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Coffee Break: vereadores e políticos se complicam ao explicar ligações de João Amorim

Richelieu de Carlo e Edivaldo Bitencourt
Cafezinho de João Amorim tem colocado ex e atuais vereadores em saia justa no julgamento histórico da Coffee Break (Foto: Arquivo)

Interceptações telefônicas da Polícia Federal estão complicando os vereadores no histórico julgamento da Operação Coffee Break, que começou na terça-feira (18) na 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos. Eles insistem que a cassação do prefeito Alcides Bernal (Progressistas) foi resultado de atuação política, mas não conseguem explicar ou se contradizem sobre os diálogos telefônicos com o poderoso empresário João Amorim, suspeito de ser sócio oculto da Solurb.

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CNJ descobre “três equívocos” em precatório que deu prejuízo de R$ 19,6 milhões a MS

Agesul pagou R$ 15,5 milhões a mais em precatório e só recorreu à Justiça após “erro” ser descoberto pelo CNJ (Foto: Arquivo)

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) descobriu “três equívocos” no cálculo do precatório, que acabaram dando prejuízo milionário à Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). Como só duas pessoas aceitaram devolver espontaneamente R$ 1,4 milhão, o Governo ingressou com ação civil pública na Justiça para receber R$ 19,608 milhões desviados dos cofres públicos estaduais.

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TCE descobre superfaturamento de 506% e prefeito anula licitação de R$ 6,8 milhões em Corumbá

Marcelo Iunes, ao lado do governador, anulou licitação após TCE descobrir irregularidades gravíssimas (Foto: Arquivo)

Mais um escândalo marca a gestão do prefeito de Corumbá, Marcelo Iunes (PSDB). Desta vez, o Tribunal de Contas do Estado encontrou indícios de restrições à competitividade, irregularidades gravíssimas e superfaturamento de 506% em obra a ser executada com recursos do Fonplata (Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata). Ao invés de corrigir o edital, o tucano decidiu anular a licitação de R$ 6,899 milhões, conforme o Diário Oficial de quarta-feira.

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Governo recua e elimina “proibida de licitar” de contrato milionário com a Fazenda

Mesmo vetada por não cumprir contratos com o poder público, empresa chegou a ser classificada para ganhar contrato milionário (Foto: Arquivo)

A repercussão não pegou bem e o Governo do Estado recou da decisão de classificar a Produserv Serviços Eireli, que estava proibida de participar de licitações públicas até junho de 2021. Conforme despacho publicado em edição extra do Diário Oficial, a empresa paraense foi excluída e perdeu o contrato de R$ 60,093 milhões para fornecer mão de obra para a Secretaria Estadual de Fazenda.

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Covidão: Gaeco investiga desvio no combate à covid em Dourados, epicentro da pandemia

Operação Contágio apura desvio de recursos destinados ao combate à pandemia, mais um escândalo da gestão Délia Razuk (Foto: Dourados Agora)

O escândalo de desvio de dinheiro destinado ao combate ao coronavírus pode envolver autoridades de Dourados, primeiro epicentro da doença no Estado, com 3.529 casos confirmados e 46 mortes. O Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado) deflagrou a Operação Contágio nesta quarta-feira (15), onde cumpre 14 mandados de busca e apreensão e 12 de afastamento de servidores e empresários.

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Juiz condena Olarte e Bernal a ressarcir erário e pagar R$ 2,5 milhões por fraude em convênios

Olarte vai pagar multa de R$ 1,5 milhão, enquanto Bernal mais R$ 1 milhão (Foto: Arquivo)

Sentença judicial condenou os ex-prefeitos de Campo Grande, Alcides Bernal (Progessista) e Gilmar Antunes Olarte, pelas fraudes nos convênios com a Omep e Seleta. Além de ressarcir os cofres públicos pelos prejuízos causados, eles deverão pagar multa de R$ 2,5 milhões e ter os direitos políticos por até seis anos. O senador Nelsinho Trad (PSD) se livrou do julgamento graças ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, que mandou excluí-lo da denúncia.

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Juiz aceitou propina de R$ 429 mil para liberar R$ 3,3 milhões em precatórios, diz TV

De acordo com nova denúncia, juiz recebeu propina para liberar precatório por meio do escritório de advocacia da esposa (Foto: Arquivo)

O juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior recebeu R$ 429 mil em propinas para liberar R$ 3,319 milhões em precatórios do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, segundo a TV Morena. Em denúncia encaminhada à corte, a Procuradoria-Geral de Justiça pede o ressarcimento de R$ 1,3 milhão, referente a precatório inexistente, pagamento de indenização por danos morais de R$ 9 milhões e a perda do cargo de magistrado.

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STJ mantém “vereador sem voto”, que chamou empreiteiro de chefe, réu na Coffee Break

Ex-secretário foi flagrado pela PF tentando meios de pagar empresas de João Amorim (Foto: Arquivo)

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou, por unanimidade, agravo interno do ex-secretário municipal de Planejamento e Finanças e procurador jurídico da Câmara Municipal, André Luiz Scaff. Conhecido como “vereador sem voto”, pela influência por décadas no legislativo, ele continua como réu por improbidade administrativa na Operação Coffee Break, que desvendou conluio para cassar o mandato do prefeito Alcides Bernal (PP) em março de 2014.

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Escândalos se sucedem sem precedentes, mas não abalam “prestígio” de políticos em 2019

Governador é investigado na Vostok, enquanto o filho é réu por mandar roubar propina de Polaco (Foto: Arquivo)

Os escândalos de corrupção foram ostensivos e se sucederam de maneira sem precedentes na história de 40 anos de Mato Grosso do Sul, mas não o “prestígio” nem a “popularidade” dos políticos. Os fatos que marcaram 2019 vão desde o filho do governador réu por mandar roubar propina até suspeita de compra de sentença envolvendo senador da República e desembargador.

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Réu por peculato e corrupção, deputado fica livre da obrigação de comparecer em juízo

Gerson Claro continua proibido de manter contato com funcionários do Detran e outros réus na Operação Antivírus (Foto: Luciana Nassar/ALMS)

A Justiça estadual livrou o deputado estadual Gerson Claro (Progressista), réu por peculato, organização criminosa e corrupção no suposto desvio milionário do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), do cumprimento de apenas uma medida cautelar. No entanto, ele continua proibido de manter contato com os demais réus e de frequentar as unidades do órgão de trânsito.

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