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Após desbloqueio de R$ 13 milhões, julgamento virtual pode liberar R$ 101 milhões de Nelsinho Trad

Após cinco meses, recurso de senador para desbloquear R$ 101,5 milhões pode ser analisado em julgamento virtual, mas MPE é contra para dar mais transparência ao caso (Foto: Arquivo)

Após o Tribunal de Justiça suspender o bloqueio de R$ 13,2 milhões de sete réus por improbidade no escândalo do lixo, o desembargador Geraldo de Almeida Santiago quer submeter ao julgamento virtual os recursos para desbloquear R$ 101,5 milhões do senador Nelsinho Trad (PSD), dois ex-secretários e duas empresas. No entanto, por mais transparência devido às suspeitas envolvendo o caso, o Ministério Público Estadual se opôs à medida e deve atrasar a liberação dos bens e o fim do sequestro da Fazenda Papagaio, supostamente adquirida com dinheiro da propina.

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Deputados revogam tombamento para ajudar Reinaldo a desmatar Parque dos Poderes

Deputados revogaram decreto que tombava Parque dos Poderes para ajudar Governo a tirar óbices ao desmatamento (Foto: Arquivo)

Para ajudar o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) a desmatar o Parque dos Poderes, os deputados estaduais revogaram, na última sessão do ano passado, o Decreto 606/2018, que tombava o Complexo dos Poderes. Com a decisão, a Assembleia tira a principal arma do Ministério Público Estadual para travar a retirada de 3,31 hectares de mata nativa para a construção do novo prédio da Secretaria Estadual de Fazenda.

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Após 21 meses, TJ desengaveta ação urgente e julga, na quarta, desmatamento no Pantanal

Presidente do TJ, desembargador Paschoal Leandro, durante homenagem ao governador: ele levou quase um ano para desengavetar ação contra desmatamento no Pantanal (Foto: Chico Ribeiro)

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul desengavetou, após um ano e nove meses, o recurso do Ministério Público Estadual e deverá julgar o pedido para suspender o desmatamento de 20.526 hectares no Pantanal na próxima quarta-feira (11). A polêmica envolve a Fazenda Santa Mônica, que é investigada pela Polícia Federal na Operação Vostok por suspeita de ter sido adquirida com dinheiro de propina.

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Reforma da Previdência de Reinaldo não deve atingir os maiores salários, mas só os pobres

Deputados devem retaliar Reforma da Previdência para manter os maiores salários intactos (Foto: Luciana Nassar/ALMS)

Apressado em promover mudanças no sistema previdenciário, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) não deve impor o teto do INSS aos maiores salários do funcionalismo público estadual, como defensores, promotores, juízes, desembargadores e conselheiros do Tribunal de Contas do Estado. Somente a categoria mais pobre do funcionalismo, que já não teve reajuste neste ano, deve ser afetada pelas mudanças.

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Com salário de R$ 33 mil, delegado fazia qualquer negócio e propina ia de R$ 250 a R$ 8 mil

Eder Oliveira Moraes cobrava propina de qualquer coisa em delegacia, o salário não era suficiente (Foto: Arquivo)

Apesar de receber salário de R$ 33 mil a R$ 38,2 mil por mês, o delegado Eder Oliveira Moraes, 50 anos, fazia qualquer negócio como titular da 1ª Delegacia de Aquidauana, a 130 quilômetros da Capital. Conforme denúncia do Gaeco (Grupo de Atuação Especial na Repressão ao Crime Organizado), ele cobrava propina de R$ 250 a R$ 8 mil desde para liberar um simples alvará, liberar chefe de organização criminosa e até inventava serviço para garantri o faturamento extra.

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Promotor denuncia cinco por uso de candidatura laranja para desviar dinheiro no PRB

O promotor Marcos Alex Vera de Oliveira, da 53ª Zona Eleitoral, denunciou cinco pelo uso da candidatura laranja de Gilsy Arce (PRB) para desviar dinheiro dos fundos Eleitoral e Partidário nas eleições de 2018. Dos R$ 761 mil destinados para a campanha, pelo menos R$ 390,6 mil foram usados sem a comprovação do gasto.

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Reinaldo reduz verba da UEMS e educação, mas amplia repasse ao MPE, TJ e segurança pública

Campus da UEMS na Capital: universidade terá redução de

A educação terá menos recursos no Orçamento Geral do Estado para 2020, conforme projeto encaminhado à Assembleia Legislativa. A mais prejudicada será a UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), com redução de 8,7%, enquanto o repasse para o Ministério Público Estadual e o Tribunal de Justiça terá aumento de até 7,84%.

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Coffee Break faz quatro anos com condenado com sorte no TJ, morosidade e segredos

Ex-prefeito é beneficiado pelo Tribunal de Justiça, que adiou pela 7ª vez conclusão de julgamento que pode anular condenação a oito anos e quatro meses por corrupção (Foto: Arquivo)

A morosidade das ações judiciais, a guerra de recursos em todas as instâncias e um condenado por corrupção com sorte no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul marcam os quatro anos da Operação Coffee Break, que abalou a política campo-grandense. O acontecimento sem precedentes ocorreu no dia 25 de agosto de 2015, quando houve o afastamento, em uma única canetada, do prefeito Gilmar Olarte (sem partido) e do seu sucessor imediato, o presidente da Câmara Municipal, Mario Cesar de Oliveira (MDB).

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MPE propõe ação contra desmatamento e TJ suspende obra da Sefaz no Parque

Obra para recuperar lago do Parque das Nações pode virar desperdício com desmatamento: assoreamento vai voltar (Foto: Campo Grande News)

O Ministério Público Estadual propôs ação civil pública para suspender o desmatamento de 3,3 hectares no Parque dos Poderes. Em nova reviravolta na polêmica proposta do governado Reinaldo Azambuja (PSDB), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul concedeu nova liminar, desta vez para proibir a construção do novo prédio da Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda).

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Contra retrocesso no combate à corrupção, união inédita pede veto à Lei do Abuso

Em 2016, juízes e promotores já tinham realizado manifestação histórica contra esta lei, que volta a ser alvo de novo protesto nesta segunda-feira (Foto: Arquivo)

A polêmica Lei do Abuso de Autoridade, aprovada em votação simbólica na semana passada pela Câmara dos Deputados, é apontada como retrocesso no combate à corrupção e à criminalidade. Ao impor punições para evitar abusos, a medida fragiliza a atuação dos agentes públicos e conseguiu a união inédita, no movimento pelo veto, de policiais civis e militares, delegados, policiais federais, promotores, procuradores, juízes e desembargadores em Mato Grosso do Sul.

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