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TJ pode anular sequestro de R$ 18,2 mi ou elevar a R$ 89,8 mi bloqueio de deputado e irmão

Deputado tenta suspender no TJ bloqueio de R$ 18,2 milhões por considerá-lo ilegal ou substitui-lo por fazenda de R$ 19,2 milhões deixada de herança pelo pai (Foto: Arquivo)

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul julga, nesta terça-feira (24), pedido do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) para elevar para R$ 89,8 milhões o bloqueio do deputado estadual Jamilson Lopes Name (PSDB) e do irmão, Jamil Name Filho. A turma também analisará pedido dos irmãos para substituir o sequestro de R$ 18,2 milhões por uma fazenda em Corumbá, avaliada em R$ 19,2 milhões.

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MPE aponta oito provas robustas e apela ao TJ para condenar Giroto pelo desvio de R$ 6,3 mi

Para promotor, ex-secretário deve ser condenado porque há provas robustas e irrefutáveis do desvio (Foto: Arquivo)

O Ministério Público Estadual apontou oito provas “robustas e suficientes” para pedir a condenação do ex-secretário estadual de Obras, Edson Giroto, e mais cinco pelo desvio de R$ 6,307 milhões nas obras de manutenção da MS-184. O órgão recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul contra a absolvição do sexteto pelos crimes de peculato e falsidade ideológica.

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Juiz marca 2º julgamento de deputado por organização criminosa e obstrução de justiça

Jamilson pediu absolvição sumária mas pedido foi negado pelo juiz que marcou audiência de julgamento a partir de outubro (Foto: Arquivo)

O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Crimina de Campo Grande, marcou para novembro deste ano o segundo julgamento do deputado estadual Jamilson Lopes Name (PSDB) e do empresário Jamil Name Filho por organização criminosa e obstrução de Justiça. Preso como traficante ostentação e responsável pelo bilhete com o suposto plano para matar autoridades, Kauê Vitor Santos da Silva será uma das testemunhas de defesa.

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Julgamento de deputado do PSDB e mais 14 por organização criminosa será no final de 2023

Deputado Jamilson alegou inépcia da denúncia e que jogo do bicho pode ser legalizado, mas juiz negou e manteve ação por organização cirminosa e lavagem de dinheiro (Foto: Arquivo)

O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, marcou para o final de 2023 o julgamento do deputado estadual Jamilson Lopes Name (PSDB), do seu irmão, Jamil Name Filho, e de mais 13 pessoas pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e contravenção pela exploração do jogo do bicho. A audiência de instrução começará com o depoimento das testemunhas de acusação em 30 de outubro e terminará com o interrogatório dos réus no 13 de dezembro do próximo ano.

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Juízes “sem medo” estão entre os 15 candidatos a assumir julgamento de poderosos

Juiz Marcelo Ivo de Oliveira decretou a prisão de Jamil Name e Fahd Jamil e condenou Zeca Lopes por exploração sexual infanto-juvenil (Foto: Arquivo)

Quinze juízes se inscreveram no concurso de remoção para assumir a 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais de Campo Grande, que ficou vaga após a saída do juiz David de Oliveira Gomes Filho. Entre os cotados para assumir o julgamento de casos emblemáticos e de políticos e empresários poderosos, há magistrados que ganharam notoriedade por condenar, prender e bloquear bens de milionários e autoridades influentes em Mato Grosso do Sul.

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Lama Asfáltica: na 1ª sentença, juiz absolve Giroto e mais 5 pelo desvio de R$ 6,3 milhões

Ex-secretário de Obras, Edson Giroto, segue colecionando vitórias na Justiça. Ele já tinha conseguido afastar o juiz Bruno Cezar, da 3ª Vara Federal (Foto: Arquivo)

Na primeira sentença da Operação Lama Asfáltica na Justiça estadual, o juiz Roberto Ferreira Filho apontou “fragilidade” das provas e absolveu o ex-secretário estadual de Obras, Edson Giroto, e mais cinco pelo suposto desvio de R$ 6,307 milhões na obra de manutenção da MS-184 – o valor atualizado seria de R$ 9,889 milhões. Os réus foram inocentados dos crimes de peculato e falsidade ideológica e ficam livres de R$ 19,7 milhões aos cofres públicos.

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Empresário e médico viram réus e sofrem bloqueio de R$ 46 mi por desvios na saúde

Rodolfo Pinheiro Holsback vai responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e fraude em licitação (Foto: Arquivo)

A Justiça aceitou a denúncia contra o empresário Rodolfo Pinheiro Holsback e o médico Marcelo Henrique de Mello pelos crimes de corrupção passiva e ativa, fraude em licitações, associação criminosa, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Devido ao suposto desvio na saúde, eles ainda tiveram R$ 46,2 milhões bloqueados para garantir o ressarcimento dos cofres públicos.

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Juiz absolve advogado, guardas e Jamil Name Filho por ameaças e tentar calar testemunha

Jamil Name Filho foi absolvido das acusações de obstruir investigação por remover documentos e ameaçar testemunhas (Foto: Arquivo)

Sentença do juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, absolveu o empresário Jamil Name Filho, guardas municipais, policiais e o advogado Alexandre Gonçalves Franzoloso da denúncia de obstrução de investigação de organização criminosa. Eles foram acusados de ameaçar testemunhas, impedir delação premiada e remover documentos e armas para dificultar o trabalho da força-tarefa na Operação Omertà.

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Em prisão domiciliar, Rei da Fronteira vai continuar monitorado por tornozeleira

O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, negou pedido da defesa para a retirada da tornozeleira eletrônica do empresário Fahd Jamil, conhecido como Rei da Fronteira. Acusado de chefiar um grupo de extermínio na fronteira e réu por organização criminosa e corrupção, ele permanece em prisão domiciliar, mas poderá receber a visita da filha sem qualquer restrição.

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Omertà: juiz manda prender policial federal para cumprir pena por munições estrangeiras

Everaldo Monteiro de Assis teve a pena de prestação de serviços substituída pelo regime aberto pelo TJMS (Foto: Arquivo)

A Justiça determinou a prisão do policial federal Everaldo Monteiro de Assis, o Jabá, para iniciar o cumprimento da sentença por porte ilegal de munições estrangeiros. Alvo da primeira fase da Operação Omertá, deflagrada em 27 de setembro de 2019, ele teve a pena elevada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul para um ano de detenção e um ano de reclusão no regime aberto.

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