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Condenado por corrupção a 10 anos, ex-vereador é coordenador político de Reinaldo em Dourados

Richelieu de Carlo
Paulo Henrique, o Bambu, foi condenado a 10 anos e seis meses de prisão, mas ganha salário de R$ 12,5 mil do governador Reinaldo (Foto: Arquivo)

Condenado a dez anos e seis meses de prisão em regime fechado por corrupção, o ex-vereador Paulo Henrique Amos Ferreira, o Bambu, do Patriota, ganha salário de R$ 12,5 mil e é o coordenador regional do Governo do Estado em Dourados. Ele foi nomeado para o cargo pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Cassado por causa do “mensalinho” em 2011, o político é assessor da Segov (Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica) desde março de 2019.

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Após entrar no TCE, Waldir recebeu três fazendas avaliadas em R$ 6,3 mi de agropecuária

Ex-presidente do TCE diz que recebeu fazendas como pagamento de créditos de empresa que deixou a sociedade em 2009 (Foto: Arquivo)

O ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Waldir Neves Barbosa, recebeu três propriedades rurais, avaliadas em R$ 6,3 milhões, da Agropecuária Água Viva. No entanto, ele alega que deixou a empresa em julho de 2009, quando foi nomeado para integrar a corte fiscal pelo governador André Puccinelli (MDB). A Polícia Federal suspeita que o ex-deputado mantém vínculo com a agropecuária.

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Entidades apontam “vícios” no TCE e pedem afastamento dos três conselheiros investigados

Associações de auditores querem o afastamento de Osmar Jeronymo, Ronaldo Chadid e Waldir Neves e abertura de procedimento administrativo contra conselheiros investigados pela PF (Foto: Arquivo)

Entidades dos auditores cobraram o afastamento dos três conselheiros do Tribunal de Contas do Estado – Osmar Domingues Jeronymo, Ronaldo Chadid e Waldir Neves Barbosa – investigados na Operação Mineração de Ouro, deflagrada ontem (8) pela Polícia Federal. Em nota, elas voltaram a alertar para três vícios cometidos pela corte fiscal, que dificulta o combate à corrupção e a transparência.

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Após 11 anos, ex-vereadores são condenados a 48 anos de prisão por “mensalinho” em Dourados

Richelieu de Carlo

Ex-vereador Bambu foi condenado a 10 anos e seis meses de prisão em regime fechado (Foto: Arquivo)

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou quatro ex-vereadores de Dourados a mais de 48 anos de prisão em regime fechado após investigações da Polícia Federal apontarem a existência de ‘mensalinho’ na Câmara Municipal. A condenação ocorre quase onze anos após um dos maiores escândalos de corrupção na história política sul-mato-grossense, a Operação Uragano, deflagrada em setembro de 2010.

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CGU aponta superfaturamento na compra de máscara e luva para covid na gestão de Reinaldo

Estoque em grande quantidade sem uso no Albano Franco significa falta de planejamento (Foto: Reprodução)

Relatório preliminar da CGU (Controladoria-Geral da União), obtido com exclusividade pelo O Jacaré, aponta que houve superfaturamento na compra de equipamentos de proteção individual com dinheiro destinado ao combate da pandemia da covid-19 na gestão de Reinaldo Azambuja (PSDB). O Estado chegou a pagar até 272% a mais por máscaras e 83,6% por luvas.

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Turma do TJ anula decisão do presidente e livra Solurb de devolver R$ 22 mi pagos a maior

Solurb tem outra vitória no TJMS e não vai precisar devolver os R$ 22,4 milhões pagos a maior na gestão de Olarte (Foto: Arquivo)

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul concedeu tutela de urgência e livrou a Solurb de devolver os R$ 22,403 milhões à Prefeitura de Campo Grande.  Na prática, a turma anulou a decisão do presidente da corte, desembargador Carlos Eduardo Contar, que tinha acatado pedido do município para manter os descontos mensais até a concessionária do lixo devolver todo o dinheiro pago a mais em 2015 pelo então prefeito Gilmar Olarte (sem partido).

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STJ manda TJ julgar agravo para abrir caixa preta de CPI da JBS e impõe nova derrota a Reinaldo

Paulo Corrêa, na época presidente da CPI da JBS, é contra o compartilhamento dos dados com a sociedade (Foto: Arquivo)

A ministra Regina Helena Costa, do Superior Tribunal de Justiça, mandou, na quinta-feira (20), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul analisar agravo de instrumento que pede para abrir a caixa preta da CPI da JBS da Assembleia Legislativa. Ela ainda afastou a multa de R$ 7 milhões aplicada aos autores da ação popular, a senadora Soraya Thronicke (PSL) e o suplente de senador, Danny Fabrício Cabral Gomes, os únicos a ir à Justiça contra o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), acusado de receber R$ 67,791 milhões em propina em troca de incentivos fiscais.

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Coffee Break: vereadores e políticos se complicam ao explicar ligações de João Amorim

Richelieu de Carlo e Edivaldo Bitencourt
Cafezinho de João Amorim tem colocado ex e atuais vereadores em saia justa no julgamento histórico da Coffee Break (Foto: Arquivo)

Interceptações telefônicas da Polícia Federal estão complicando os vereadores no histórico julgamento da Operação Coffee Break, que começou na terça-feira (18) na 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos. Eles insistem que a cassação do prefeito Alcides Bernal (Progressistas) foi resultado de atuação política, mas não conseguem explicar ou se contradizem sobre os diálogos telefônicos com o poderoso empresário João Amorim, suspeito de ser sócio oculto da Solurb.

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CNJ descobre “três equívocos” em precatório que deu prejuízo de R$ 19,6 milhões a MS

Agesul pagou R$ 15,5 milhões a mais em precatório e só recorreu à Justiça após “erro” ser descoberto pelo CNJ (Foto: Arquivo)

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) descobriu “três equívocos” no cálculo do precatório, que acabaram dando prejuízo milionário à Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). Como só duas pessoas aceitaram devolver espontaneamente R$ 1,4 milhão, o Governo ingressou com ação civil pública na Justiça para receber R$ 19,608 milhões desviados dos cofres públicos estaduais.

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TCE descobre superfaturamento de 506% e prefeito anula licitação de R$ 6,8 milhões em Corumbá

Marcelo Iunes, ao lado do governador, anulou licitação após TCE descobrir irregularidades gravíssimas (Foto: Arquivo)

Mais um escândalo marca a gestão do prefeito de Corumbá, Marcelo Iunes (PSDB). Desta vez, o Tribunal de Contas do Estado encontrou indícios de restrições à competitividade, irregularidades gravíssimas e superfaturamento de 506% em obra a ser executada com recursos do Fonplata (Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata). Ao invés de corrigir o edital, o tucano decidiu anular a licitação de R$ 6,899 milhões, conforme o Diário Oficial de quarta-feira.

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