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Em depoimento à Justiça, ex-deputado estadual diz que João Amorim é dono da Solurb

Paulo Siufi foi presidente da CPI do Calote, que apurou o não pagamento ás empresas e serviu de base para a cassação de Bernal (Foto: Arquivo)

O ex-deputado estadual Paulo Siufi (MDB) afirmou, no interrogatório do histórico julgamento da Coffee Break, que o empresário João Amorim é o dono da Solurb, concessionária do lixo em Campo Grande. A partir desta terça-feira (25), o juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, começa a ouvir as 64 testemunhas de acusação e defesa.

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Traído pelas mensagens, adjunto de Governo fica em apuros no interrogatório da Coffee Break

Réu, Flávio Cesar falou por uma hora durante audiência da Coffee Break (Foto: Arquivo)

Traído pelas mensagens, o ex-vereador Flávio César (PSDB) falou por uma hora em audiência da operação Coffee Break e afirmou que o próprio Ministério Público, agora autor da denúncia de complô na cassação de Alcides Bernal (PP), pressionou os vereadores a tomarem medidas contra o gestor, sob o risco de responderem por prevaricação. Para o réu, que ocupa o cargo de secretário-adjunto de Governo e Gestão Estratégica, a cassação de Bernal foi um caminho natural diante das manchetes dos jornais sobre uma Campo Grande abandonada.

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Olarte diz que não é o “Goiano” e perdeu tudo, do casamento a 40 igrejas após ser prefeito

Olarte assumiu a prefeitura após vereadores cassarem Bernal (Foto: Arquivo)

Natural de Aquidauana, o ex-prefeito Gilmar Olarte (sem partido) passou boa parte da audiência da Coffee Break, onde é um dos réus pela articulação que resultou na cassação de Alcides Bernal (PP), repetindo não ser o “Goiano”. Trajando camisa e uma máscara branca, ele lamentou a passagem pela prefeitura de Campo Grande.

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João Amorim pede para suspender depoimento de ex-vereadora na Coffee Break

Depoimento sigilo de Luiza Ribeiro foi pedido pelos réus, que agora não querem ouvi-la novamente em novo julgamento (Foto: Arquivo)

O empresário João Amorim ingressou com pedido para suspender o depoimento da ex-vereadora Luiza Ribeiro (PT) no julgamento histórico da Operação Coffee Break, previsto para terça-feira (25). Essa é mais uma guerra entre os réus e a acusação na ação de improbidade administrativa, que mobiliza um batalhão de advogados na Capital.

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Tiro pela culatra: após STJ, juiz dispensa depoimento e mantém André como réu na Coffee Break

Richelieu de Carlo
Ex-governador fica livre de interrogatório, mas continua como réu pelo suposto golpe para cassar o mandato de Alcides Bernal (Foto: Arquivo/Giuliano Lopes/ALMS)

Após suspender e determinar o desmembramento do processo contra André Puccinelli (MDB) na Coffee Break, o juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, voltou atrás e decidiu manter o ex-governador do Estado como réu no mesmo processo que os demais acusados de tramar a cassação do prefeito Alcides Bernal (Progressistas) em troca de interesses particulares, e dispensou Puccinelli de prestar depoimento nos autos.

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Liminar do STJ concedida às 22h21 de segunda livra Puccinelli de depor na Coffee Break

Richelieu de Carlo
STJ livra ex-governador de sentar no banco dos réus na véspera de julgamento histórico (Foto: Arquivo)

Teve início nesta terça-feira (18) a maratona de audiências que marcam o histórico julgamento da Operação Coffee Break, suspenso em março do ano passado por causa da pandemia da covid-19. Os depoimentos de André Puccinelli (MDB) e do empresário Carlos Eduardo Naegele, dono do Midiamax, abririam os interrogatórios nesta manhã. No entanto, uma liminar concedida pelo Superior Tribunal de Justiça às 22h10, na segunda-feira (17), livrou o ex-governador do Estado de sentar no banco dos réus hoje.

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TJ julga hoje bloqueio milionário de Nelsinho e juiz barra “atalho” na sentença do lixo

Licitação bilionária do lixo deixou dois processos de herança para Nelsinho Trad. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Às voltas com os processos sobre a bilionária licitação do lixo, Nelsinho Trad (ex-prefeito de Campo Grande e atual senador) teve negado pedido para rever pontos da decisão que o condenou a pagar R$ 94 milhões aos cofres públicos. Já nesta terça-feira (dia 18) prossegue julgamento no TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) de recurso que tenta derrubar bloqueio de R$ 101 milhões de suposta propina pelo contrato com a empresa CG Solurb.

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Prisão eleva tensão e cria suspense sobre depoimento de Gilmar Olarte na Coffee Break

Com perspectiva de passar vários anos na cadeia e abandonado por aliados, Olarte vai falar o que no interrogatório de sexta-feira (Foto: Arquivo)

A prisão de Gilmar Olarte (sem partido), no dia 5 deste mês para cumprir a sentença de oito anos e quatro meses em regime fechado, elevou o clima de tensão no julgamento da Operação Coffee Break, que começa na terça-feira (18). Há um suspense com o teor do depoimento do ex-prefeito da Capital, abandonado pelos aliados e com perspectiva de passar alguns anos no presídio.

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Coffee Break: após juiz dispensá-lo, Nelsinho recua e aceita depor “espontaneamente”

Nelsinho tentou usar foro privilegiado para atrasar processo, mas recuou após juiz dispensar seu interrogatório (Foto: Divulgação)

Após ser dispensado pelo juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, o senador Nelsinho Trad (PSD) recuou e decidiu depor “espontaneamente” no julgamento da Coffee Break. O ex-prefeito da Capital será um dos 23 réus que começam a ser julgados na terça-feira (18) acusados de dar o golpe em Alcides Bernal (PP) no dia 12 de março de 2014.

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Ex-presidente do TJMS vira réu por enriquecimento ilícito e furar fila de precatório de Jamil Name

Quando era vice-presidente do TJMS, desembargador obrigou prefeitura a pagar precatório milionário a Jamil Name (Foto: Arquivo)

O juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, aceitou a denúncia por improbidade administrativa contra o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador aposentado Paulo Alfeu Puccinelli. Ele virou réu por enriquecimento ilícito por ter furado a fila do precatório e ter autorizado o pagamento de R$ 25,564 milhões ao empresário Jamil Name.

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