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Juiz vira réu pela 3ª vez; TJ rejeita, por 6 a 5, denúncia por corrupção contra 7 advogados

Aldo Ferreira da Silva Júnior virou réu pela 3ª vez no Tribunal de Justiça nesta quarta-feira (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul concluiu na 7ª tentativa o julgamento da ação penal por corrupção e organização criminosa contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. Ele e a esposa viraram réus na corte pela 3ª vez na sessão desta quarta-feira (15). Por outro lado, por um placar apertado, os desembargadores rejeitaram a denúncia contra sete advogados.

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Tribunal tenta julgar pela 7ª vez denúncia de corrupção contra juiz e oito advogados

Emmanuelle e o marido, juiz afastado Aldo Ferreira, podem virar réus pela 3ª vez, mas TJMS já adiou decisão por seis vezes (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul pautou, pela 7ª vez neste ano, a ação penal por corrupção e associação criminosa contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. A denúncia contra o magistrado afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande inclui oito advogados e teve a análise pelos 15 desembargadores adiada por seis vezes.

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Juiz vira réu pela 2ª vez por peculato e ex-presidente do TJ adia desfecho da 3ª denúncia

Casal virou réu em mais uma denúncia por peculato e corrupção (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aceitou, por unanimidade, a denúncia por peculato, corrupção e falsidade ideológica contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. O magistrado se tornou réu pela 2ª vez. O desfecho da 3ª denúncia, que inclui oito advogados, foi adiado para agosto após o ex-presidente da corte, desembargador Divoncir Schreiner Maran, pedir vistas para analisar o processo.

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Por unanimidade, TJ aceita denúncia e juiz e esposa viram réus por lavagem de dinheiro

No centro do maior escândalo da Justiça estadual, Aldo Ferreira da Silva virou réu por lavagem de dinheiro nesta quarta (Foto: Arquivo)

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul recebeu, por unanimidade, a denúncia por lavagem de dinheiro e ocultação de bens provenientes da corrupção contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara de Família e Sucessões de Campo Grande. Esta é a primeira das três denúncias contra o magistrado. As outras duas serão analisados em novo julgamento, previsto para ocorrer em sessão extraordinária marcada para as 8h do dia 21 deste mês.

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Advogado vai ao STJ para suspender julgamento sigiloso do maior escândalo da Justiça de MS

Órgão Especial do TJMS pode analisar amanhã três denúncias contra juiz Aldo Ferreira e esposa, Emmanuelle (Foto: Arquivo)

O advogado Wilson Tavares de Lima ingressou com habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça para tentar suspender o julgamento contra 23 réus por associação criminosa e corrupção, que inclui o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. As três ações penais contra o magistrado, afastado desde o final de 2019, devem ser analisadas em sessão secreta nesta quarta-feira (7) pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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TJ acata decisão da Assembleia e livra deputado Jamilson de tornozeleira eletrônica

Deputado ficou um mês com tornozeleira e nega integrar esquema criminoso (Foto: Arquivo)

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul acatou, na tarde desta terça-feira (2), decisão da Assembleia Legislativa e determinou a retirada de tornozeleira eletrônica do deputado estadual Jamilson Lopes Name (sem partido). Réu por supostamente integrar organização criminosa armada e lavar dinheiro do jogo do bicho, ele estava sob monitoramento eletrônico há um mês.

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Pen-drive na casa de Jamil Name levou policial federal a ter a prisão restabelecida pelo TJ

Everaldo e o seu advogado de defesa, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

O pen-drive rosa, com informações de vítimas do suposto grupo de extermínio, levaram a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul a decretar novamente a prisão preventiva do policial federal Everaldo Monteiro de Assis. Réu na Operação Omertà, ele ficou solto por duas semanas após pagar fiança de R$ 11 mil.

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TJ mantém júri e restabelece prisão preventiva de Jamil Name pela morte de universitário

Empresário e filho vão a júri popular pela execução de estudante (Foto: Arquivo)

Por unanimidade, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul manteve o júri popular de Jamil Name, 81 anos, e do filho, Jamil Name Filho, 43, pelo brutal assassinato do estudante universitário Matheus Coutinho Xavier. A turma também restabeleceu a prisão preventiva do empresário pelo homicídio. Esta é a primeira vez que o poderoso e influente empresário vai a julgamento popular por um homicídio.

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Lós pede vista e adia julgamento de ações que podem condenar juiz a pagar R$ 78,3 milhões

Longe dos olhos da sociedade: Órgão Especial cortou o som durante julgamento sigilo de ações contra juiz acusado de vender sentenças (Foto: Reprodução O Jacaré)

O desembargador João Maria Lós pediu vista e atrasará em três meses o julgamento das três ações penais por corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, afastado da 5ª Vara da Família e Sucessões de Campo Grande. A sessão secreta do Órgão Especial, que pode condená-lo a pagar R$ 78,379 milhões, só será retomada no dia 5 de maio deste ano.

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Empresário vai pagar R$ 90 mil em 45 vezes e se livra de ação por falso precatório de R$ 1,3 mi

Acordo foi proposto pelo chefe do MPE, Alexandre Magno Lacerda, e homologado pelo TJMS (Foto: Arquivo)

O empresário José Carlos Tavares Pinto aceitou devolver R$ 90 mil em 45 vezes e prestar serviços comunitários por seis meses para se livrar da denúncia do falto precatório, que causou prejuízo de R$ 1,319 milhão aos cofres públicos em 2014. Ele confessou ter participado da fraude junto com o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior e o dono do Frigolop Frigorífico, José Carlos Lopes.

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