Tag: escândalo na justiça (page 1 of 3)

Juiz vira réu pela 2ª vez por peculato e ex-presidente do TJ adia desfecho da 3ª denúncia

Casal virou réu em mais uma denúncia por peculato e corrupção (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aceitou, por unanimidade, a denúncia por peculato, corrupção e falsidade ideológica contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. O magistrado se tornou réu pela 2ª vez. O desfecho da 3ª denúncia, que inclui oito advogados, foi adiado para agosto após o ex-presidente da corte, desembargador Divoncir Schreiner Maran, pedir vistas para analisar o processo.

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TJ diz que advogado quer “inventar problemas” e STJ mantém julgamento de juiz

Presidente do TJ, desembargador Carlos Eduardo Contar, diz que defesa quer criar fatos para tentar anular denúncias (Foto: Arquivo)

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Carlos Eduardo Contar, acusou o advogado Wilson Tavares de Lima pretende “criar fato inexistente” e “inventar problemas” para anular as denúncias. Com base na manifestação do magistrado, o ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça, negou liminar para suspender o julgamento do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior e um grupo de advogados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Por unanimidade, TJ aceita denúncia e juiz e esposa viram réus por lavagem de dinheiro

No centro do maior escândalo da Justiça estadual, Aldo Ferreira da Silva virou réu por lavagem de dinheiro nesta quarta (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul recebeu, por unanimidade, a denúncia por lavagem de dinheiro e ocultação de bens provenientes da corrupção contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara de Família e Sucessões de Campo Grande. Esta é a primeira das três denúncias contra o magistrado. As outras duas serão analisados em novo julgamento, previsto para ocorrer em sessão extraordinária marcada para as 8h do dia 21 deste mês.

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Advogado vai ao STJ para suspender julgamento sigiloso do maior escândalo da Justiça de MS

Órgão Especial do TJMS pode analisar amanhã três denúncias contra juiz Aldo Ferreira e esposa, Emmanuelle (Foto: Arquivo)

O advogado Wilson Tavares de Lima ingressou com habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça para tentar suspender o julgamento contra 23 réus por associação criminosa e corrupção, que inclui o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. As três ações penais contra o magistrado, afastado desde o final de 2019, devem ser analisadas em sessão secreta nesta quarta-feira (7) pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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Ministra vê indícios para abrir processo contra ex-presidente do TJ por fuga de narcotraficante

Divoncir Schereiner Maran pode ser alvo de procedimento disciplinar no CNJ por habeas corpus a narcotraficante condenado a 126 anos de prisão, que fugiu após quebrar tornozeleira (Foto: Arquivo)

A corregedora nacional de Justiça, ministra Maria Thereaza de Assis Moura, concluiu que há indícios para a abertura de procedimento administrativo disciplinar contra o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Divoncir Schreiner Maran. Ele corre risco de ser punido pela fuga do narcotraficante Gerson Palermo. Condenado a 126 anos, o bandido fugiu oito horas após obter habeas corpus e romper a tornozeleira eletrônica.

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Salva pelo TJ, desembargadora é condenada pelo CNJ por usar poder para tirar filho da cadeia

Desembargadora deixa cargo no TJ após 17 anos e três meses (Foto: Arquivo)

Inocentada por unanimidade pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, a desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges foi condenada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por usar o prestígio do cargo para tirar o filho, preso com drogas e munições de uso restrito, do presídio estadual de Três Lagoas. Ela foi punida com a pena máxima aplicada a um juiz no Brasil, a aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.

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Lós pede vista e adia julgamento de ações que podem condenar juiz a pagar R$ 78,3 milhões

Longe dos olhos da sociedade: Órgão Especial cortou o som durante julgamento sigilo de ações contra juiz acusado de vender sentenças (Foto: Reprodução O Jacaré)

O desembargador João Maria Lós pediu vista e atrasará em três meses o julgamento das três ações penais por corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. A sessão secreta do Órgão Especial, que pode condená-lo a pagar R$ 78,379 milhões, só será retomada no dia 5 de maio deste ano.

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Juiz Aldo ganhou R$ 3,8 mi para pôr fim à impasse de 21 anos em inventário e dívida impagável

Juiz aproveitou morosidade da Justiça para ganhar uma fortuna: R$ 1,5 milhão em dinheiro, dois apartamentos e duas propriedades rurais (Foto: Arquivo)

A morosidade da Justiça se transformou em oportunidade de negócio milionário para o juiz Aldo Ferreira da Silva, afastado da 5ª Vara de Família e Sucessões de Campo Grande. Denúncia do Ministério Público Estadual aponta que ele ganhou R$ 3,857 milhões para acabar com impasse de 21 anos em um inventário e solucionar uma dívida impagável por dez anos de R$ 14,574 milhões.

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Mulher de juiz é condenada a três anos e seis meses por dar golpe de R$ 5,3 mi em aposentado

Emmanuelle Alves da Silva foi presa após os três companheiros de golpe (Foto: Arquivo)

A advogada Emmanuelle Alves Ferreira da Silva foi condenada a apenas três anos e seis meses de reclusão por ter dado golpe de R$ 5,3 milhões em engenheiro aposentado de Petrópolis (RJ). Conforme sentença da juíza Eucelia Moreira Cassal, da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, publicada nesta quarta-feira (29), a maior pena, de sete anos e dez meses, foi aplicada a José Geraldo Tadeu de Oliveira.

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Condenado a 21 anos, filho de desembargadora acata decisão de juiz e volta ao presídio

Com o retorno de 99 presos, presídio está com quase metade das 237 vagas ocupadas (Foto: Arquivo)

Condenado a 21 anos, quatro meses e 30 dias por tráfico de drogas, organização criminosa, lavagem de dinheiro e porte ilegal de arma e munições, o empresário Breno Fernando Solon Borges retornou, nesta quarta-feira (15), ao Presídio do Semiaberto de Três Lagoas. O filho da desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges estava em prisão domiciliar desde março. O benefício foi revogado pelo juiz Albino Coimbra Neto, em substituição na Vara de Execução Penal do Interior.

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