No artigo “A morte no campo, capitalismo às avessas”, o jornalista e filosofo Mário Pinheiro critica o agronegócio responsável pelas queimadas na Amazônia e no Pantanal e pela destruição das comunidades indígenas. “Hoje, por questão de semântica, veio a palavra agrobusiness (agronegócio) no lugar de latinfundiário que assassina mais do que produz, e a sociedade aceita como se fosse a alavanca do progresso”, pontua.

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