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Filósofo fala sobre a mentira e o discurso do ódio para disseminar a ideologia fascista

No artigo “Ideologia fascista e mentira: a receita do ódio”, o jornalista e filósofo Mário Pinheiro pontua de forma crítica, de forma ácida e sem trocadilhos, os políticos brasileiros que defendem Deus no discurso e não imitam Cristo na prática. Também mostra a demagogia dos políticos, como o húngaro de direita casado com uma juíza contra gays, que foi flagrado em orgia com 20 homens.

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No combate do “mal”, França e CIA doutrinaram as crueldades nas ditaduras, diz jornalista

No artigo “Geopolítica do mal”, o filosofo e jornalista Mário Pinheiro conta a influência e o papel da França e da CIA, agência de espionagem dos Estados Unidos, nas atrocidades praticadas pelas ditaduras no mundo, como os países da América Latina, inclusive o Brasil, África e Oriente Médio. Os franceses foram bárbaros contra a resistência pela independência argelina.

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A Justiça brasileira é realmente aquilo que reflete Themis?, questiona filosofo em artigo

No artigo “Elogia da Justiça”, o jornalista e filosofo Mário Pinheira recorre aos grandes pensadores para criticar as falhas na Justiça e a avareza de alguns integrantes do Poder Judiciário brasileiro. “Na justiça depositamos a esperança por um mundo melhor, mas também nos questionamos quando ela derrapa ao defender interesses próprios ou quando ela desce o chicote em pobres e fecha os olhos em sua arrogância”, pontua.

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Filosofo alerta para o poder do Estado, que tem duas faces, mas nem sempre faz a melhor escolha

No artigo “As duas faces do Estado”, o jornalista e filosofo Mário Pinheiro analisa o papel do governante que encarna o poder. “Definir o Estado é algo difícil e quase impossível para os autores do dicionário crítico de Sociologia. O Estado se associa ao arbitrário, alia-se ao absurdo da força contra o direito dos trabalhadores numa eventual greve, impõe-se e realiza benfeitorias a pessoas externas com existência ou não de licitações”, inicia.

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Atacada pela capitã Cloroquina, Fiocruz salvou a vida de milhares de brasileiros, diz ensaísta

No artigo “A grandeza da Fiocruz e a peste manqueira que assola Brasília”, o ensaísta e economista Albertino Ribeiro resgata a história da instituição criada em 1900 e que salvou a vida de milhares de brasileiros, de todas as classes sociais, com a descobertas de vacinas e tratamento para as mais diferentes doenças. Ele cita a varíola, meningite, poliomielite, sarampo e febre amarela.

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Em artigo, filosofo fala sobre os ratos que ocupam a política e impõem sacrifício ao povo

No artigo “Cultura da ratacine”, o jornalista e filósofo Mário Pinheiro analisa os “ratos” na política brasileira, que acabam se aproveitando do discurso e dos meios ao alcance para chegar ao poder, mas diante de sacrifício e sofrimento ao povo brasileiro. Em tom bastante áspero, ele defende a educação e a cultura para detectar mentiras em grupos de aplicativos como estratégia para acabar com a manipulação.

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Ensaísta culpa o racismo e o preconceito com os negros como causas da maior chacina no Rio

No artigo sobre a maior chacina na história do Rio de Janeiro, que matou 28 pessoas, o ensaísta e economista Albertino Ribeiro destaca o preconceito com os negros, que formam a maioria absoluta dos moradores da favela de Jacarezinho. A tragédia reflete o racismo estrutural no Brasil e a violência policial comum contra os negros, pobres e marginalizados.

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Filosofo fala da perversão do voto para manter sofrimento do justo e a mordomia do político

No artigo “Os justos e a perversão do voto”, o filósofo e jornalista Mário Pinheiro destaca a importância do voto e faz paralelo com a Grécia, o berço da democracia moderna. Com maestria, ele descreve como ocorre a perpetuação do luxo da classe política, mesmo diante da miséria do povo.

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Para sair do absurdo e da idiocracia é necessário encontrar valores, propõe filósofo em artigo

Em artigo sobre “Reação, ação e astúcia”, o filósolo e jornalista Mário Pinheiro faz paralelo entre o atual momento da política brasileira e a mitologia grega. “O homem deve reinventar os valores que perdeu com as promessas vazias de quem fugiu de todos os debates, surfa na falsidade, vive como príncipe, embora passe a imagem de simples asno de presépio”, afirma, sem citar nomes.

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Rica e desprezada, a cultura sul-mato-grossense ainda está colada ao estereótipo do sudeste

Novela Pantanal, que a TV Globo vai regravar, reforçou estereótipo de mulher nua e que fala mal o português (Foto: Arquivo)

As quatro décadas de Mato Grosso do Sul são marcadas pela incerteza em relação aos investimentos culturais, uma realidade que impõe a distância entre as tradições com as futuras gerações locais e com o restante do País. Nunca é exagerado repetir o quanto esse problema afeta o Estado, que não é um caso isolado e que, se nada for feito, vai piorar.

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