Tag: opinião (page 2 of 4)

O poder e a importância da imprensa na repressão e no combate ao fascismo e à ditatura

No artigo “Papel e poder da imprensa escrita”, o filosofo e jornalista Mário Pinheiro mostra a importância e o poder da imprensa ao longo da história para reprimir, mas também para reagir ao fascismo, ao nazismo e à ditadura no mundo. “Perante a realidade e a fatos injustos contra o cidadão comum, a questão é saber se a imprensa realiza seu papel corajosamente com a verdade ou ela se ajoelha àquele que manda e paga”, questiona.

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Brasil erra ao apostar no embate entre a indústria e o agronegócio, diz economista

No artigo “PIB brasileiro: a agropecuária tem a cura e a indústria a salvação”, o ensaísta e economista Albertino Ribeiro analisa a disputa, por décadas entre os dois segmentos mais importantes da economia no Brasil. Na sua avaliação, o País deveria apostar na união dos dois para crescer e apostar em atividades que agreguem mais valor e gerem empregos bem remunerados.

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Filosofo alerta para o poder do Estado, que tem duas faces, mas nem sempre faz a melhor escolha

No artigo “As duas faces do Estado”, o jornalista e filosofo Mário Pinheiro analisa o papel do governante que encarna o poder. “Definir o Estado é algo difícil e quase impossível para os autores do dicionário crítico de Sociologia. O Estado se associa ao arbitrário, alia-se ao absurdo da força contra o direito dos trabalhadores numa eventual greve, impõe-se e realiza benfeitorias a pessoas externas com existência ou não de licitações”, inicia.

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Economista lamenta privatização da Eletrobrás e diz que energia é estratégico em vários países

No artigo “Privatização da Eletrobrás: Quando uma teoria apaga a esperança de um país”, o ensaísta e economista Albertino Ribeiro condena a privatização da estatal brasileira, que teve lucro de R$ 6,4 bilhões em 2020. Ele destaca que a energia é considerado serviço estratégico em vários países, inclusive Estados Unidos.

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Ensaísta culpa o racismo e o preconceito com os negros como causas da maior chacina no Rio

No artigo sobre a maior chacina na história do Rio de Janeiro, que matou 28 pessoas, o ensaísta e economista Albertino Ribeiro destaca o preconceito com os negros, que formam a maioria absoluta dos moradores da favela de Jacarezinho. A tragédia reflete o racismo estrutural no Brasil e a violência policial comum contra os negros, pobres e marginalizados.

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Filosofo fala da perversão do voto para manter sofrimento do justo e a mordomia do político

No artigo “Os justos e a perversão do voto”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro destaca a importância do voto e faz paralelo com a Grécia, o berço da democracia moderna. Com maestria, ele descreve como ocorre a perpetuação do luxo da classe política, mesmo diante da miséria do povo.

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Em crítica ácida, economista vê bolsonaristas construírem mundo paralelo como Miguelito

Bolsonaro e o milionário dono da Havan andam de moto sem capacete (Foto: Arquivo)

O economista e ensaísta Albertino Riberto compara, de forma crítica e ácida, os seguidores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e Miguelite, personagem das tirinhas em quadrinho de Malfada, personagem do cartunista argentino Quino. “Na turma de Bolsonaro existem muitos Miguelitos, porém eles não andam na pontinha dos pés, mas fazem muito barulho, inclusive, buzinam em frente a hospitais”, diz.

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Em artigo, filósofo lamenta o silêncio e a indiferença com a dor causada pela pandemia

No artigo deste sábado, “Silêncio e indiferença com a desgraça alheia”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro analisa a indiferença com a dor e o luto alheio diante da maior pandemia em um século. “É o discurso do inominável. O silêncio e a indiferença abraçam o absurdo”, ressalta, fazendo paralelo com a 2ª Guerra Mundial causada por Hitler.

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Brasil deveria se espelhar na Coreia para ser muito mais do que “agro é pop”, diz economista

No artigo “Coreia: do arroz ao protagonismo tecnológico. E o Brasil?”, o economista Albertino Ribeiro, critica a política de destruição da indústria brasileira, enquanto se comemora o sucesso do agronegócio. A participação do segundo setor no PIB brasileiro despencou de 24% em 1956 para 11,3% hoje.

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Filosofo critica agronegócio do vale tudo, que destrói o meio ambiente e populações indígenas

No artigo “A morte no campo, capitalismo às avessas”, o jornalista e filosofo Mário Pinheiro critica o agronegócio responsável pelas queimadas na Amazônia e no Pantanal e pela destruição das comunidades indígenas. “Hoje, por questão de semântica, veio a palavra agrobusiness (agronegócio) no lugar de latinfundiário que assassina mais do que produz, e a sociedade aceita como se fosse a alavanca do progresso”, pontua.

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