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Ex-chefe da Agepen vai a julgamento na quarta por falsificar documento para ajudar filho de desembargadora

Carrilho se livrou da ação por improbidade, mas não de responder pelo suposto crime na área criminal (Foto: Arquivo)

O ex-chefe de gabinete da Agepen (Agência Estadual de Gestão do Sistema Penitenciário), Pedro Carrilho de Arantes, 62 anos, vai a julgamento nesta quarta-feira (19) por falsificar documento para ajudar o empresário Breno Fernando Solon Borges. Ele teria inserido informação falsa para ajudar a desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges, então presidente do Tribunal Regional Eleitoral, a tirar o filho da prisão no dia 21 de julho de 2018.

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Presidente do TRE vira ré por usar estrutura pública para soltar filho preso por tráfico

Presidente do TRE corre risco de ser proibida de votar se for condenada antes das eleições deste ano (Foto: Arquivo)

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges, tornou-se ré por improbidade administrativa na ação em que é acusada de usar a estrutura do poder público para soltar o filho, Breno Fernando Solon Borges, 38, preso com 129 quilos de cocaína, uma pistola calibre nove milímetros e munições de fuzil 762. Ler mais

EXCLUSIVO – Diárias, horas extras e denúncia na TV: os bastidores da queda na Agepen

Diárias e devoluções de dinheiro motivaram queda de diretor da Agepen

 

Pagamento de horas extras, devolução de dinheiro e ameaças a servidores motivaram a operação do Gaeco que investigou a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) no mês de janeiro. Os fatos culminaram na demissão do diretor-presidente do órgão, o juiz aposentado Ailton Stropa.

A investigação teve início após denúncia anônima enviada para a DECO (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado) em 20 de junho de 2016, que citava o pagamento de hora extra aos servidores da Agepen. Eles teriam realizado o curso, mas os diretores estavam cobrando a devolução do dinheiro para “cobrir as despesas” do evento. No e-mail, o denunciante diz que tem medo de devolver o valor e ter de explicar a razão do pagamento, já que deveria devolver em dinheiro vivo a um dos diretores. O valor cobrado era de R$ 522 de cada aluno. Ler mais

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