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Réu por apoiar grupos de extermínio, investigador é promovido à classe especial

Operação Omertà prendeu policial, que foi promovido à classe especial nesta sexta, em junho do ano passado (Foto: Arquivo)

Por determinação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado foi obrigado a promover o investigador Célio Rodrigues Monteiro, o “Manga Rosa”, de 1ª para classe especial da Polícia Civil. Ele foi preso na Operação Omertà, deflagrada pelo Garras e Gaeco, e virou réu por ajudar os supostos grupos de extermínio comandados pelos empresários Jamil Name (morto), Jamil Name Filho, Fahd Jamil e Flávio Georges Corrêa, o Flavinho.

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Ex-servidor, pai e cunhado são condenados por desviar R$ 558,2 mil por sete anos do TJ

Dinheiro desviado do Tribunal de Justiça corrigido pela inflação soma R$ 1,2 milhão (Foto: Arquivo)

O ex-funcionário público Alex Armôa Teixeira foi condenado, junto com o pai e o cunhado, pelo desvio de R$ 558,2 mil – o valor atualizado pela inflação corresponde a R$ 1,2 milhão – pelo período de sete anos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Eles foram condenados a pagar R$ 1,116 milhão corrigidos, sendo o ressarcimento de R$ 558,2 mil e multa civil no mesmo valor, a perda de eventual cargo público e a suspensão dos direitos políticos por até 10 anos.

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Sem Name, seis grupos disputam jogo do bicho e contravenção entra, de novo, na mira da polícia

Cerca de 100 policiais foram às ruas hoje para identificar os novos atores do jogo do bicho em Campo Grande (Foto: Divulgação)

Nove meses após a Justiça determinar o fim da jogatina comandada pela família Name por 40 anos em Campo Grande, seis grupos disputam o “mercado” do jogo do bicho. Nesta sexta-feira (3), a Polícia Civil deflagrou a “Operação Deu Zebra” com o objetivo de combater à contravenção. Pelo menos 28 pessoas foram flagradas fazendo apostas e foram encaminhadas à delegacia.

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Gaeco pede a condenação de Olarte por mais 10 fatos e pela compra de R$ 4,1 mi em imóveis

Ex-prefeito pode ter pena ampliada a pedido do Gaeco (Foto: Arquivo)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) pediu a condenação do ex-prefeito Gilmar Antunes Olarte (sem partido) e da ex-primeira-dama Andréia Nunes Zanelato (MDB) por mais 10 fatos e pela lavagem R$ 4,190 milhões em imóveis. As razões constam do recurso apresentado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul contra a sentença do juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande.

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Advogado afirma que sentença de ex-vereadora Magali foi “absurda” e “pesada demais”

Condenada a sete anos, ex-vereadora recorreu e aposta em revisão na pena no TJMS (Foto: Arquivo)

O advogado Carlos Marques afirmou que a sentença da juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal, foi “absurda” e “pesada demais” por ter condenado a ex-vereadora Magali Picarelli (MDB) a sete anos de prisão no regime semiaberto. Ele anunciou que recorreu da decisão e aponta em revisão no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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Quebra de sigilo de celular pode revelar ligação de ex-comandante da PM com jogo do bicho

Coronel Ivan (de azul) ao deixar o Garras em maio (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A quebra do sigilo dos dados do telefone celular pode revelar a ligação do ex-deputado estadual e ex-comandante da Polícia Militar, coronel José Ivan de Almeida, com o jogo do bicho. A juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, autorizou acesso do Garras (Delegacia Especializada na Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros) às mensagens do aparelho apreendido no dia 26 de maio deste ano.

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Ex-comandante da PM ameaçou “pendurar” empresário, esposa e filha ao cobrar dívida

Coronel Ivan foi preso em flagrante pelo Garras: juiz determinou a soltura do ex-deputado mediante monitoramento eletrônico (Foto: Mariana Rodrigues/Campo Grande News)

O ex-comandante da Polícia Militar e ex-deputado estadual, coronel José Ivan de Almeida (MDB), fez ameaças para obrigar o empresário a assinar promissória de R$ 450 mil, doar terreno em residencial de luxo e dar parte da participação na empresa de hidráulica. O oficial ainda ameaçou pendurar o engenheiro, a sua esposa e filha para força-lo a dar a caminhonete como parte do pagamento da dívida com o arquiteto Patrick Samuel Georges Issa, 43.

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“Rei da Fronteira” vira réu por execuções de policial civil e pistoleiro para vingar filho

Richelieu de Carlo
Fahd ao lado do afilhado, Jamilzinho, e do compaadre, Jamil Name (Foto: Arquivo)

A Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu tornar réu o empresário Fahd Jamil, conhecido como “Rei da Fronteira”, no processo pela morte do policial civil Anderson Celin Gonçalves da Silva, 36 anos, e do pistoleiro Alberto Aparecido Roberto Nogueira, 55, o Betão. O crime ocorreu em abril de 2016. Os corpos de ambos foram encontrados em uma caminhonete Hilux, na região do lixão de Bela Vista, saída para Caracol. Para a acusação, Fahd mandou matar os dois para vingar a morte do filho Daniel Georges.

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Coffee Break: vereadores e políticos se complicam ao explicar ligações de João Amorim

Richelieu de Carlo e Edivaldo Bitencourt
Cafezinho de João Amorim tem colocado ex e atuais vereadores em saia justa no julgamento histórico da Coffee Break (Foto: Arquivo)

Interceptações telefônicas da Polícia Federal estão complicando os vereadores no histórico julgamento da Operação Coffee Break, que começou na terça-feira (18) na 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos. Eles insistem que a cassação do prefeito Alcides Bernal (Progressistas) foi resultado de atuação política, mas não conseguem explicar ou se contradizem sobre os diálogos telefônicos com o poderoso empresário João Amorim, suspeito de ser sócio oculto da Solurb.

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Com enfermeira 24h, Fahd vai completar um mês na cadeia e sentar pela 1ª vez no banco dos réus

Fahd Jamil respira com ajuda de oxigênio e conta com profissional de enfermagem 24h por dia na cela do Garras (Foto: Arquivo)

Acompanhado por profissional de enfermagem 24 horas, o poderosíssimo empresário Fahd Jamil, conhecido como rei da fronteira, deve completar um mês na cadeia. Acusado de chefiar um grupo de extermínio na fronteira, ele se entregou no dia 19 do mês passado e aguarda a realização de exames para ter o pedido de prisão domiciliar ser analisado pelo juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande.

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