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Juiz vira réu pela 3ª vez; TJ rejeita, por 6 a 5, denúncia por corrupção contra 7 advogados

Aldo Ferreira da Silva Júnior virou réu pela 3ª vez no Tribunal de Justiça nesta quarta-feira (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul concluiu na 7ª tentativa o julgamento da ação penal por corrupção e organização criminosa contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. Ele e a esposa viraram réus na corte pela 3ª vez na sessão desta quarta-feira (15). Por outro lado, por um placar apertado, os desembargadores rejeitaram a denúncia contra sete advogados.

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Tribunal tenta julgar pela 7ª vez denúncia de corrupção contra juiz e oito advogados

Emmanuelle e o marido, juiz afastado Aldo Ferreira, podem virar réus pela 3ª vez, mas TJMS já adiou decisão por seis vezes (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul pautou, pela 7ª vez neste ano, a ação penal por corrupção e associação criminosa contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. A denúncia contra o magistrado afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande inclui oito advogados e teve a análise pelos 15 desembargadores adiada por seis vezes.

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Por unanimidade, TJ nega pedido de Capitão Contar e sepulta impeachment de Reinaldo

Com decisão da Justiça, Paulo Corrêa não será obrigado a submeter o pedido de impeachment de Reinaldo ao plenário (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou, na tarde desta quarta-feira (1º), por unanimidade mandado segurança cível do deputado estadual Capitão Contar (PSL) para retomar o pedido de impeachment do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) na Assembleia Legislativa. Com a decisão, a corte sepulta de vez qualquer chance de reavivar a discussão da denúncia de corrupção contra o tucano no legislativo.

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TJ concede segurança a deputado e salário como coronel da PM vai para R$ 34,1 mil

Coronel David conseguiu na Justiça o direito a “promoção” e reajuste de 3,84% no salário como oficial da PM (Foto: Arquivo)

Por unanimidade, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul concedeu a segurança para o deputado estadual Coronel David (sem partido). Com a decisão, ele será promovido a nível VII como oficial da Polícia Militar e o salário total terá acréscimo de 3,84%, passando dos atuais R$ 32,8 mil para R$ 34,1 mil por mês.

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Afastado do cargo há três anos com salário de R$ 53 mil, juiz tem julgamento adiado no TJ

Juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior não trabalha desde julho de 2018, mas recebeu R$ 53.795,85 em créditos no mês passado, conforme Portal da Transparência do CNJ (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça adiou, novamente, a análise da 3ª denúncia por corrupção e associação criminosa contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. Réu em duas ações, o magistrado teve salário de R$ 53,7 mil no mês passado, mesmo estando afastado do cargo de titular da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande por suspeita de corrupção há três anos.

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Deputado vai ao TJ para ter direito ao 7º nível como coronel e elevar salário base a R$ 28,8 mil

Coronel tem vencimento total de R$ 32,8 mil e pode passar para mais de R$ 34 mil (Foto: Arquivo)

O deputado estadual Carlos Alberto David dos Santos, o Coronel David (sem partido), ingressou com mandado de segurança para obrigar o Governo do Estado a lhe elevar para o 7º nível como oficial da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. Criado dois anos após ter passado para a reserva, o novo nível salarial lhe garantirá reajuste de 3,84% e elevará o provento base para R$ 28.824,51.

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Juiz vira réu pela 2ª vez por peculato e ex-presidente do TJ adia desfecho da 3ª denúncia

Casal virou réu em mais uma denúncia por peculato e corrupção (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aceitou, por unanimidade, a denúncia por peculato, corrupção e falsidade ideológica contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. O magistrado se tornou réu pela 2ª vez. O desfecho da 3ª denúncia, que inclui oito advogados, foi adiado para agosto após o ex-presidente da corte, desembargador Divoncir Schreiner Maran, pedir vistas para analisar o processo.

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TJ diz que advogado quer “inventar problemas” e STJ mantém julgamento de juiz

Presidente do TJ, desembargador Carlos Eduardo Contar, diz que defesa quer criar fatos para tentar anular denúncias (Foto: Arquivo)

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Carlos Eduardo Contar, acusou o advogado Wilson Tavares de Lima pretende “criar fato inexistente” e “inventar problemas” para anular as denúncias. Com base na manifestação do magistrado, o ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça, negou liminar para suspender o julgamento do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior e um grupo de advogados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Defesa só teve acesso por áudio em julgamento de juiz e advogado recorre novamente ao STJ

Julgamento sigiloso vem causando polêmica: TJMS analisa três ações criminais contra juiz acusado de transformar vara em “balcão de negócios” (Foto: Arquivo)

A defesa dos acusados de integrar a organização criminosa do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior só teve acesso por áudio ao julgamento sigiloso realizado no dia 7 pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Para obrigar o presidente da corte, desembargador Carlos Eduardo Contar, a permitir a transmissão por vídeo, o advogado Wilson Tavares de Lima recorreu novamente ao Superior Tribunal de Justiça.

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Lós vê “prova imprestável” e quer livrar juiz e oito advogados de denúncia por corrupção

Juiz e esposa são acusados de receber R$ 5,4 milhões em vantagens indevidas em ação criminal que desembargador João Maria Lós quer anular (Foto: Arquivo)

O desembargador João Maria Lós, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, quer anular o inquérito policial que deu base a uma das três ações penais contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. Ele concluiu que a prova “é imprestável” para os procedimentos penais e administrativos e votará pela anulação da denúncia, que é a maior e a mais robusta contra o magistrado e oito advogados.

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