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Justiça inocenta Fahd Jamil e Jamilzinho da execução de chefe de segurança da Assembleia

Militar foi executado às 6h30 do dia 11 de junho de 2018: juiz concluiu que faltam provas e impronúncia Fahd, Marcelo Rios e Jamil Name Filho (Foto: Arquivo)

Em mais uma derrota para a Operação Omertà, o juiz Aluizio Pereira do Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, inocentou os empresários Fahd Jamil, 80 anos, e Jamil Name Filho, 45, e o guarda municipal Marcelo Rios, 45, da execução do chefe de segurança da Assembleia Legislativa, Ilson Martins Figueiredo. Com a decisão, publicada nesta terça-feira (26), o brutal assassinato do sargento da Polícia Militar, ocorrido há quatro anos, caminha para se tornar mais um impune na história criminal de Mato Grosso do Sul.

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Policial federal, guarda e Jamilzinho vão a júri popular pela morte de Playboy da Mansão

Flagrante da execução do empresário Playboy da Mansão: o atirador seria Juanil Miranda Lima, que está foragido (Foto: Reprodução)

O policial federal Everaldo Monteiro de Assis, 62 anos, o guarda municipal Marcelo Rios, 44, e o empresário Jamil Name Filho, 45, vão à júri popular pela execução de Marcel Costa Hernandes Colombo, o Playboy da Mansão, ocorrida no dia 18 de dezembro de 2018. A decisão é do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que publicou a sentença de pronúncia na tarde desta terça-feira (22).

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“Testemunha secreta” pode ser citada em júri da morte de chefe de segurança da Assembleia

Depoimento da cozinheira da família Name poderá ser usado por Fahd Jamil no júri da morte do chefe de segurança da Assembleia Legislativa (Foto: Arquivo)

O depoimento da testemunha secreta na Operação Omertà, que foi cozinheira da família Name, poderá ser usado no júri sobre a execução do chefe de segurança da Assembleia Legislativa, o policial militar Ilson Martins Figueiredo. A decisão é do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que negou pedido da defesa do empresário Jamil Name Filho.

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Filho de Fahd teve cópia de depoimento sigiloso e testemunha secreta falou de seis homicídios

Flavinho e o pai, Fahd Jamil: Operação Omertà encontrou depoimento secreto na casa do herdeiro do rei da fronteira (Foto: Arquivo)

O empresário Flávio Jamil Georges, o Flavinho, filho do poderosíssimo Fahd Jamil, tinha cópia do depoimento sigiloso prestado pela funcionária da família Name ao Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos e Resgate a Assaltos e Sequestros) em abril de 2020. Ao ser ouvida formalmente pela Força-Tarefa criada para desvendar a série de execuções em Campo Grande, a testemunha secreta deu detalhes sobre homicídios ocorridos em Campo Grande.

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Independente do STJ, juiz quer marcar júri de Jamil Name Filho pela morte de universitário

Assassinato brutal de estudante de 20 anos ocorreu em abril de 2019. Ele teria sido morto por engano no lugar do pai (Foto: Arquivo)

O juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, pretende não esperar o Superior Tribunal de Justiça para levar a júri popular os acusados pelo brutal assassinato do universitário Matheus Coutinho Xavier, 20 anos, ocorrido em abril de 2019. Pela primeira vez, o empresário Jamil Name Filho pode ir a julgamento por homicídio em Mato Grosso do Sul.

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Fahd terá acesso ao depoimento sigiloso de funcionária dos Name sobre assassinato do filho

Fahd Jamil vai ter acesso a depoimento de funcionária de compadre que aponta Jamil Name como um dos suspeitos pela morte do seu filho (Foto: Arquivo)

O empresário Fahd Jamil terá acesso ao depoimento sigiloso e bombástico da funcionária da família Name sobre o assassinato do seu filho, Daniel Alvarez Georges, o Danielito, ocorrido em 2011. Novas revelações apontam que o rapaz pode ter sido executado pelo compadre do pai, Jamil Name, para manter o controle do jogo do bicho em Campo Grande.

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Perito conclui que Fahd Jamil não tem condições de saúde para permanecer em presídio

Lenda na fronteira, Fahd Jamil estaria bastante debilitado e não deve continuarem presídio, conforme perito (Foto: Arquivo)

A perícia do IMOL (Instituto Médico e Odontológico Legal) concluiu que o empresário Fahd Jamil, 79 anos, não tem condições para permanecer em um presídio. Preso desde 19 de abril deste ano, o Rei da Fronteira precisa de tratamento multidisciplinar. O relatório será base para o juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, decidir se acata o pedido da defesa para converter a prisão preventiva em domiciliar.

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Juiz manda prender pistoleiro foragido para cumprir pena pela morte de Paulo Magalhães

Condenado a 15 anos pela morte de Paulo Magalhães, ex-guarda municipal está foragido há um ano e meio (Foto: Arquivo)

A Justiça determinou a prisão do pistoleiro José Moreira Freires, o Zezinho, condenado a 15 anos pela execução do delegado aposentado Paulo Magalhães, ocorrida no dia 25 de junho de 2013. Sem a denúncia dos acusados de serem mandantes do crime, a sentença transitou em julgado, mas o único condenado está foragido desde maio de 2019.

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MPE denuncia Fahd e Jamil Name pela execução de chefe da segurança da Assembleia

Polícia não identificou os pistoleiros que executaram sargento da PM com tiros de fuzil (Foto: Arquivo)

A Força-Tarefa do Ministério Público Estadual denunciou os empresários Fahd Jamil, 79 anos, e Jamil Name, 81, como mandantes da execução do sargento Ilson Martins Figueiredo, chefe da segurança da Assembleia Legislativa. A investigação identificou até os intermediários, mas não conseguiu descobrir quem foram os pistoleiros que metralharam o policial militar na manhã de 11 de junho de 2018 na Avenida Guaicurus, em Campo Grande.

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Polícia indicia empresários e conselheiro do TCE pela morte do delegado Paulo Magalhães

Delegado foi fuzilado ao buscar filha na escola no Jardim dos Estados há sete anos (Foto: Arquivo)

A Força-Tarefa da Polícia Civil e o Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros) devem concluir nesta terça-feira (8) o inquérito da morte do delegado Paulo Magalhães, ocorrida no início da noite no dia 25 de junho de 2013. O grupo indiciou como mandantes da execução os empresários Jamil Name, 81 anos, Jamil Name Filho, 43, e o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Jerson Domingos, 69.

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