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Vereadores se antecipam a sentença da Coffee Break e reelegem Carlão um ano e meio antes

Renovada, mas sem mudar os velhos costumes: Câmara fez ontem eleição que só deveria ser feita em dezembro de 2022 (Foto: Divulgação)

Os vereadores de Campo Grande, inclusive os 17 dos 18 novatos, decidiram não correr risco com a sentença da Operação Coffee Break, prevista para o segundo semestre de 2022, e decidiram antecipar a reeleição do atual presidente, Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), em um ano e meio. Ele foi reeleito praticamente por unanimidade, com apenas um voto contra, em sessão realizada nesta quinta-feira (15) para o mandato que só vai começar em 2023.

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Coffee Break: ex-vereadora que mudou depoimento é assessora na Câmara Municipal

Polêmica: Luiza não conseguiu ser eleita vereadora, mas voltou como assessora e salário de R$ 5,9 mil neste ano (Foto: Arquivo)

A ex-vereadora Luiza Ribeiro (PT) é assessora na Câmara Municipal de Campo Grande desde o início de fevereiro deste ano. Considerada uma das principais testemunhas do histórico julgamento da Coffee Break, ela acabou desapontando a acusação e agradando a defesa dos réus ao mudar o tom do depoimento ao não repetir as acusações feitas de forma enfática no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

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Réu na Coffee Break é nomeado como interino na Segov e derrotado nas urnas assume HR

Flávio César foi relator da Comissão Processante contra Bernal em 2014 (Foto: Arquivo)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) nomeou, nesta quinta-feira (1º), o ex-vereador da Capital e réu na Operação Coffee Breaik, Flávio César Mendes de Oliveira, como secretário estadual interino de Governo e Gestão Estratégica. Já o Lívio Viana de Oliveira Leite, o Dr. Lívio, que não conseguiu se reeleger no ano passado, foi nomeado novo presidente do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Rosa Pedrossian.

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Thaís Helena fecha Coffee Break, critica modo Bernal e lamenta: “era o próximo governador”

Alcides Bernal e Thaís Helena em 15 de maio de 2014, quando liminar, que durou pouco, devolveu prefeitura ao progressista. (Foto: Arquivo)

Ex-secretária na gestão do prefeito Alcides Bernal (Progressistas) e ex-vereadora, Thaís Helena encerrou a maratona de audiências da Coffee Break. Num depoimento de quase duas horas, lamentou o fracasso do estilo Bernal de administrar, lembrando que ele era o marco do nascimento de um novo grupo político e deveria  ser o próximo governador de Mato Grosso do Sul.

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Ex-líder de Bernal vai ao ataque: paranoia, gabinete do ódio e extremismo

Alcides Bernal e Marcos Alex (centro) nos velhos tempos de parceria no poder. (Foto: Arquivo)

O tripé de sustentação do ex-prefeito Alcides Bernal (Progressista) sofreu mais uma baixa na fase de audiências da operação Coffee Break. Depois dos ex-vereadores Paulo Pedra e Luiza Ribeiro, foi a vez de Marcos Alex, que durante a cassação era líder do prefeito, protagonizar reviravolta. A tal ponto de a promotoria destacar que seis anos depois o politico parecia outra pessoa.

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Jamal Salem culpa “serviço secreto” do MP e atribui depósitos suspeitos a “erros”

Réu na Coffee Break e por enriquecimento ilícito, Jamal Salem está no quinto mandato de vereador. (Foto: Izaias Medeiros)

O vereador Jamal Salem (MDB) não poupou críticas ao Ministério Público durante audiência da Coffee Break, que denunciou à Justiça conluio entre parlamentares e empresários para cassação do prefeito Alcides Bernal (Progressistas) em 2014. Além desta ação, Jamal também é réu por enriquecimento ilícito.  

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Por unanimidade, STJ mantém André Puccinelli réu por improbidade na Coffee Break

André não conseguiu anular ação de improbidade administrativa ao sofre nova derrota no STJ (Foto: Arquivo)

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou, por unanimidade, agravo interno e manteve o ex-governador André Puccinelli (MDB) como réu por improbidade administrativa na Operação Coffee Break. O julgamento ocorreu na tarde desta terça-feira (15) e representa mais uma derrota para o emedebista, que conseguiu liminar para se livrar do interrogatório na véspera da abertura do julgamento na 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.

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STJ nega agravo e mantém empresa acusada de comprar vereadores réu na Coffee Break

Ministra Assusete Magalhães negou, junto com o voto de quatro ministros, agravo da Mil Tec (Foto: Arquivo)

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou agravo interno e manteve a Mil Tec Tecnologia da Informação como réu na ação de improbidade administrativa na Operação Coffee Break. A empresa fundada por João Roberto Baird, o Bill Gates Pantaneiro, é acusada de ter pago propina a vereadores para cassarem o mandato de Alcides Bernal (Progressistas) na madrugada do dia 13 de março de 2014.

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Vereadores citam de trator velho a cheque do cunhado para explicar dinheiro na Coffee Break

Carlão, presidente da Câmara de Campo Grande, diz que ganhou dinheiro revendendo trator velho. (Foto: Izaias Medeiros)

Réus na operação Coffee Break, vereadores foram confrontados – seja pelo juiz, promotor ou pelo próprio advogado – sobre movimentações financeiras apontadas como incompatíveis na denúncia de conluio para cassação do ex-prefeito Alcides Bernal (PP). As justificativas foram diversas, como verba indenizatória paga pela Câmara Municipal, revenda de trator velho, honorários advocatícios, aluguéis, empréstimo intrafamiliar e cheque do cunhado.

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Coffee Break: no MDB de André, aliado critica Bernal e tergiversa sobre propina de R$ 1 mi

Ex-vereador diz que tentou ajudar, mas Bernal era temperamental e não tinha relação republicana com os poderes (Foto: Reprodução)

Principal articulador político de Alcides Bernal (Progressistas), o ex-vereador Paulo Pedra fez duras críticas ao ex-prefeito no depoimento, feito na última terça-feira (1º), do julgamento histórico da Operação Coffee Break. Ele tergiversou e evitou confirmar as declarações feitas em 2015 ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), de que houve compra de vereadores e recebeu proposta de R$ 1 milhão para votar a favor da cassação.

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