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Gaeco não encontra provas de que ex-presidente do TJ tentou ajudar grupo de extermínio

Promotores não encontraram provas de que desembargador ofereceu até R$ 3 milhões pelo silêncio de policial para proteger Jamil Name e Jami Name Filho (Foto: Arquivo)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) não encontrou provas de que o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Joenildo de Souza Chaves, tentou ajudar o suposto grupo de extermínio chefiado por Jamil Name e Jamil Name Filho. A pedido dos promotores, o juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal, determinou o arquivamento da investigação contra o magistrado.

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Réu por apoiar grupos de extermínio, investigador é promovido à classe especial

Operação Omertà prendeu policial, que foi promovido à classe especial nesta sexta, em junho do ano passado (Foto: Arquivo)

Por determinação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado foi obrigado a promover o investigador Célio Rodrigues Monteiro, o “Manga Rosa”, de 1ª para classe especial da Polícia Civil. Ele foi preso na Operação Omertà, deflagrada pelo Garras e Gaeco, e virou réu por ajudar os supostos grupos de extermínio comandados pelos empresários Jamil Name (morto), Jamil Name Filho, Fahd Jamil e Flávio Georges Corrêa, o Flavinho.

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Sem Name, seis grupos disputam jogo do bicho e contravenção entra, de novo, na mira da polícia

Cerca de 100 policiais foram às ruas hoje para identificar os novos atores do jogo do bicho em Campo Grande (Foto: Divulgação)

Nove meses após a Justiça determinar o fim da jogatina comandada pela família Name por 40 anos em Campo Grande, seis grupos disputam o “mercado” do jogo do bicho. Nesta sexta-feira (3), a Polícia Civil deflagrou a “Operação Deu Zebra” com o objetivo de combater à contravenção. Pelo menos 28 pessoas foram flagradas fazendo apostas e foram encaminhadas à delegacia.

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MPE pede que Fahd vá a júri por homicídio e é contra ouvir Peró de novo sobre morte de Danielito

Em prisão domiciliar, Fahd Jamil pode ir ao primeiro júri popular por homicídio (Foto: Arquivo)

O Ministério Público deu parecer para que o empresário Fahd Jamil vá a júri popular pelo assassinato do chefe da segurança Assembleia Legislativa, Ilson Martins Figueiredo. Por outro lado, os promotores são contra novo depoimento do titular do Garras, delegado Fábio Peró, para esclarecer o suposto envolvimento de Jamil Name com o desaparecimento do Daniel Alvarez Georges, o Danielito, filho do Rei da Fronteira, ocorrido em 2011.

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Advogados desmentem ex-vereadora e pedem bloqueio de mina de Jamil Name em MG

Advogado Rhiad Abdulahad, do empresário José Carlos de Oliveira, pediu o bloqueio de mina em nome de Jamil Name e de Tereza Domingos Name em Minas Gerais para garantir pagamento de indenização (Foto: Divulgação)

O empresário Jamil Name, preso desde setembro de 2019 na Operação Omertà, e a esposa, a ex-vereadora Tereza Domingos Name, são donos de uma mina em Minas Gerais. Além de desmentir a esposa, os advogados Rhiad Abdulahad e Danny Fabrício Cabral Gomes pediram o bloqueio da Mineradora Franca, em Gouveia (MG), em nome do casal, para garantir o pagamento da indenização de R$ 6,7 milhões ao empresário José Carlos de Oliveira.

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Esposa de Jamil Name, ex-vereadora afirma que marido “está senil” e “não existe mina”

Ex-vereadora é atuante na área social na Capital e recorreu a comentário nas redes sociais para falar da situação do marido (Foto: Arquivo)

A ex-vereadora Tereza Domingos Name, esposa de Jamil Name, reagiu às revelações feitas pelo empresário aos peritos, de que possui R$ 41 bilhões em precatórios e faturou R$ 1 bilhão com mina de ametista. “Ele (o marido) está senil… nada é verdadeiro”, comentou em uma postagem de O Jacaré na rede social, desqualificando as declarações feitas pelo marido aos peritos nomeados pela Justiça, que avaliam a sanidade mental do empresário.

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A peritos, Jamil Name diz faturar R$ 1 bilhão com mina e ter R$ 41 bilhões em precatórios

Empresário diz que valor líquido de precatórios, descontado impostos e deságios, seria de R$ 6 bilhões (Foto: Arquivo)

Acusado de chefiar grupo de extermínio, o empresário Jamil Name, 82 anos, revelou, em depoimento aos peritos nomeados pela Justiça, ser dono de uma fortuna rara. Além de ser dono de mina de ametista, que faturou R$ 1 bilhão, ele ainda contou ter direito a R$ 41 bilhões em precatórios, valor quase três vezes ao orçamento anual do Governo do Estado.

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Testemunha chave de acusação e defesa na Omertà é presa com vídeos pornôs com crianças

Peça chave em investigação, Eliane é acusada de armazenar vídeos pornográficos com crianças (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A Operação “Acalento”, da DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), prendeu, na manhã desta segunda-feira (7), Eliane Benitez Batalha dos Santos, testemunha chave da Operação Omertà, que levou para a cadeia os empresários Jamil Name e Jamil Name Filho. Ela é acusada de armazenar vídeos de pornografia envolvendo crianças e adolescentes.

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Juiz devolve Jamil Name a MS, mas mantém escolta até em UTI enquanto estiver em Mossoró

Família tenta transferir empresário de Mossoró para UTI de hospital particular de Brasília (Foto: Arquivo)

O juiz federal Walter Nunes da Silva Júnior, corregedor do Presídio Federal de Mossoró (RN), determinou o retorno de Jamil Name, 82 anos, a Mato Grosso do Sul. No entanto, ele não aceitou pedido da defesa nem determinação da Justiça estadual para suspender a escolta do empresário, acusado de chefiar um grupo de extermínio, mesmo estando intubado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em decorrência das complicações da covid-19.

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Pais, irmãos e avó pedem R$ 6,2 mi de indenização pela execução por engano de estudante

Matheus foi morto com sete tiros de fuzil AK47 no lugar do pai em abril de 2019 (Foto: Arquivo)

Os pais, os irmãos e a avó do estudante Matheus Coutinho Xavier, executado por engano com tiros de fuzil 762 (AK 47), ingressaram com pedido de indenização de R$ 6,2 milhões de Jamil Name, 82 anos, e Jamil Name Filho, 43. Conforme denúncia feita à Justiça, o jovem foi morto por pistoleiros contratados pelos empresários para vingar a pai, o capitão da reserva da Polícia Militar, Paulo Roberto Teixeira Xavier.

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