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Nelsinho não segue exemplo do irmão e é campeão em gastos; Simone amplia uso de cota

Enquanto o irmão gastou apenas R$ 16 mil no primeiro semestre, Nelsinho Trad usou R$ 213 mil em sete meses da cota parlamentar e da verba com Correios (Foto: Arquivo)

Nelsinho Trad (PSD) não seguiu o bom exemplo do irmão e é o campeão em gastos entre os três senadores de Mato Grosso do Sul no primeiro semestre deste ano, conforme o Portal da Transparência do Senado. Com a pretensão de ser candidata a presidente da República em 2022, Simone Tebet (MDB) elevou a utilização da cota parlamentar. Soraya Thronicke (PSL) reduziu drasticamente o gasto em 2021.

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Campeão de gastos, Trutis usa R$ 63,6 mil da cota parlamentar para pagar irmão de assessor

Trutis e Ciro, assessor e irmão de Cid, que passou a receber da Câmara dos Deputados como prestador de serviço desde outubro do ano passado (Foto: Arquivo)

Campeão em gastos da cota parlamentar no primeiro semestre deste ano, o deputado federal Loester Trutis (PSL) destinou 27,45% dos R$ 231.833,98 utilizados neste ano para o irmão de Ciro Nogueira Fidelis, seu assessor no legislativo. De acordo com o Portal da Transparência da Câmara dos Deputados, Cid Nogueira Fidelis recebeu R$ 63.650 de janeiro a maio deste ano.

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Londres é campeão em gasto com cota em plena pandemia; deputados usaram R$ 4,3 mi

No 11º mandato, Londres é o campeão de gastos na Assembleia, mas o dinheiro é do povo (Foto: ALMS)

O decano Londres Machado (PSD), no 11º mandado, é o campeão em gastos da cota parlamentar em plena pandemia e com sessões remotas desde meados de março deste ano. Poderoso e milionário, ele gastou R$ 208,2 mil de janeiro a junho deste ano com a CEAP (Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar), em média de R$ 34,7 mil por mês. No total, os 24 deputados gastaram R$ 4,380 milhões no primeiro semestre, conforme o Portal da Transparência.

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Com sessão remota, três deputados gastam até 68% a mais; Dagoberto e Trutis são campeões

Dagoberto, do PDT, elevou gasto com cota em 7,7% e virou campeão ao torrar R$ 226,6 mil em plena pandemia (Foto: Arquivo/Marcos Ermínio/Midiamax)

Apesar do Congresso Nacional realizar sessões remotas desde meados de março, três dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul elevaram em até 68% o gasto com a cota parlamentar. Os campeões em gastos no primeiro semestre, em plena pandemia, foram Dagoberto Nogueira (PDT), com R$ 226,6 mil, e Loester Trutis (PSL), com R$ 214,8 mil.

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Deputados torram R$ 9,1 mi com cota, mas reduziram salário de professor e elevaram impostos

Gerson Claro gastou R$ 395.035,74, o campeão de gastos entre os novatos (Foto: ALMS/Luciana Nassar)

Deputados estaduais gastaram R$ 9,155 milhões com cota parlamentar no ano passado, o que representa aumento de 26,48% em quatro anos. Por outro lado, eles impuseram sacrifícios à sociedade em decorrência da falta de dinheiro nos cofres estaduais, como a redução de 32,5% nos salários dos professores e aumento de impostos, como a elevação em 20% do ICMS sobre a gasolina.

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Vice-presidente do TCE usou R$ 78 mil do legislativo para quitar IPTU, condomínio e luz de casa

Flávio Kayatt usou dinheiro público para pagar as despesas do apartamento onde mora, o que é proibido por lei (Foto: Arquivo)

O vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado, Flávia Kayatt, usou R$ 78,1 mil da cota parlamentar, quando era deputado estadual, para pagar despesas do apartamento residencial, como condomínio, IPTU e as contas de luz e de telefone. O ex-tucano é mais um a se envolver no escândalo da farra com o dinheiro público em Mato Grosso do Sul graças à varredura nas notas fiscais pagas pela Assembleia Legislativa, que eram mantidas em segredo.

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Zé Teixeira admite erro e devolve R$ 0,50 a mais do gasto com churrasco e cerveja belga

Mais pobre: deputado admite erro e devolve dinheiro público gasto de forma irregular (Foto: Luciana Nassar/ALMS)

O deputado estadual Zé Teixeira (DEM) admitiu o erro na utilização do dinheiro público para pagar rodízio de churrasco, pratos finos, um quilo de cordeiro assado e até cerveja importada. Na segunda-feira (7), ele devolveu R$ 1.641 à Assembleia Legislativa, o que representa R$ 0,50 a mais em relação ao valor gasto entre dezembro de 2016 e março de 2017.

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Com MS a beira do colapso, deputados elevaram gasto com cota em 37,35% em quatro anos

Após repercussão do uso do dinheiro público para pagar rodada de cerveja, Paulo Corrêa promete publicar notas dos deputados na internet (Foto: Luciana Nassar/ALMS)

Apesar do Estado de Mato Grosso do Sul estar à beira do colapso financeiro, os deputados estaduais elevaram em 37,35% o gasto com a cota parlamentar em quatro anos, conforme o Portal da Transparência da Assembleia Legislativa. O valor médio passou de R$ 25,1 mil para R$ 34,5 mil neste ano.

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Sem projeto e com Câmara de férias, Coringa, Carla e coronel custaram R$ 412 mil em um mês

Coringa ganhou destaque nacional ao prometer fazer quatro anos em menos de 30 dias: a conta ficou cara (Foto: Arquivo)

Sem participar de nenhuma sessão nem apresentar projetos de lei, os deputados temporários Junior Coringa (PSD), Carla Stephanini (MDB) e Coronel Isaías Bittencourt (PRB) custaram caro ao contribuinte brasileiro. Para atuarem como deputados federais por menos de 30 dias, apesar de o legislativo estar de recesso, os três custaram quase meio milhão de reais, R$ 412,5 mil.

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Com factoide de “fazer 4 anos em um mês”, Coringa é o campeão em gastos no recesso

Durante o mandato relâmpago como deputado federal, Coringa aproveitou para dar tietar Sérgio Reis (Foto: Divulgação)

Com a promessa de “fazer quatro anos em um mês”, Junior Coringa (PSD) foi o campeão em gastos no recesso da Câmara dos Deputados. Ele usou 96,7% da cota parlamentar e praticamente o dobro do valor gasto pelos outros dois deputados federais com mandato tampão. O segundo maior gasto foi de Zeca do PT, que perdeu a disputa para o Senado e deixou o Congresso Nacional. Ler mais

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