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Filho de Fahd teve cópia de depoimento sigiloso e testemunha secreta falou de seis homicídios

Flavinho e o pai, Fahd Jamil: Operação Omertà encontrou depoimento secreto na casa do herdeiro do rei da fronteira (Foto: Arquivo)

O empresário Flávio Jamil Georges, o Flavinho, filho do poderosíssimo Fahd Jamil, tinha cópia do depoimento sigiloso prestado pela funcionária da família Name ao Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos e Resgate a Assaltos e Sequestros) em abril de 2020. Ao ser ouvida formalmente pela Força-Tarefa criada para desvendar a série de execuções em Campo Grande, a testemunha secreta deu detalhes sobre homicídios ocorridos em Campo Grande.

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TJ mantém advogados livre de ação por obstruir investigação de organização criminosa

David Olindo cumpriu dever de advogado, conforme decisão de turma do Tribunal de Justiça (Foto: Arquivo)

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça negou pedido do Ministério Público Estadual e manteve a decisão de primeira instância que rejeitou a denúncia por obstrução de investigação de organização criminosa contra os advogados David Moura Olindo e Adailton Raulino Vicente da Silva. Eles foram denunciados por supostamente servir de “pombo-correio criminoso” dos empresários Jamil Name e Jamil Name Filho, que estavam presos no Presídio Federal de Mossoró.

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Réu por apoiar grupos de extermínio, investigador é promovido à classe especial

Operação Omertà prendeu policial, que foi promovido à classe especial nesta sexta, em junho do ano passado (Foto: Arquivo)

Por determinação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado foi obrigado a promover o investigador Célio Rodrigues Monteiro, o “Manga Rosa”, de 1ª para classe especial da Polícia Civil. Ele foi preso na Operação Omertà, deflagrada pelo Garras e Gaeco, e virou réu por ajudar os supostos grupos de extermínio comandados pelos empresários Jamil Name (morto), Jamil Name Filho, Fahd Jamil e Flávio Georges Corrêa, o Flavinho.

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Ex-servidor, pai e cunhado são condenados por desviar R$ 558,2 mil por sete anos do TJ

Dinheiro desviado do Tribunal de Justiça corrigido pela inflação soma R$ 1,2 milhão (Foto: Arquivo)

O ex-funcionário público Alex Armôa Teixeira foi condenado, junto com o pai e o cunhado, pelo desvio de R$ 558,2 mil – o valor atualizado pela inflação corresponde a R$ 1,2 milhão – pelo período de sete anos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Eles foram condenados a pagar R$ 1,116 milhão corrigidos, sendo o ressarcimento de R$ 558,2 mil e multa civil no mesmo valor, a perda de eventual cargo público e a suspensão dos direitos políticos por até 10 anos.

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Sem Name, seis grupos disputam jogo do bicho e contravenção entra, de novo, na mira da polícia

Cerca de 100 policiais foram às ruas hoje para identificar os novos atores do jogo do bicho em Campo Grande (Foto: Divulgação)

Nove meses após a Justiça determinar o fim da jogatina comandada pela família Name por 40 anos em Campo Grande, seis grupos disputam o “mercado” do jogo do bicho. Nesta sexta-feira (3), a Polícia Civil deflagrou a “Operação Deu Zebra” com o objetivo de combater à contravenção. Pelo menos 28 pessoas foram flagradas fazendo apostas e foram encaminhadas à delegacia.

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Gaeco pede a condenação de Olarte por mais 10 fatos e pela compra de R$ 4,1 mi em imóveis

Ex-prefeito pode ter pena ampliada a pedido do Gaeco (Foto: Arquivo)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) pediu a condenação do ex-prefeito Gilmar Antunes Olarte (sem partido) e da ex-primeira-dama Andréia Nunes Zanelato (MDB) por mais 10 fatos e pela lavagem R$ 4,190 milhões em imóveis. As razões constam do recurso apresentado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul contra a sentença do juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande.

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Advogado afirma que sentença de ex-vereadora Magali foi “absurda” e “pesada demais”

Condenada a sete anos, ex-vereadora recorreu e aposta em revisão na pena no TJMS (Foto: Arquivo)

O advogado Carlos Marques afirmou que a sentença da juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal, foi “absurda” e “pesada demais” por ter condenado a ex-vereadora Magali Picarelli (MDB) a sete anos de prisão no regime semiaberto. Ele anunciou que recorreu da decisão e aponta em revisão no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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Quebra de sigilo de celular pode revelar ligação de ex-comandante da PM com jogo do bicho

Coronel Ivan (de azul) ao deixar o Garras em maio (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

A quebra do sigilo dos dados do telefone celular pode revelar a ligação do ex-deputado estadual e ex-comandante da Polícia Militar, coronel José Ivan de Almeida, com o jogo do bicho. A juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, autorizou acesso do Garras (Delegacia Especializada na Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros) às mensagens do aparelho apreendido no dia 26 de maio deste ano.

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Ex-comandante da PM ameaçou “pendurar” empresário, esposa e filha ao cobrar dívida

Coronel Ivan foi preso em flagrante pelo Garras: juiz determinou a soltura do ex-deputado mediante monitoramento eletrônico (Foto: Mariana Rodrigues/Campo Grande News)

O ex-comandante da Polícia Militar e ex-deputado estadual, coronel José Ivan de Almeida (MDB), fez ameaças para obrigar o empresário a assinar promissória de R$ 450 mil, doar terreno em residencial de luxo e dar parte da participação na empresa de hidráulica. O oficial ainda ameaçou pendurar o engenheiro, a sua esposa e filha para força-lo a dar a caminhonete como parte do pagamento da dívida com o arquiteto Patrick Samuel Georges Issa, 43.

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“Rei da Fronteira” vira réu por execuções de policial civil e pistoleiro para vingar filho

Richelieu de Carlo
Fahd ao lado do afilhado, Jamilzinho, e do compaadre, Jamil Name (Foto: Arquivo)

A Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu tornar réu o empresário Fahd Jamil, conhecido como “Rei da Fronteira”, no processo pela morte do policial civil Anderson Celin Gonçalves da Silva, 36 anos, e do pistoleiro Alberto Aparecido Roberto Nogueira, 55, o Betão. O crime ocorreu em abril de 2016. Os corpos de ambos foram encontrados em uma caminhonete Hilux, na região do lixão de Bela Vista, saída para Caracol. Para a acusação, Fahd mandou matar os dois para vingar a morte do filho Daniel Georges.

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