia 5 de maio deste ano.

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Decano nega suspeição de desembargadores e juiz vai a julgamento por corrupção

Desembargador mais antigo do TJMS, Claudionor Miguel Abss Duarte negou pedido de suspeição de magistrados em ações contra juiz (Foto: Arquivo)

Decano do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Claudionor Miguel Abss Duarte, negou ontem (25) dois pedidos de suspeição contra dois desembargadores na Operação Espada da Justiça. Além de perder os recursos, o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado por suspeita de corrupção da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande, vai a julgamento na próxima quarta-feira (3) por corrupção passiva, venda de sentença e ocultação de patrimônio.

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Por 11 a 4, TJ não pune juiz que liberou alvará para grupo dar golpe de R$ 5,3 mi em idoso

Órgão Especial inocentou, por 11 a 4, juiz por causa de alvará para golpistas sacarem R$ 5,3 milhões (Foto: Arquivo)

O juiz Paulo Afonso de Oliveira, da 2ª Vara Cível de Campo Grande, não escapou de responder processo administrativo por ter concedido alvará para o grupo dar golpe de R$ 5,3 milhões no idoso de 72 anos. No entanto, em julgamento na quarta-feira (19), ele voltou a ter sorte mais uma vez e se livrou de qualquer punição por 11 a 4, no Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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