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Dagoberto lidera ranking de emendas com R$ 15,1 mi e supera deputados fiéis a Bolsonaro

Apesar de ser oposição, pedetista viabilizou o dobro de emendas em relação a Dr. Luiz Ovando e Trutis (Foto: Arquivo)

O campeão na liberação de emendas parlamentares em 2020 é Dagoberto Nogueira (PDT), que conseguiu garantir o pagamento de R$ 15,140 milhões no ano passado, conforme o Portal da Transparência da Câmara dos Deputados. Vander Loubet (PT) e Fábio Trad (PSD), que tem se destacado por críticas duras e contundentes ao presidente, também superaram os bolsonaristas mais fieis, como Dr. Luiz Ovando e Loester Trutis, ambos do PSL.

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Deputados apelam a Bolsonaro, mas não escapam da fúria do eleitor pelo fundão de R$ 5,7 bi

Dr. Luiz Ovando elogiou Bolsonaro por ter defendido os aliados que votaram a favor do fundão mesmo sendo contra (Foto: Arquivo)

Os cinco parlamentares de Mato Grosso do Sul estão enfrentando a fúria dos eleitores por terem aprovado o aumento de 185% no Fundo Eleitoral, que deve passar de R$ 2,034 bilhões para R$ 5,7 bilhões em 2022. Eles estão apelando ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que culpou o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL), pela manobra, e saiu em defesa dos deputados e senadores fieis, que aprovaram o novo fundão em plena crise causada pela pandemia.

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Rose, Bia, Ovando, Beto Pereira e Nelsinho aprovam fundo de R$ 5,7 bi para eleições de 2022

Beto Pereira, Bia Cavassa, Rose Modesto e Dr. Luiz Ovando aprovam triplicar o gasto com campanha eleitoral, apesar da mais grave crise enfrentada pelo Brasil (Foto: Campo Grande News)

Em meio a mais grave crise econômica da história brasileira, com falta de dinheiro para reajustar salários e fazer investimentos para minimizar os efeitos da pandemia da covid-19, o Congresso Nacional aprovou o aumento de 185% no Fundo Eleitoral. Com aval dos deputados federais Beto Pereira, Bia Cavassa e Rose Modesto, do PSDB, e Dr. Luiz Ovando (PSL) e do senador Nelsinho Trad (PSD), o dinheiro a ser torrado nas eleições passou de R$ 2,034 bilhões, no ano passado, para R$ 5,7 bilhões.

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Bancada eleva gasto com cota em 21%; Trutis é campeão ao superar políticos tradicionais no semestre

Trutis gastou R$ 231 mil de janeiro a junho deste ano e se tornou o campeão em gastos com a cota parlamentar (Foto: Arquivo)

Apesar da pandemia não ter chegado ao fim, os deputados federais de Mato Grosso do Sul elevaram em 21% o montante desembolsado com cota parlamentar no primeiro semestre, de R$ 1,121 milhão, em 2020, para R$ 1,357 milhão neste ano. O campeão em gastos foi Loester Trutis (PSL), eleito com o discurso de renovação, que desbancou os políticos tradicionais, conforme o Portal da Transparência da Câmara dos Deputados.

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Bia, Beto, Ovando e Trutis aprovam MP da Eletrobras que inclui R$ 84 bi na conta de luz

Beto Pereira não tinha votado em maio e agora votou projeto com jabutis que podem deixar conta de luz mais cara (Foto: Arquivo)

Quatro dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul – Bia Cavassa e Beto Pereira, do PSDB, Dr. Luiz Ovando e Loester Trutis, do PSL – aprovaram a MP (Medida Provisória) da privatização da Eletrobras, inclusive com os “jabutis”. Especialistas estimam que a proposta repassa R$ 84 bilhões para o consumidor final, ou seja, vai acabar sendo calculado na tarifa de energia elétrica.

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Seis dos oito deputados de MS aprovam mudanças na Lei de Improbidade, festejada por Lira

Bia, Ovando, Fábio, Trutis, Rose e Vander aprovaram mudança na Lei de Improbidade, que dificulta a denúncia pelo MPE, já que passa a exigir a prova do dolo do acusado de ter cometido o crime (Foto: Arquivo)

Seis dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul aprovaram o projeto que muda a Lei de Improbidade Administrativa. A votação ocorreu nesta quarta-feira (16), sob pressão do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas), condenado duas vezes por improbidade em Alagoas. Apenas Dagoberto Nogueira (PDT) foi contra a nova legislação.

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Quatro deputado de MS aprovam privatização da Eletrobras e conta de luz pode ficar mais cara

Medida terá impacto no dia a dia da população:: privatização deve deixar a conta de luz ainda mais cara (Foto: Arquivo/Midiamax)

Quatro dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul – Bia Cavassa e Rose Modesto, do PSDB, Dr. Luiz Ovando e Loester Trutis, do PSL – votaram a favor da privatização da Eletrobras. A Medida Provisória foi aprovada por 313 a 166 votos. Conforme entidades do setor e especialistas, a venda da estatal pode encarecer a conta de luz em até 20%. Governo e relator dizem que haverá redução.

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Só três deputados de MS aprovam projeto que proíbe interromper aulas na pandemia

Cinco dos oito deputados federais de MS foram contra a proposta que permite a retomada das aulas presenciais no pico da pandemia (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Somente três deputados federais de Mato Grosso do Sul – Beto Pereira (PSDB), Dr. Luiz Ovando e Loester Trutis, ambos do PSL – aprovaram o Projeto de Lei 5.995/20, que proíbe a interrupção das aulas da educação básica e em universidades durante a pandemia. Cinco dos oito parlamentares do Estado foram contra a proposta, que acabou sendo aprovada por 276 votos, contra 164, nesta terça-feira (20) na Câmara dos Deputados e segue para o Senado.

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Congelamento de salário de servidor divide deputados na votação do auxílio emergencial

Beto Pereira votou a favor de PEC Emergencial apesar de item que prejudica servidores públicos (Foto: Arquivo)

A bancada federal de Mato Grosso do Sul ficou dividida sobre a votação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) Emergencial, que permite a volta do auxílio financeiro por causa da pandemia da covid-19. O ponto da discórdia foi a contrapartida: em troca do pagamento de R$ 44 bilhões, os servidores públicos não poderão ter reajuste por até 15 anos. Foram quatro votos a favor e quatro contra a PEC.

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Bancada federal de MS perde protagonismo e cargos no Senado e na Câmara dos Deputados

Simone e Nelsinho não conseguiram a presidência de nenhuma comissão no Senado (Foto: Arquivo)

A bancada federal de Mato Grosso do Sul não repetiu a boa performance no primeiro biênio em Brasília ao perder o protagonismo, cargos importantes e espaços na Câmara dos Deputados e no Senado. Até no primeiro escalão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), os políticos sul-mato-grossenses perderam espaço com a ascensão o Centrão e dos militares.

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