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Fetems consegue reajuste de até 37% e garante novo piso a professores de 35 cidades

Professores de Dourados estão em greve desde o dia 13: prefeito Alan Guedes só teve dinheiro para elevar o próprio salário em 58,64%, mas só aceita dar aumento de 18,86% em três parcelas ao magistério (Foto: Arquivo)

Em meio a greve e protestos, a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) já conseguiu acordo com prefeitos de aproximadamente 35 dos 79 municípios para pagar o novo piso nacional do magistério. Os reajustes variam de 6,42% a 37%. Seis prefeituras vão repassar o reajuste de 33,24%, que elevará o piso para R$ 3.845,63.

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Após fiasco, Governo abre concurso com menos vagas e prevê contratar 722 professores

Quatro anos após o fiasco do concurso público realizado pela Funrio, que reprovou 99% dos inscritos, o Governo do Estado lançou o edital com menos vagas e prevê a contratação de 722 professores. As inscrições serão realizadas a partir de sexta-feira (25) até o dia 15 de março deste ano. O certame deverá formar cadastro reserva de 3,6 mil aprovados e o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assumiu o compromisso de efetivar mil ainda neste ano.

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Professores protestam contra discriminação de convocados, que recebem 47% menos em MS

Professores protestaram na manhã de hoje contra a discriminação tucana: pagar salário 47% inferior a professor só porque ele não é concursado (Foto: Divulgação)

Centenas de professores protestaram, na manhã desta quarta-feira (2), contra o pagamento de salário 47% menor aos convocados em Mato Grosso do Sul. Desde julho de 2019, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) passou a discriminar os docentes, pagando salário maior aos concursados, mesmo tendo a mesma formação e a mesma jornada de trabalho dos temporários.

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Além dos 10%, professores da rede estadual devem ter reajuste extra de 20% com novo piso

Professores da rede estadual deverão ter novo reajuste para cumprir a lei estadual do piso do magistério (Foto: Arquivo)

Além do reajuste linear de 10%, o Governo do Estado será obrigado por lei a conceder correção extra de 20% no salário dos cerca de 9 mil professores efetivos da rede estadual de ensino. Com o aumento de 33,24% no piso nacional do magistério, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) será obrigado a complementar.

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Com alta de 33%, 74 cidades não cumprem piso e podem elevar salário de professor em até 100%

Professores vão aumento de 33,24% após o piso ficar congelado por dois anos consecutivos (Foto: Arquivo)

Com o reajuste de 33,24%, autorizado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), o piso nacional do magistério vai saltar de R$ 2.886,24 para R$ 3.845,63, de acordo com o Ministério da Educação. Em Mato Grosso do Sul, apenas cinco municípios pagam valor acima do novo valor. Isso significa que 74 prefeituras vão ser obrigadas a corrigir o valor do salário e os professores poderão ter reajuste de até 100%, conforme levantamento da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação).

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FETEMS lança Campanha para Igualdade Salarial entre Professores(as) Convocados(as) e Efetivos(as) – “Chega de Injustiça!”

Pos Parceiro

A FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) Campanha para igualdade salarial entre Professores(as) Convocados(as) e Efetivos(as) – “Chega de Injustiça!”, para que o Governo do Estado equipare o salário dos(as) Professores(as) Convocados(as) com o dos(as) Efetivos(as), que está defasado em aproximadamente 47,7%, mesmo fazendo o mesmo trabalho e tendo a mesma formação, os professores convocados ganham somente a metade equivalente do salário.

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Entidades afirmam que exame toxicológico é “inconcebível, absurdo e criminaliza” professor

Presidente da Fetems, Jaime Teixeira, cutuca e diz que vereador deveria ser o primeiro a fazer exame toxicológico para detectar drogas ilícitas (Foto: Arquivo)

Entidades dos trabalhadores em educação reagiram ao projeto de lei do vereador Tiago Vargas (PSD), que obriga a realização de exame toxicológico para detectar drogas ilícitas anual nos professores da rede municipal de ensino. A proposta foi classificada como “absurda”, “inconcebível” e que “criminaliza” os docentes. “É perda de tempo e dinheiro ter um vereador fazendo projeto desse tipo”, criticou Jaime Teixeira, presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul).

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Servidores administrativos da educação terão reajuste salarial de 14% a 23% a partir de 2022

Riedel comandou reunião com representantes da Fetems e da Feserp para fechar acordo sobre reajuste dos administrativos da educação (Foto: Divulgação)

O Governo do Estado deverá promover reajuste salarial de 14% a 23% nos salários dos cerca de 6 mil servidores administrativas da educação a partir de janeiro de 2022. A categoria será uma das principais a ser beneficiada pelo pacote previsto para ser encaminhado na próxima semana à Assembleia Legislativa pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Os salários dos 75 mil funcionários estaduais estão congelados desde 2018.

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A pedido da Fetems, juiz concede liminar para professora gestante continuar no teletrabalho

Com retorno de 100% dos alunos à aula presencial, Fetems obtém tutela antecipada para proteger professoras gestantes (Foto: Arquivo)

O juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, concedeu liminar para determinar que as gestantes não vacinadas contra a covid-19 ou tenham recomendação medicação para manterem-se em teletrabalho não retornem à atividade presidencial. O pedido foi feito pela Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul).

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Em protesto com 5 mil no Centro, manifestantes criticam inflação e lembram escândalo com Michelle

Milhares voltaram às ruas em mais um protesto pelo impeachment de Bolsonaro (Foto: Sueli Veiga/Divulgação)

Cerca de 5 mil pessoas, segundo a organização, participaram do protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na manhã deste sábado (2) nas ruas centrais de Campo Grande. Além do impeachment, os manifestantes criticaram o aumento no preço dos alimentos e dos combustíveis. Também lembraram do escândalo envolvendo a primeira-dama Michelle Bolsonaro, que conseguia empréstimos com juros mais baixos para os amigos na Caixa Econômica Federal.

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