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Justiça inocenta Fahd Jamil e Jamilzinho da execução de chefe de segurança da Assembleia

Militar foi executado às 6h30 do dia 11 de junho de 2018: juiz concluiu que faltam provas e impronúncia Fahd, Marcelo Rios e Jamil Name Filho (Foto: Arquivo)

Em mais uma derrota para a Operação Omertà, o juiz Aluizio Pereira do Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, inocentou os empresários Fahd Jamil, 80 anos, e Jamil Name Filho, 45, e o guarda municipal Marcelo Rios, 45, da execução do chefe de segurança da Assembleia Legislativa, Ilson Martins Figueiredo. Com a decisão, publicada nesta terça-feira (26), o brutal assassinato do sargento da Polícia Militar, ocorrido há quatro anos, caminha para se tornar mais um impune na história criminal de Mato Grosso do Sul.

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Acusado de ajudar grupo de extermínio, delegado pega três anos por fuzil e ganha ação para receber R$ 70 mil

Obara é acusado de receber R$ 100 mil para sumir com provas em investigação de assassinato. (Foto: Arquivo)

Acusado de ajudar grupo de extermínio, o delegado Márcio Shiro Obara venceu ação contra o Governo do Estado em que exigia promoção à classe especial, topo da carreira, e pagamento de R$ 70 mil. A vitória na Justiça veio seis dias depois de uma condenação. O delegado foi condenado a três anos por crime do Sistema Nacional de Armas. Ao ser preso em 2020, ele foi  flagrado com fuzil e 784 munições.

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Em prisão domiciliar, Rei da Fronteira vai continuar monitorado por tornozeleira

O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, negou pedido da defesa para a retirada da tornozeleira eletrônica do empresário Fahd Jamil, conhecido como Rei da Fronteira. Acusado de chefiar um grupo de extermínio na fronteira e réu por organização criminosa e corrupção, ele permanece em prisão domiciliar, mas poderá receber a visita da filha sem qualquer restrição.

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Policial federal, guarda e Jamilzinho vão a júri popular pela morte de Playboy da Mansão

Flagrante da execução do empresário Playboy da Mansão: o atirador seria Juanil Miranda Lima, que está foragido (Foto: Reprodução)

O policial federal Everaldo Monteiro de Assis, 62 anos, o guarda municipal Marcelo Rios, 44, e o empresário Jamil Name Filho, 45, vão à júri popular pela execução de Marcel Costa Hernandes Colombo, o Playboy da Mansão, ocorrida no dia 18 de dezembro de 2018. A decisão é do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que publicou a sentença de pronúncia na tarde desta terça-feira (22).

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“Testemunha secreta” pode ser citada em júri da morte de chefe de segurança da Assembleia

Depoimento da cozinheira da família Name poderá ser usado por Fahd Jamil no júri da morte do chefe de segurança da Assembleia Legislativa (Foto: Arquivo)

O depoimento da testemunha secreta na Operação Omertà, que foi cozinheira da família Name, poderá ser usado no júri sobre a execução do chefe de segurança da Assembleia Legislativa, o policial militar Ilson Martins Figueiredo. A decisão é do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que negou pedido da defesa do empresário Jamil Name Filho.

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TJ mantém advogados livre de ação por obstruir investigação de organização criminosa

David Olindo cumpriu dever de advogado, conforme decisão de turma do Tribunal de Justiça (Foto: Arquivo)

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça negou pedido do Ministério Público Estadual e manteve a decisão de primeira instância que rejeitou a denúncia por obstrução de investigação de organização criminosa contra os advogados David Moura Olindo e Adailton Raulino Vicente da Silva. Eles foram denunciados por supostamente servir de “pombo-correio criminoso” dos empresários Jamil Name e Jamil Name Filho, que estavam presos no Presídio Federal de Mossoró.

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Juiz condena guardas a maiores penas e Jamil Name Filho a menor na 1ª sentença da Omertà

Jamil Name Filho, ao lado do pai, foi condenado pela primeira vez por denúncia feita na Operação Omertà (Foto: Arquivo)

A primeira sentença da Operação Omertà, publicada na sexta-feira (17), impôs as maiores penas aos guardas municipais pela manutenção do arsenal de guerra no “paiol” do grupo de extermínio no Jardim Monte Líbano. Acusado de ser chefe da organização criminosa, o empresário Jamil Name Filho foi condenado a quatro anos e seis meses de reclusão em regime fechado.

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Gaeco não encontra provas de que ex-presidente do TJ tentou ajudar grupo de extermínio

Promotores não encontraram provas de que desembargador ofereceu até R$ 3 milhões pelo silêncio de policial para proteger Jamil Name e Jami Name Filho (Foto: Arquivo)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) não encontrou provas de que o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Joenildo de Souza Chaves, tentou ajudar o suposto grupo de extermínio chefiado por Jamil Name e Jamil Name Filho. A pedido dos promotores, o juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal, determinou o arquivamento da investigação contra o magistrado.

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Residindo a 50 metros da praia, acusado de ser pistoleiro de Fahd Jamil morre em confronto em SC

Thyago vivia em apartamento na praia dos Ingleses, uma das mais famosas de Florianópolis (Foto: Reprodução O Jacaré)

Réu por integrar a organização criminosa e de ser o pistoleiro do empresário Fahd Jamil, o rei da fronteira, Thyago Machado Abdul Ahad estava foragido há um ano e residia a 50 metros da Praia dos Ingleses, área nobre de Florianópolis (SC). Na manhã desta sexta-feira, ele morreu em confronto com a Polícia Civil de Santa Catarina.

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Advogados desmentem ex-vereadora e pedem bloqueio de mina de Jamil Name em MG

Advogado Rhiad Abdulahad, do empresário José Carlos de Oliveira, pediu o bloqueio de mina em nome de Jamil Name e de Tereza Domingos Name em Minas Gerais para garantir pagamento de indenização (Foto: Divulgação)

O empresário Jamil Name, preso desde setembro de 2019 na Operação Omertà, e a esposa, a ex-vereadora Tereza Domingos Name, são donos de uma mina em Minas Gerais. Além de desmentir a esposa, os advogados Rhiad Abdulahad e Danny Fabrício Cabral Gomes pediram o bloqueio da Mineradora Franca, em Gouveia (MG), em nome do casal, para garantir o pagamento da indenização de R$ 6,7 milhões ao empresário José Carlos de Oliveira.

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