Ônibus ficaram na garagem nesta terça-feira na primeira greve do transporte coletivo desde 1994 (Foto: Divulgação)

Campo Grande se tornou refém do Consórcio Guaicurus, formado por quatro empresas da família Constantino. Após se livrar de uma CPI na Câmara dos Vereadores e ganhar subsídio de R$ 12 milhões por ano, o grupo vai usar a greve dos motoristas de ônibus – a primeira em 28 anos e que deixou cerca de 160 mil passageiros a pé nesta terça-feira (21) – para elevar a pressão sobre a prefeitura pelo aumento na tarifa do transporte coletivo.

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