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Dagoberto, Vander e Beto derrubam veto e ressuscitam fundo eleitoral de R$ 5,7 bi

Fábio, Dr. Luiz Ovando, Loester e Rose votaram pela manutenção do veto e pelo fundo de R$ 2,1 bilhões nas eleições de 2022 (Foto: Arquivo)

Três dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul – Beto Pereira (PSDB), Dagoberto Nogueira (PDT) e Vander Loubet (PT) – ajudaram a derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro (PL) e voltaram a ressuscitar o Fundo Especial Eleitoral de R$ 5,7 bilhões para as eleições de 2022. Quatro deputados estaduais votaram pela manutenção do veto, o que significava o fundo de R$ 2,1 bilhões.

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Turma do retrocesso: quatro deputados e Nelsinho aprovam “Orçamento Secreto”

Beto Pereira, Trutis e Dr. Luiz Ovando aprovaram o projeto do “Orçamento Secreto”, que libera gasto de R$ 16,9 bilhões e permite que deputado e senador fique oculto (Foto: Arquivo)

Sem garantir transparência dos gastos e um valor bilionário para as emendas do relator, o “Orçamento Secreto” foi aprovado pelo Congresso Nacional nesta segunda-feira (29). Da bancada sul-mato-grossense, quatro deputados – Beto Pereira e Bia Cavassa, do PSDB, Dr. Luiz Ovando e Loester Trutis, do PSL – e o senador Nelsinho Trad (PSD) votaram a favor do polêmico projeto, usado pelo parlamento para driblar o Supremo Tribunal Federal.

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Rose e Dagoberto mudam e votam contra, mas PEC dos Precatórios é aprovada

Dagoberto e Rose mudaram de posição e votaram contra a proposta de Bolsonaro de adiar o pagamento dos precatórios para garantir o Auxílio Brasil (Foto: Arquivo/Correio do Estado)

Com o voto favorável de quatro dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul, a PEC dos Precatórios foi aprovada, na noite desta terça-feira (9), na Câmara dos Deputados. No entanto, Dagoberto Nogueira (PDT), Fábio Trad (PSD), Rose Modesto (PSDB) e Vander Loubet (PT) votaram contra a proposta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que viabiliza a criação do programa Auxílio Brasil.

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Dagoberto e mais quatro votam a favor de Bolsonaro na PEC dos Precatórios; só Fábio foi contra

Em momento raro, Dagoberto vota a favor de proposta de Bolsonaro e causa crise na campanha de Ciro Gomes (Foto: Divulgação)

Cinco deputados federais de Mato Grosso do Sul votaram a favor da PEC dos Precatórios, como ficou conhecido da Proposta de Emenda à Constituição 23/21 que viabiliza o pagamento do Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família no valor de R$ 400. A grande surpresa a favor do projeto de Jair Bolsonaro (sem partido) foi o voto de Dagoberto Nogueira (PDT), que acompanhou Bia Cavassa e Rose Modesto, do PSDB, Loester Trutis e Dr. Luiz Ovando, do PSL, sempre fiéis ao presidente.

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Apesar do apoio de Bia, Dr. Ovando e Vander, Câmara rejeita “PEC da Vingança” contra MP

Bia Cavassa foi a única deputada do PSDB a votar a favor da PEC que ameaça a autonomia do Ministério Público (Foto: Arquivo)

O apoio de três dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul – Bia Cavassa (PSDB), Dr. Luiz Ovando (PSL) e Vander Loubet (PT) – não foi suficiente para impedir a derrota da “PEC da Vingança”, como ficou conhecida a Emenda à Constituição que ampliava a interferência dos políticos no Ministério Público. Cinco parlamentares sul-mato-grossenses foram contra e ajudaram a impor uma derrota ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP).

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Beto Pereira, Dagoberto e Vander votam contra projeto que reduz ICMS sobre combustíveis

Bia Cavassa, Rose, Trutis, Ovando e Fábio votaram a favor da mudança que pode reduzir o preço dos combustíveis (Foto: Arquivo)

Os deputados federais Beto Pereira (PSDB), Dagoberto Nogueira (PDT) e Vander Loubet (PT) votaram contra o projeto que define valor fixo para a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A proposta pode reduzir em até 8% o valor da gasolina. Cinco parlamentares votaram a favor do substitutivo do relator, deputado Dr. Jaziel (PL), do Ceará.

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Com aval de Beto, Dagoberto, Fábio e Vander, quarentena causa revolta em policiais e militares

Polêmica proposta que praticamente tira policiais, militares, juízes e promotores das eleições teve o aval de Beto Pereira, Vander, Fábio e Dagoberto (Foto: Arquivo)

Com o apoio de quatro deputados federais de Mato Grosso do Sul – Beto Pereira (PSDB), Dagoberto Nogueira (PDT), Fábio Trad (PSD) e Vander Loubet (PT) – a Câmara dos Deputados aprovou a emenda que impõe quarentena de quatro anos para candidatura de juízes, promotores, policiais e militares. A proposta causou revolta e indignação nas categorias. Atualmente, 16 policiais ocupam cargos eletivos no Estado.

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Críticos de Bolsonaro, Simone e Fábio fazem parte pela 5ª vez dos “100 Cabeças do Congresso”

Simone ganha destaque nacional ao participar da CPI da Covid mesmo não sendo integrante da comissão (Foto: Arquivo)

Críticos ferrenhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a senadora Simone Tebet (MDB) e o deputado federal Fábio Trad (PSD) integram pela 5ª vez consecutiva o selete clube dos parlamentares mais influentes do Brasil. A dupla faz parte da lista “Os 100 ‘Cabeças’ do Congresso”, elaborada pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). O senador Nelsinho Trad (PSD) foi promovido ao seleto grupo pela primeira vez.

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Beto, Bia, Rose, Ovando e Trutis aprovam fim do 13º, férias e FGTS a trabalhadores jovens

Rose, Ovando, Bia e Beto Pereira aprovaram a MP 1045, que tira férias e 13º para incentivar a contratação de jovens no mercado de trabalho (Foto: Reprodução/Campo Grande News)

Cinco dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul aprovaram a MP 1045, conhecida como minirreforma trabalhista, que cria programas para contratar jovens de 18 a 29 anos sem o pagamento de direitos consagrados no Brasil, como férias remuneradas, 13º e FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Apenas Dagoberto Nogueira (PDT), Fábio Trad (PSD) e Vander Loubet (PT) foram contra a Medida Provisória 1045.

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Deputados de MS foram contra “distritão” e se dividiram sobre volta das coligações em 2022

Oito deputados federais votaram contra o distritão, que garantia a eleição dos mais votados no parlamento (Foto: Arquivo)

Os oito deputados federais de Mato Grosso do Sul rejeitaram a adoção do “distritão”, que permitia a eleição automática dos parlamentares mais votados. Por outro lado, quatro votaram a favor da volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais, que tinham sido proibidas em 2017.

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