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Com aval do Gaeco, juiz prorroga prisão domiciliar de rei da fronteira por mais seis meses

Fahd Jamil se entregou em abril do ano passado após ficar foragido por 10 meses (Foto: Arquivo/G1MS)

Com aval do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), o juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, prorrogou por mais seis meses a prisão domiciliar do poderosíssimo empresário Fahd Jamil, 79 anos. A prisão preventiva do rei da fronteira foi mantida, mas ele vai permanecer na residência devido aos graves problemas de saúde atestados por perito judicial.

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Filho de Fahd teve cópia de depoimento sigiloso e testemunha secreta falou de seis homicídios

Flavinho e o pai, Fahd Jamil: Operação Omertà encontrou depoimento secreto na casa do herdeiro do rei da fronteira (Foto: Arquivo)

O empresário Flávio Jamil Georges, o Flavinho, filho do poderosíssimo Fahd Jamil, tinha cópia do depoimento sigiloso prestado pela funcionária da família Name ao Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos e Resgate a Assaltos e Sequestros) em abril de 2020. Ao ser ouvida formalmente pela Força-Tarefa criada para desvendar a série de execuções em Campo Grande, a testemunha secreta deu detalhes sobre homicídios ocorridos em Campo Grande.

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Juiz condena guardas a maiores penas e Jamil Name Filho a menor na 1ª sentença da Omertà

Jamil Name Filho, ao lado do pai, foi condenado pela primeira vez por denúncia feita na Operação Omertà (Foto: Arquivo)

A primeira sentença da Operação Omertà, publicada na sexta-feira (17), impôs as maiores penas aos guardas municipais pela manutenção do arsenal de guerra no “paiol” do grupo de extermínio no Jardim Monte Líbano. Acusado de ser chefe da organização criminosa, o empresário Jamil Name Filho foi condenado a quatro anos e seis meses de reclusão em regime fechado.

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Quebra de sigilo de celular pode revelar ligação de ex-comandante da PM com jogo do bicho

Coronel Ivan (de azul) ao deixar o Garras em maio (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A quebra do sigilo dos dados do telefone celular pode revelar a ligação do ex-deputado estadual e ex-comandante da Polícia Militar, coronel José Ivan de Almeida, com o jogo do bicho. A juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, autorizou acesso do Garras (Delegacia Especializada na Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros) às mensagens do aparelho apreendido no dia 26 de maio deste ano.

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Ex-comandante da PM ameaçou “pendurar” empresário, esposa e filha ao cobrar dívida

Coronel Ivan foi preso em flagrante pelo Garras: juiz determinou a soltura do ex-deputado mediante monitoramento eletrônico (Foto: Mariana Rodrigues/Campo Grande News)

O ex-comandante da Polícia Militar e ex-deputado estadual, coronel José Ivan de Almeida (MDB), fez ameaças para obrigar o empresário a assinar promissória de R$ 450 mil, doar terreno em residencial de luxo e dar parte da participação na empresa de hidráulica. O oficial ainda ameaçou pendurar o engenheiro, a sua esposa e filha para força-lo a dar a caminhonete como parte do pagamento da dívida com o arquiteto Patrick Samuel Georges Issa, 43.

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Ex-deputado é preso em flagrante ao extorquir empresário para sobrinho de Fahd Jamil

Coronel chega ao Garras após ser preso em flagrante extorquindo empresário (Foto: Leonardo França/Midiamax)

O ex-deputado estadual e ex-comandante da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel José Ivan de Almeida, 66 anos, foi preso em flagrante ao extorquir um empresário de Campo Grande. Apesar de a vítima já ter pago R$ 250 mil referente a uma dívida de R$ 80 mil, o oficial e o policial civil aposentado Reginaldo Freitas Rodrigues estavam cobrando para o arquiteto Patrick Samuel Georges Issa, 43, sobrinho do empresário Fahd Jamil, preso desde 19 de abril deste ano na Operação Omertà.

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“Rei da Fronteira” vira réu por execuções de policial civil e pistoleiro para vingar filho

Richelieu de Carlo
Fahd ao lado do afilhado, Jamilzinho, e do compaadre, Jamil Name (Foto: Arquivo)

A Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu tornar réu o empresário Fahd Jamil, conhecido como “Rei da Fronteira”, no processo pela morte do policial civil Anderson Celin Gonçalves da Silva, 36 anos, e do pistoleiro Alberto Aparecido Roberto Nogueira, 55, o Betão. O crime ocorreu em abril de 2016. Os corpos de ambos foram encontrados em uma caminhonete Hilux, na região do lixão de Bela Vista, saída para Caracol. Para a acusação, Fahd mandou matar os dois para vingar a morte do filho Daniel Georges.

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Com enfermeira 24h, Fahd vai completar um mês na cadeia e sentar pela 1ª vez no banco dos réus

Fahd Jamil respira com ajuda de oxigênio e conta com profissional de enfermagem 24h por dia na cela do Garras (Foto: Arquivo)

Acompanhado por profissional de enfermagem 24 horas, o poderosíssimo empresário Fahd Jamil, conhecido como rei da fronteira, deve completar um mês na cadeia. Acusado de chefiar um grupo de extermínio na fronteira, ele se entregou no dia 19 do mês passado e aguarda a realização de exames para ter o pedido de prisão domiciliar ser analisado pelo juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande.

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Fahd e filho queriam por Galã em presídio federal para matar integrantes do PCC na fronteira

Segurança foi reforçada no dia da prisão do rei da fronteira por causa da guerra com o PCC (Foto: Arquivo)

Os empresários Fahd Jamil, 79 anos, e o filho, Flávio Corrêa Jamil Georges, o Flavinho, 43, atuaram nos bastidores para transferir Elton Leonel Rumich da Silva, o Galã, para um presídio federal. Com o isolamento do líder de uma das maiores facções criminosas do País, eles pretendiam eliminar os integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

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Deputado vira réu por estelionato e denúncia falsa após sustar cheque de R$ 200 mil

Deputado vira réu por emitir cheque e negar assinatura no final de 2011 (Foto: Arquivo)

O deputado estadual Jamilson Lopes Name (sem partido) virou réu em mais uma ação penal na Justiça. O juiz Márcio Alexandre Wust, da 6ª Vara Criminal de Campo Grande, aceitou a denúncia por estelionato mediante frustração de pagamento, falsidade ideológica e denunciação caluniosa referente aos supostos crimes cometidos entre os anos de 2011 e 2013.

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