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O Brasil de Bolsonaro, o debate dos grandes filósofos e os traíras no tempo de Lucius Catilina

Elon Musk, Fabio Faria,Jair Bolsonaro

No artigo “Sabedoria e miséria linguística”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro faz paralelo sobre a época dos grandes filósofos, onde os problemas eram resolvidos nas discussões acaloradas, mas sem violência e colocações sem fundamento. No entanto, o saber nunca impediu os maus de se imporem pela força, pela maldade do poder e pela mentira.

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A importância da filosofia, da sociologia e da política e a reação dos matutos no Brasil

No artigo “A distinção”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro fala sobre Sócrates e o grupo de políticos atual que opta pela mentira para amenizar graves problemas sociais. “Sócrates enfrentou os cínicos e os que optavam pelo sofisma, uma espécie de mentira imaculada que confundia as pessoas, e no julgamento do grande filósofo ele foi condenado a beber a cicuta”, pontua.

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O preço da gasolina valendo ouro e a reação de parte da população brasileira

No artigo “Sublime é pensar sem ignorar”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro aborda a opção do eleitor brasileiro, sem citar nomes, sobre o futuro do País diante da escalada dos preços. “Para Epiteto, a infelicidade e desgraça dos homens, vem da escolha mal feita”, alerta, para em seguida, deixar claro as contradições de parte da população.

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Indulto a deputado é declaração de guerra a um dos pilares da democracia, lamenta filósofo

No artigo “Natal fora de hora”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro critica os motivos que levaram o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), a conceder a graça ao deputado federal Daniel Silveira (PTB), do Rio de Janeiro, condenado a oito anos e nove meses de prisão no regime fechado. “O criminoso tem a pena perdoada em sua totalidade, isto é fato, mas o sujeito tem que estar numa prisão. Não é o caso do deputado federal que ganha holofotes da mídia por sua insolência e não pelo uso da tribuna ou apresentação de projetos”, critica.

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O racismo de hoje e a colônia racista criada pela irmã de Nietzsche no Paraguai

No artigo “Nietzsche e o quiproquó nazista”, o jornalista e filósofo Mário Pinheiro pontua sobre o famoso alemão, que acabou sendo acusado de racista após ter sido mal interpretado. “Nietzsche foi acusado de racista pelo uso de seus livros, talvez mal interpretados, pelo Terceiro Reich. Outro problema que sobe à superfície, após a doença e morte de Nietzsche, sua irmã Elisabeth terminou obras inacabadas, encontrou e presenteou Hitler com livros de seu irmão”, pontua.

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Pedir dinheiro aos pobres para manter jatinhos é gesto de anticristão cínico, diz articulista

No artigo “O cinismo religioso finge-se de cristão”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro faz contextualização histórica e filosófica do cinismo, usado atualmente por políticos, líderes religiosos e autoridades. “O cinismo está presente tanto no discurso quanto nos atos de diversas pessoas e até no parlamento. O cínico parlamentar se acha no poder de gozar do sofrimento alheio, como se fosse hiena, faz piadas de quem sofreu tortura e se pinta de moralista”, afirma.

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Em artigo, filósofo critica o paradoxo da suspeita de corrupção com a bíblia na mão

No artigo “O paradoxo governamental”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro analisa a contradição da suspeita de corrupção com a bíblia envolvendo o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro. “Hoje lida-se com o falso no lugar do verdadeiro e o mantra governista é negar que exista corrupção, mesmo que ela se faça presente. É paradoxal”, pontua.

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Ninguém escapa ao tempo nem a morte, nem na política, ressalta filósofo

No artigo “A ideia de tempo na política”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro analisa, ao recorrer aos pensadores ao longo da história, sobre o tempo e a morte. “A morte é questão de tempo, de fechar os olhos e deixar o corpo virar poeira. Ninguém escapa ao tempo e sempre é tempo de semear. O tempo marca nossa passagem num mundo frágil, onde o ranho não gruda na bandeira e as trapaças em prol da tortura envergonham o passado”, pontua.

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Propaganda vira arma de guerra entre Rússia e Ucrânia para enganar o povo, alerta jornalista

No artigo “Propaganda de governo, uma arma política de dois gumes”, o jornalista e filósofo Mário Pinheiro expõe a máquina de propaganda do presidente da Rússia, Vladimir Putin. “O método é fazer mal, destruir, mostrar a grandeza do aparato bélico, enviar toneladas de bombas e construir o discurso com imagens para enganar ou convencer a opinião pública”, destaca.

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Filósofo volta a criticar a neutralidade do Brasil na guerra e enumera os escândalos

No artigo “Consciência e poder”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro faz observações sobre a posição de neutralidade do Brasil diante da guerra entre a Ucrânia e a Rússia. Ele também critica o uso do poder por Jair Bolsonaro, mas sem citá-lo nominalmente. E cita a penca de escândalos, que segundo o articulista, deveriam chamar a atenção da sociedade brasileira.

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