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Juízes vão ganhar auxílio transporte de 20% do subsídio, 5º penduricalho a “engordar” salário

Paulo Corrêa promulgou lei que garante o pagamento do auxílio transporte, que chegou a ser suspenso após ser aprovado pela Assembleia em 2018 (Foto: Arquivo)

Com a promulgação da Lei 5.786, de 16 de dezembro do ano passado, pelo presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Corrêa (PSDB), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul vai criar o auxílio transporte. Vetado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) em 2018, este será o 5º penduricalho pago aos juízes sul-mato-grossenses e será equivalente a 20% do subsídio, variando entre R$ 5.472,78 e R$ 7.092,44.

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Carrão blindado, uniforme chique, sofá Chesterfield: o ano de luxo do TJ

Tribunal de Justiça vai desembolsar quase R$ 3 milhões como veículos blindados. (Foto: Arquivo)

Carrão blindado, pedra de mármore de Carrara, uniformes chique , tapetes, sofá Chesterfield. A lista de compras do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) foi extensa em 2021. O desfile de itens de luxo foi registrado no Diário da Justiça, onde são publicados os contratos do Poder Judiciário.

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Corregedora de Justiça cobra agilidade de TJ nas sindicâncias contra juiz por venda de sentença

Ministra determinou que Lós envie procedimento contra juiz Aldo Ferreira, que começou há três anos, e explique demora no encaminhamento (Foto: Arquivo/Deivid Correia/TopaMídiaNews)

A corregedora nacional de Justiça, ministra Maria Thereza de Assis Moura, “puxou a orelha” de dois desembargadores pela demora na conclusão de dois procedimentos administrativos por venda de sentença contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior. Além de determinar mais agilidade no julgamento do magistrado, acusado de transformar a 5ª Vara de Família e Sucessões de Campo Grande em “balcão de negócios”, ela cobrou explicações da demora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

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Crise? Criação de dois cargos de desembargador e 15 de assessor no TJ vai custar R$ 5,1 milhões

Paulo Corrêa fez até sessão extraordinária para aprovar “trem da alegria” no TJMS (Foto: Luciana Nassar/ALMS)

Os deputados aprovaram em regime de urgência, nesta quarta-feira (3), o projeto de lei que cria 15 novos cargos de assessor e dois de desembargador no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Apesar da crise, que levou a corte não reajustar os salários dos servidores neste ano, os novos cargos vão custar R$ 5,133 milhões por ano aos cofres públicos. A estimativa é de que somente os gastos com salários de um desembargador chegue a R$ 751.978,09.

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TJ aposenta desembargadora condenada pelo CNJ por ajudar filho preso com drogas

Desembargadora tinha tudo para fazer história, mas deixa a corte após ser condenada pelo CNJ por usar estrutura da Polícia Civil e a influência como magistrada para tirar o filho de presídio (Foto: Arquivo)

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aposentou compulsoriamente a desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges. Ela foi condenada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por usar a influência e a estrutura da Polícia Civil para ajudar o filho, Breno Fernando Solon Borges, preso com 129 quilos de maconha e munições, a sair da prisão em julho de 2017. Afastada do cargo desde outubro de 2018, a magistrada recebeu quase meio milhão em salários de janeiro a setembro deste ano.

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CNJ manda retirar bandeira da monarquia hasteada no TJ e abre processo contra presidente

Bandeira do Império de 1822 foi hasteada no Tribunal de Justiça no lugar da bandeira nacional (Foto: Divulgação)

Presidente do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, o ministro Luiz Fux, determinou, na noite desta segunda-feira (6), retirar a bandeira imperial hasteada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Além da medida, ele determinou a análise de abertura de procedimento disciplinar contra o presidente do Poder Judiciário estadual, desembargador Carlos Eduardo Contar, que já integrou o movimento pelo retorno da monarquia no Brasil.

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TJ diz que advogado quer “inventar problemas” e STJ mantém julgamento de juiz

Presidente do TJ, desembargador Carlos Eduardo Contar, diz que defesa quer criar fatos para tentar anular denúncias (Foto: Arquivo)

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Carlos Eduardo Contar, acusou o advogado Wilson Tavares de Lima pretende “criar fato inexistente” e “inventar problemas” para anular as denúncias. Com base na manifestação do magistrado, o ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça, negou liminar para suspender o julgamento do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior e um grupo de advogados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Defesa só teve acesso por áudio em julgamento de juiz e advogado recorre novamente ao STJ

Julgamento sigiloso vem causando polêmica: TJMS analisa três ações criminais contra juiz acusado de transformar vara em “balcão de negócios” (Foto: Arquivo)

A defesa dos acusados de integrar a organização criminosa do juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior só teve acesso por áudio ao julgamento sigiloso realizado no dia 7 pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Para obrigar o presidente da corte, desembargador Carlos Eduardo Contar, a permitir a transmissão por vídeo, o advogado Wilson Tavares de Lima recorreu novamente ao Superior Tribunal de Justiça.

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Presidente do STJ nega HC e tribunal faz sessão presencial para julgar ações contra juiz

Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, negou dois habeas corpus de Wilson Tavares de Lima e manteve julgamento de juiz acusado de corrupção (Foto: Arquivo)

O ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça, negou, na manhã desta quarta-feira (7), pedidos de liminares em dois habeas corpus do advogado Wilson Tavares de Lima. Com a decisão, está mantido o julgamento das três ações penais contra o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, acusado por vários crimes. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul vai fazer sessão presencial para analisar o caso.

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Após ser contrariado por turma, presidente do TJ manda Solurb devolver R$ 22,4 milhões

Após ser contrariado pelos integrantes da 4ª Câmara Cível, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Carlos Eduardo Contar, determinou o cumprimento de sua decisão, que obriga a Solurb a devolver os R$ 22,403 milhões à Prefeitura de Campo Grande. O dinheiro foi pago indevidamente à concessionária do lixo na gestão de Gilmar Olarte (sem partido), conforme auditoria realizada pelo município.

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