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TJ diz que advogado quer “inventar problemas” e STJ mantém julgamento de juiz

Presidente do TJ, desembargador Carlos Eduardo Contar, diz que defesa quer criar fatos para tentar anular denúncias (Foto: Arquivo)

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Carlos Eduardo Contar, acusou o advogado Wilson Tavares de Lima pretende “criar fato inexistente” e “inventar problemas” para anular as denúncias. Com base na manifestação do magistrado, o ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça, negou liminar para suspender o julgamento do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior e um grupo de advogados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Presidente do STJ nega HC e tribunal faz sessão presencial para julgar ações contra juiz

Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, negou dois habeas corpus de Wilson Tavares de Lima e manteve julgamento de juiz acusado de corrupção (Foto: Arquivo)

O ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça, negou, na manhã desta quarta-feira (7), pedidos de liminares em dois habeas corpus do advogado Wilson Tavares de Lima. Com a decisão, está mantido o julgamento das três ações penais contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, acusado por vários crimes. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul vai fazer sessão presencial para analisar o caso.

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Advogado vai ao STJ para suspender julgamento sigiloso do maior escândalo da Justiça de MS

Órgão Especial do TJMS pode analisar amanhã três denúncias contra juiz Aldo Ferreira e esposa, Emmanuelle (Foto: Arquivo)

O advogado Wilson Tavares de Lima ingressou com habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça para tentar suspender o julgamento contra 23 réus por associação criminosa e corrupção, que inclui o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. As três ações penais contra o magistrado, afastado desde o final de 2019, devem ser analisadas em sessão secreta nesta quarta-feira (7) pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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Afastado por corrupção, juiz não obtém liminar para impedir julgamento de três ações pelo TJ

Afastado por corrupção, juiz tenta obter liminar enquanto pedidos de vistas postergam julgamento pelo TJMS (Foto: Arquivo)

Afastado da 5ª Vara de Família e Sucessões de Campo Grande por suspeita de corrupção, o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior não conseguiu liminar para barrar o julgamento de três ações penais pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. O agravo foi negado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Humberto Martins, conforme despacho publicado nesta segunda-feira (10) no Diário Oficial.

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Nova ação de improbidade cobra R$ 38,2 milhões de juiz afastado por corrupção

Juiz Aldo da Silva pode ser alvo de investigação do MPF após compartilhamento de provas (Foto: Arquivo)

Nova ação de improbidade administrativa cobra R$ 38,2 milhões do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado por suspeita de corrupção da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. Em despacho publicado nesta quinta-feira (25), o juiz Ariovaldo Nantes Corrêa, da 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, autorizou o compartilhamento de provas deste processo com o Ministério Público Federal.

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Decano nega suspeição de desembargadores e juiz vai a julgamento por corrupção

Desembargador mais antigo do TJMS, Claudionor Miguel Abss Duarte negou pedido de suspeição de magistrados em ações contra juiz (Foto: Arquivo)

Decano do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Claudionor Miguel Abss Duarte, negou ontem (25) dois pedidos de suspeição contra dois desembargadores na Operação Espada da Justiça. Além de perder os recursos, o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado por suspeita de corrupção da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande, vai a julgamento na próxima quarta-feira (3) por corrupção passiva, venda de sentença e ocultação de patrimônio.

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Juiz, esposa e empresários viram réus e têm R$ 24,3 mi bloqueados por fraude em precatório

Casal teve R$ 16,9 milhões bloqueados em ação de improbidade administrativa (Foto: Arquivo)

A Justiça aceitou a denúncia por improbidade administrativa pela fraude no pagamento de precatório, que deu prejuízo de R$ 1,319 milhão aos cofres públicos em 2014. Além de virar réus, o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, a esposa, dois empresários e um frigorífico tiveram R$ 24,336 milhões bloqueados para garantir o ressarcimento dos cofres públicos.

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Com apoio de 12 e ausência de 7 desembargadores, juiz se livra de sindicância sobre propina

Dos 35 desembargadores, 13 votaram pela abertura de procedimento, mas pedido foi arquivado porque eram necessários 18 votos (Foto: Arquivo)

Com o apoio de 12 desembargadores e graças a ausência de outros sete, o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior conseguiu se livrar da abertura de procedimento administrativo disciplinar por causa do suposto recebimento de propina de R$ 100 mil. Treze dos 35 integrantes do Tribunal Pleno votaram a favor da sindicância. No entanto, como era necessário o aval da maioria absoluta, o processo foi arquivado por falta de quórum.

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Juiz Aldo ganhou R$ 3,8 mi para pôr fim à impasse de 21 anos em inventário e dívida impagável

Juiz aproveitou morosidade da Justiça para ganhar uma fortuna: R$ 1,5 milhão em dinheiro, dois apartamentos e duas propriedades rurais (Foto: Arquivo)

A morosidade da Justiça se transformou em oportunidade de negócio milionário para o juiz Aldo Ferreira da Silva, afastado da 5ª Vara de Família e Sucessões de Campo Grande. Denúncia do Ministério Público Estadual aponta que ele ganhou R$ 3,857 milhões para acabar com impasse de 21 anos em um inventário e solucionar uma dívida impagável por dez anos de R$ 14,574 milhões.

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Mulher de juiz é condenada a três anos e seis meses por dar golpe de R$ 5,3 mi em aposentado

Emmanuelle Alves da Silva foi presa após os três companheiros de golpe (Foto: Arquivo)

A advogada Emmanuelle Alves Ferreira da Silva foi condenada a apenas três anos e seis meses de reclusão por ter dado golpe de R$ 5,3 milhões em engenheiro aposentado de Petrópolis (RJ). Conforme sentença da juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, publicada nesta quarta-feira (29), a maior pena, de sete anos e dez meses, foi aplicada a José Geraldo Tadeu de Oliveira.

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