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Escândalo: STJ suspende ação e Coffee Break deve completar sete anos sem sentença

João Amorim obteve liminar no STJ para suspender as audiências da Coffee Break na 6ª Vara Criminal que começariam na terça (Foto: Arquivo)

O Superior Tribunal de Justiça suspendeu a audiência de instrução e julgamento de 17 réus por corrupção ativa e passiva e organização criminosa na Operação Coffee Break, que estava marcada para começar na próxima terça-feira (22). Com a decisão o ministro Antônio Saldanha Palheiro, a ação penal do maior escândalo de Campo Grande caminha para completar sete anos sem sentença.

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Coffee Break: MPE pede multa de R$ 25 milhões e condenação de 26 por improbidade

Processo por improbidade pode levar a inelegibilidade de Puccinelli e Olarte na área cível pela cassação de Bernal (Foto: Arquivo)

O Ministério Público Estadual pediu a condenação de 22 pessoas e quatro empresas por improbidade administrativa na Operação Coffee Break, como ficou conhecida a manobra do grupo para cassar o mandato de Alcides Bernal (Progressistas) em 2014. Além da perda dos bens e ficar inelegíveis por até 14 anos, eles podem ser condenados a pagar indenização por danos morais de R$ 25 milhões.

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Coffee Break: ex-vereadora que mudou depoimento é assessora na Câmara Municipal

Polêmica: Luiza não conseguiu ser eleita vereadora, mas voltou como assessora e salário de R$ 5,9 mil neste ano (Foto: Arquivo)

A ex-vereadora Luiza Ribeiro (PT) é assessora na Câmara Municipal de Campo Grande desde o início de fevereiro deste ano. Considerada uma das principais testemunhas do histórico julgamento da Coffee Break, ela acabou desapontando a acusação e agradando a defesa dos réus ao mudar o tom do depoimento ao não repetir as acusações feitas de forma enfática no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

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Ex-líder de Bernal vai ao ataque: paranoia, gabinete do ódio e extremismo

Alcides Bernal e Marcos Alex (centro) nos velhos tempos de parceria no poder. (Foto: Arquivo)

O tripé de sustentação do ex-prefeito Alcides Bernal (Progressista) sofreu mais uma baixa na fase de audiências da operação Coffee Break. Depois dos ex-vereadores Paulo Pedra e Luiza Ribeiro, foi a vez de Marcos Alex, que durante a cassação era líder do prefeito, protagonizar reviravolta. A tal ponto de a promotoria destacar que seis anos depois o politico parecia outra pessoa.

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Por unanimidade, STJ mantém André Puccinelli réu por improbidade na Coffee Break

André não conseguiu anular ação de improbidade administrativa ao sofre nova derrota no STJ (Foto: Arquivo)

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou, por unanimidade, agravo interno e manteve o ex-governador André Puccinelli (MDB) como réu por improbidade administrativa na Operação Coffee Break. O julgamento ocorreu na tarde desta terça-feira (15) e representa mais uma derrota para o emedebista, que conseguiu liminar para se livrar do interrogatório na véspera da abertura do julgamento na 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.

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STJ nega agravo e mantém empresa acusada de comprar vereadores réu na Coffee Break

Ministra Assusete Magalhães negou, junto com o voto de quatro ministros, agravo da Mil Tec (Foto: Arquivo)

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou agravo interno e manteve a Mil Tec Tecnologia da Informação como réu na ação de improbidade administrativa na Operação Coffee Break. A empresa fundada por João Roberto Baird, o Bill Gates Pantaneiro, é acusada de ter pago propina a vereadores para cassarem o mandato de Alcides Bernal (Progressistas) na madrugada do dia 13 de março de 2014.

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Vereadores citam de trator velho a cheque do cunhado para explicar dinheiro na Coffee Break

Carlão, presidente da Câmara de Campo Grande, diz que ganhou dinheiro revendendo trator velho. (Foto: Izaias Medeiros)

Réus na operação Coffee Break, vereadores foram confrontados – seja pelo juiz, promotor ou pelo próprio advogado – sobre movimentações financeiras apontadas como incompatíveis na denúncia de conluio para cassação do ex-prefeito Alcides Bernal (PP). As justificativas foram diversas, como verba indenizatória paga pela Câmara Municipal, revenda de trator velho, honorários advocatícios, aluguéis, empréstimo intrafamiliar e cheque do cunhado.

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Coffee Break: no MDB de André, aliado critica Bernal e tergiversa sobre propina de R$ 1 mi

Ex-vereador diz que tentou ajudar, mas Bernal era temperamental e não tinha relação republicana com os poderes (Foto: Reprodução)

Principal articulador político de Alcides Bernal (Progressistas), o ex-vereador Paulo Pedra fez duras críticas ao ex-prefeito no depoimento, feito na última terça-feira (1º), do julgamento histórico da Operação Coffee Break. Ele tergiversou e evitou confirmar as declarações feitas em 2015 ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), de que houve compra de vereadores e recebeu proposta de R$ 1 milhão para votar a favor da cassação.

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Coffee Break: ex-vereadora muda depoimento, alivia para vereadores e surpreende juiz

Juiz questiona ex-vereadora sobre mudança de postura: uma no Gaeco e outra diante da Justiça (Foto: Reprodução)

Uma das principais testemunhas do histórico julgamento da Coffee Break, a ex-vereadora Luiza Ribeiro (PT) mudou o tom do depoimento, recuou das acusações contra os vereadores e acabou surpreendendo até o juiz. Na nova versão, apresentada durante 76 minutos na terça-feira (25), a aliada de Alcides Bernal (Progressistas) deixou de ver “crime” na articulação e cassação do ex-prefeito por parte dos 23 vereadores.

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Coffee Break: as revelações de Alcides Bernal no depoimento de uma hora e 15 minutos

Juiz David de Oliveira Gomes Filho questiona ex-prefeito durante depoimento no julgamento histórico da Coffee Break (Foto: Reprodução)

No depoimento por uma hora e 15 minutos no julgamento histórico da Operação Coffee Break, na tarde desta terça-feira (25), o ex-prefeito Alcides Bernal (Progressistas) afirmou que os vereadores de Campo Grande atuavam como “cobradores das empresas” em vez de defender o interesse público. Entre as revelações, ele contou os pedidos feitos pelos políticos, como o atual presidente da Câmara Municipal, Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB).

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