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Justiça inocenta Fahd Jamil e Jamilzinho da execução de chefe de segurança da Assembleia

Militar foi executado às 6h30 do dia 11 de junho de 2018: juiz concluiu que faltam provas e impronúncia Fahd, Marcelo Rios e Jamil Name Filho (Foto: Arquivo)

Em mais uma derrota para a Operação Omertà, o juiz Aluizio Pereira do Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, inocentou os empresários Fahd Jamil, 80 anos, e Jamil Name Filho, 45, e o guarda municipal Marcelo Rios, 45, da execução do chefe de segurança da Assembleia Legislativa, Ilson Martins Figueiredo. Com a decisão, publicada nesta terça-feira (26), o brutal assassinato do sargento da Polícia Militar, ocorrido há quatro anos, caminha para se tornar mais um impune na história criminal de Mato Grosso do Sul.

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Juiz condena guardas a maiores penas e Jamil Name Filho a menor na 1ª sentença da Omertà

Jamil Name Filho, ao lado do pai, foi condenado pela primeira vez por denúncia feita na Operação Omertà (Foto: Arquivo)

A primeira sentença da Operação Omertà, publicada na sexta-feira (17), impôs as maiores penas aos guardas municipais pela manutenção do arsenal de guerra no “paiol” do grupo de extermínio no Jardim Monte Líbano. Acusado de ser chefe da organização criminosa, o empresário Jamil Name Filho foi condenado a quatro anos e seis meses de reclusão em regime fechado.

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Testemunha chave de acusação e defesa na Omertà é presa com vídeos pornôs com crianças

Peça chave em investigação, Eliane é acusada de armazenar vídeos pornográficos com crianças (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A Operação “Acalento”, da DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), prendeu, na manhã desta segunda-feira (7), Eliane Benitez Batalha dos Santos, testemunha chave da Operação Omertà, que levou para a cadeia os empresários Jamil Name e Jamil Name Filho. Ela é acusada de armazenar vídeos de pornografia envolvendo crianças e adolescentes.

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Jamil Name, filho, guarda e policial vão a júri popular pela execução de universitário

Pela primeira vez, empresário pode ir a júri popular por homicídio (Foto: Arquivo)

Os empresários Jamil Name, 81 anos, Jamil Name Filho, 43, o policial civil Vladenilson Daniel Olmedo, 61, e o guarda municipal Marcelo Rios, 43, vão a júri popular no dia 28 de outubro deste ano pela execução do estudante universitário Matheus Coutinho Xavier, 20. A sentença de pronúncia do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, foi publicada nesta quinta-feira (20).

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Jamil Name, filho e policial federal viram réus pela execução de Playboy da Mansão

Os empresários Jamil Name, 81 anos, e Jamil Name Filho, 42, e o policial federal Everaldo Monteiro de Assis viraram réus pela execução de Marcel Costa Hernandes Colombo, o Playboy da Mansão, 31 anos, ocorrida em um bar no dia 18 de outubro de 2018. O juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, aceitou a denúncia contra sete pessoas pelo crime.

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Governo nomeia em concurso da Agepen guarda preso por integrar grupo de extermínio

Marcelo Rios, ao fundo, é acusado de corrupção, organização criminosa milícia armada, porte de arma, entre outros (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) nomeou, nesta quinta-feira (30), o guarda municipal Marcelo Rios, preso desde maio do ano passado no Presídio Federal de Mossoró (RN), no cargo de agente penitenciário estadual. Acusado de integrar o suposto grupo de extermínio chefiado pelo empresário Jamil Name, o novo servidor estadual é réu pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa, homicídio, milícia privada e porte ilegal de arma.

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Juiz conclui 1º julgamento de Name e filho reclama de falta de comunicação em presídio

Julgamento foi realizado por videoconferência nesta sexta-feira (Foto: Diário Digital)

A 1ª Vara Criminal de Campo Grande concluiu nesta sexta-feira (29) o primeiro julgamento do grupo liderado pelo empresário Jamil Name, 81 anos. Eles podem ser condenados até a 13 anos de prisão pela posse do arsenal de guerra encontrado em maio do ano passado na casa do Jardim Monte Líbano. Em outro julgamento, pelo assassinato do estudante Matheus Coutinho Xavier, 20, o empresário Jamil Name Filho se queixou da falta de comunicação no Presídio Federal de Mossoró (RN), onde está detido desde outubro do ano passado.

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Aluizio aceita denúncia por homicídio e descarta “juiz sem rosto” para julgar grupo de Jamil Name

Aluizio Pereira dos Santos recebeu denúncia e pode levar Jamil Name a júri popular pelo assassinato de universitário de 20 anos (Foto: Arquivo)

Titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Aluizio Pereira dos Santos, descartou o anonimato como proteção e aceitou a denúncia por homicídio contra o suposto grupo de extermínio chefiado pelo poderoso empresário Jamil Name, 80 anos. Com a decisão, pela primeira vez na vida, o octogenário poderá ir a júri popular por assassinato.

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Falta de ordem judicial para apreender arsenal de guerra deve anular provas, diz defesa

Pai encaminha lista de notáveis como testemunha de defesa, enquanto o filho quer anular provas porque não foram colhidas sem autorização judicial (Foto: Arquivo)

A falta de ordem judicial para apreender o arsenal de guerra, que supostamente era do grupo de extermínio, deve anular todas as provas e inocentar os réus. Esta é a principal alegação a defesa do empresário Jamil Name Filho, 42 anos, preso na Operação Omertà no dia 27 de setembro deste ano. Ele e o pai, Jamil Name, 80, são acusados de chefiar a organização criminosa acusada de comandar execuções na Capital.

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PF pode desvendar execuções “insolúveis” ao analisar arsenal de guerra de guarda municipal

Surpreendente apreensão de arsenal de guerra cria esperança de se colocar fim a impunidades das execuções feitas por grupo de extermínio na Capital (Foto: Arquivo)

A Polícia Federal pode desvendar, pelo menos, três execuções sem pistas ocorridas nos últimos 12 meses em Campo Grande ao analisar o arsenal bélico encontrado em poder do guarda municipal Marcelo Rios, 42 anos. Caso avancem, as investigações conduzidas pelo Garras  (Delegacia Especial de Repressão a Assalto a Banco, Assaltos e Sequestros) podem chegar os integrantes de uma poderosa e influente organização criminosa.

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