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Sentença de delator da Lama Asfáltica sobre compra de avião nos EUA fica com juíza federal

Da ação da propina da JBS paga a Puccinelli, apenas Ivanildo permanece como réu na Justiça Federal pela compra de avião nos Estados Unidos (Foto: Arquivo)

A juíza substituta Júlia Cavalcante Silva Barbosa, da 3ª Vara Federal de Campo Grande, deve assumir a denúncia por evasão de divisas contra o empresário Ivanildo da Cunha Miranda. Só falta a sentença para concluir o julgamento do único delator da Operação Lama Asfáltica. Ele é acusado de usar propina paga pela JBS para comprar um avião nos Estados Unidos.

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Para não atrasar ainda mais, juiz envia à substituta ação contra Giroto por propina de R$ 26 mi

Destino de Giroto, sobre pagamento de propina, vai ser decidido por juíza substituta da 3ª Vara Federal (Foto: Arquivo)

Para evitar mais atraso no julgamento da Operação Lama Asfáltica, o juiz Bruno Cezar da Cunha Teixeira, da 3ª Vara Federal, declinou para a substituta ação penal contra o ex-secretário estadual de Obras, Edson Giroto. O Ministério Público Estadual acusou que houve o pagamento de R$ 26 milhões em propinas nos contratos para manutenção de sete rodovias estaduais.

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TRF3 afasta “juiz exemplar”, anula ações contra Giroto e pode enterrar Lama Asfáltica

TRF3 decide afastar juiz Bruno Cezar Teixeira da Operação Lama Asfáltica apesar dos itens mencionados não terem respaldo no Código do Processo Penal (Foto: Arquivo)

A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu, por unanimidade, afastar o juiz Bruno Cezar da Cunha Teixeira, da 3ª Vara Federal de Campo Grande, das ações da Operação Lama Asfáltica. Com base no voto do relator, desembargador Paulo Fontes, todas as ações penais por corrupção contra o ex-secretário estadual de Obras, Edson Giroto, serão anuladas. A decisão bombástica pode deixar sem punição os acusados de estarem envolvidos em um dos maiores esquemas de corrupção da história de Mato Grosso do Sul.

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Juíza absolve sete e condena filhos de ex-prefeito por ocultar fortuna da Máfia do Cigarro

Sentença da Justiça federal é de novembro do ano passado, mas foi publicado nesta terça-feira (Foto: Arquivo)

Duas décadas após a denúncia e acusados de faturar US$ 5 milhões – o equivalente a R$ 28,2 milhões na cotação desta terça-feira (7) – com o contrabando de cigarro, pneus e produtos de informática, sete integrantes da família Balan foram absolvidos da acusação de ocultação de uma fortuna em contas pessoais e empresas. Apenas os empresários Ronaldo e Roberto Balan, filhos do ex-prefeito de Eldorado, Pedro Balan, foram condenados a 10 anos de prisão no regime semiaberto.

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Polaco vira réu por não pagar R$ 1,6 milhão em impostos federais sobre propina paga pela JBS

Polaco virou réu por sonegação fiscal e vai pagar R$ 4,7 milhões com multa e juros (Foto: Arquivo)

O corretor de gado José Ricardo Guitti Guímaro, o Polaco, 47 anos, virou réu por sonegação fiscal por não recolher R$ 1,697 milhão em tributos federais sobre a propina supostamente paga pela JBS ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB). A denúncia foi aceita no dia 5 do mês passado pela juíza substituta da 3ª Vara Federal de Campo Grande, Júlia Cavalcante Silva Barbosa.

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Presidente de ONG é condenado a prestar serviço pelo desvio de R$ 183 mil da Igualdade Racial

ONG recebeu dinheiro da União, mas não provou a execução do projeto (Foto: Arquivo)

Sentença da juíza substituta Júlia Cavalcante Silva Barbosa, da 3ª Vara Federal de Campo Grande, condenou Getúlio Raimundo de Lima, presidente de organização não-governamental pelo desvio de R$ 183,8 mil destinado a políticas voltadas aos afrodescendentes. Ele vai pagar R$ 20 mil, prestar serviços à comunidade pelo período da pena de dois anos e quatro meses e ressarcir os cofres públicos em R$ 322,8 mil.

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Justiça condena a mesmo regime sonegador de R$ 21 milhões e viciado que invadiu IFMS

Duas sentenças da 3ª Vara Federal: empresário é condenado a quase três anos no aberto pro sonegar R$ 21,5 milhões, enquanto usuário de crack é punido com seis meses por invadir prédio do IFMS (Foto: Arquivo)

Duas sentenças da Justiça Federal de Mato Grosso do Sul, publicadas nesta segunda-feira (3), servem de exemplo de reflexão sobre o sistema judicial brasileiro. Um empresário foi condenado a dois anos, 10 meses e 20 dias em regime aberto por sonegar R$ 21,558 milhões por meio de uma empresa em nome de laranjas. Já um viciado em drogas foi condenado a seis meses em regime aberto por invadir o prédio do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul).

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