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STJ nega agravo e mantém empresa acusada de comprar vereadores réu na Coffee Break

Ministra Assusete Magalhães negou, junto com o voto de quatro ministros, agravo da Mil Tec (Foto: Arquivo)

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou agravo interno e manteve a Mil Tec Tecnologia da Informação como réu na ação de improbidade administrativa na Operação Coffee Break. A empresa fundada por João Roberto Baird, o Bill Gates Pantaneiro, é acusada de ter pago propina a vereadores para cassarem o mandato de Alcides Bernal (Progressistas) na madrugada do dia 13 de março de 2014.

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Coffee Break: no MDB de André, aliado critica Bernal e tergiversa sobre propina de R$ 1 mi

Ex-vereador diz que tentou ajudar, mas Bernal era temperamental e não tinha relação republicana com os poderes (Foto: Reprodução)

Principal articulador político de Alcides Bernal (Progressistas), o ex-vereador Paulo Pedra fez duras críticas ao ex-prefeito no depoimento, feito na última terça-feira (1º), do julgamento histórico da Operação Coffee Break. Ele tergiversou e evitou confirmar as declarações feitas em 2015 ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), de que houve compra de vereadores e recebeu proposta de R$ 1 milhão para votar a favor da cassação.

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TJ mantém bloqueio de R$ 16,9 milhões de juiz e esposa por fraude em precatório milionário

Aldo Ferreira só conseguiu sensibilizar o desembargador Marco André Nogueira Hanson (Foto: Arquivo)

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul manteve, pelo placar de 2 a 1, o bloqueio de R$ 16,945 milhões do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior e da esposa, a advogada Emmanuelle Alves Ferreira da Silva. O casal é réu por improbidade administrativa pela fraude no pagamento de precatório, que causou prejuízo de R$ 1,319 milhão aos cofres estaduais em 2011. O acórdão foi publicada nesta segunda-feira (7) no Diário Oficial da Justiça.

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Coffee Break: responsável por “cafezinho”, Elza envia atestado por covid-19 e não depõe

Elza Cristina ficou famosa com a divulgação das interceptações em que convidava os políticos para um “cafezinho” com João Amorim (Foto: Arquivo)

Acusada de ser a operadora da suposta organização criminosa comandada por João Amorim e famosa por marcar “cafezinho” com políticos e funcionários públicos, a empresária Elza Cristina Araújo dos Santos alegou estar com covid-19 e não compareceu para prestar depoimento na Operação Coffee Break. Ela seria ouvida na manhã desta terça-feira como testemunha de acusação arrolada pelo Ministério Público Estadual.

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Coffee Break: ex-vereadora muda depoimento, alivia para vereadores e surpreende juiz

Juiz questiona ex-vereadora sobre mudança de postura: uma no Gaeco e outra diante da Justiça (Foto: Reprodução)

Uma das principais testemunhas do histórico julgamento da Coffee Break, a ex-vereadora Luiza Ribeiro (PT) mudou o tom do depoimento, recuou das acusações contra os vereadores e acabou surpreendendo até o juiz. Na nova versão, apresentada durante 76 minutos na terça-feira (25), a aliada de Alcides Bernal (Progressistas) deixou de ver “crime” na articulação e cassação do ex-prefeito por parte dos 23 vereadores.

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Juiz anula seis questões e manda refazer etapas de concurso que reprovou 14 mil professores

Candidatos reprovados em concurso podem ganhar uma nova chance com sentença judicial (Foto: Arquivo)

Sentença do juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, determina a anulação de seis questões do polêmico concurso público do magistério, que reprovou 99,46% dos 14 mil inscritos em 2018. A Secretaria Estadual de Educação deverá validar as questões e republicar o resultado com a nova ordem de classificação.

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Coffee Break: testemunha nega desmentido e polícia deve investigar fraude em declaração

Adair da Mata confirma conversa com Raimundo Nonato de que prefeitura seria loteada após cassação de Bernal (Foto: Reprodução)

A polícia deve instaurar inquérito para apurar fraude em declaração incluída na ação por improbidade administrativa da Operação Coffee Break. Em depoimento no julgamento histórico na 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, na quarta-feira (26), servidor público manteve o depoimento de que houve acerto entre Gilmar Olarte (sem partido) e Nelsinho Trad (PSD) para cassar o prefeito Alcides Bernal (Progressistas) e dividir a administração da Capital.

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Coffee Break: as revelações de Alcides Bernal no depoimento de uma hora e 15 minutos

Juiz David de Oliveira Gomes Filho questiona ex-prefeito durante depoimento no julgamento histórico da Coffee Break (Foto: Reprodução)

No depoimento por uma hora e 15 minutos no julgamento histórico da Operação Coffee Break, na tarde desta terça-feira (25), o ex-prefeito Alcides Bernal (Progressistas) afirmou que os vereadores de Campo Grande atuavam como “cobradores das empresas” em vez de defender o interesse público. Entre as revelações, ele contou os pedidos feitos pelos políticos, como o atual presidente da Câmara Municipal, Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB).

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Em depoimento à Justiça, ex-deputado estadual diz que João Amorim é dono da Solurb

Paulo Siufi foi presidente da CPI do Calote, que apurou o não pagamento ás empresas e serviu de base para a cassação de Bernal (Foto: Arquivo)

O ex-deputado estadual Paulo Siufi (MDB) afirmou, no interrogatório do histórico julgamento da Coffee Break, que o empresário João Amorim é o dono da Solurb, concessionária do lixo em Campo Grande. A partir desta terça-feira (25), o juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, começa a ouvir as 64 testemunhas de acusação e defesa.

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Traído pelas mensagens, adjunto de Governo fica em apuros no interrogatório da Coffee Break

Réu, Flávio Cesar falou por uma hora durante audiência da Coffee Break (Foto: Arquivo)

Traído pelas mensagens, o ex-vereador Flávio César (PSDB) falou por uma hora em audiência da operação Coffee Break e afirmou que o próprio Ministério Público, agora autor da denúncia de complô na cassação de Alcides Bernal (PP), pressionou os vereadores a tomarem medidas contra o gestor, sob o risco de responderem por prevaricação. Para o réu, que ocupa o cargo de secretário-adjunto de Governo e Gestão Estratégica, a cassação de Bernal foi um caminho natural diante das manchetes dos jornais sobre uma Campo Grande abandonada.

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