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Mais Lama: ação por organização criminosa contra Cance e milionários vai à justiça estadual

Juiz envia para justiça estadual denúncia de organização criminosa contra oito réus na Operação Lama Asfáltica, inclusive milionários e filho de ex-governador (Foto: Arquivo)

Mais uma ação por organização criminosa contra oito réus na Operação Lama Asfáltica, inclusive milionários vai ser encaminhada para a justiça estadual de Mato Grosso do Sul a pedido do ex-secretário-adjunto estadual de Fazenda, André Luiz Cance. Em despacho publicado nesta terça-feira (14), o juiz Bruno Cezar da Cunha Teixeira, declina competência para a denúncia envolvendo os acusados de desviar dinheiro público na gestão de André Puccinelli (MDB).

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Advogado é condenado a dois anos e oito meses por se apropriar de R$ 17 mil de idosa

Juiz condena advogada por ter se apropriado de dinheiro de idosa por sete anos: ela só descobriu ao ter bens penhorados pela Justiça (Foto: Arquivo)

O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, condenou o advogado Roberto Soligo, 70 anos, a dois anos e oito meses de reclusão no regime aberto por se apropriar de dinheiro de uma idosa. Como é a segunda vez que é condenado por crime semelhante, ele não terá direito a substituição da pena pela prestação de serviços à comunidade.

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Esposa de Jamil Name, ex-vereadora afirma que marido “está senil” e “não existe mina”

Ex-vereadora é atuante na área social na Capital e recorreu a comentário nas redes sociais para falar da situação do marido (Foto: Arquivo)

A ex-vereadora Tereza Domingos Name, esposa de Jamil Name, reagiu às revelações feitas pelo empresário aos peritos, de que possui R$ 41 bilhões em precatórios e faturou R$ 1 bilhão com mina de ametista. “Ele (o marido) está senil… nada é verdadeiro”, comentou em uma postagem de O Jacaré na rede social, desqualificando as declarações feitas pelo marido aos peritos nomeados pela Justiça, que avaliam a sanidade mental do empresário.

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A peritos, Jamil Name diz faturar R$ 1 bilhão com mina e ter R$ 41 bilhões em precatórios

Empresário diz que valor líquido de precatórios, descontado impostos e deságios, seria de R$ 6 bilhões (Foto: Arquivo)

Acusado de chefiar grupo de extermínio, o empresário Jamil Name, 82 anos, revelou, em depoimento aos peritos nomeados pela Justiça, ser dono de uma fortuna rara. Além de ser dono de mina de ametista, que faturou R$ 1 bilhão, ele ainda contou ter direito a R$ 41 bilhões em precatórios, valor quase três vezes ao orçamento anual do Governo do Estado.

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Com renda anual de R$ 2 milhões, “Rei da Fronteira” vai cumprir prisão domiciliar na Capital

Batalhão de Choque escoltou empresário durante cirurgia em hospital particular da Capital devido ao risco de ataque do PCC (Foto: Henrique Kawaminami/CAMPO GRANDE NEWS)

O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, acatou pedido da defesa e concedeu prisão domiciliar ao empresário Fahd Jamil, 79 anos, mediante monitoramento eletrônico e fiança de R$ 990 mil. Com graves problemas de saúde e acusado de chefiar grupo de extermínio e com renda anual de R$ 2 milhões, o “Rei da Fronteira” vai entregar o passaporte, ser obrigado a morar no Centro da Capital e não poderá manter contato com réus e testemunhas na Operação Omertà.

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Perito conclui que Fahd Jamil não tem condições de saúde para permanecer em presídio

Lenda na fronteira, Fahd Jamil estaria bastante debilitado e não deve continuarem presídio, conforme perito (Foto: Arquivo)

A perícia do IMOL (Instituto Médico e Odontológico Legal) concluiu que o empresário Fahd Jamil, 79 anos, não tem condições para permanecer em um presídio. Preso desde 19 de abril deste ano, o Rei da Fronteira precisa de tratamento multidisciplinar. O relatório será base para o juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, decidir se acata o pedido da defesa para converter a prisão preventiva em domiciliar.

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Juíza exclui Jamil Name e marca julgamento de conselheiro do TCE por organização criminosa

Jerson Domingos nega integrar organização criminosa e atribui envolvendo ao parentesco com Jamil Name por causa da irmã, Tereza Name (Foto: Arquivo/André de Abreu)

A juíza Eucelia Moreira Cassal, em substituição na 1ª Vara Criminal, marcou o julgamento dos acusados de integrar as organizações criminosas supostamente chefiadas pelos empresários Fahd Jamil, o rei da fronteira, e Jamil Name. O ex-presidente da Assembleia Legislativa e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Jerson Domingos, também vai sentar no banco dos réus em decorrência da Operação Armagedon, denominação da 3ª fase da Omertà.

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Juiz conclui que Assembleia ignorou Constituição e mantém ação penal contra Jamilson

Assembleia não cumpriu a Constituição, que determina maioria absoluta, ou seja, apoio de 13 dos 24 deputados (Foto: ALMS)

O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, concluiu que a Assembleia Legislativa não cumpriu a Constituição e manteve a ação penal contra o deputado estadual Jamilson Name (sem partido). Conforme o magistrado, para suspensar a denúncia, a maioria absoluta dos deputados, 13 dos 24, deveria aprovar a resolução. No entanto, o placar foi maioria simples, 12 a 4.

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Réu na Operação Omertà, delegado vai ser monitorado por tornozeleira por mais 180 dias

Delegado conseguiu aval para funções administrativas e até dar curso na Polícia Civil (Foto: Arquivo)

A Justiça prorrogou por mais seis meses o monitoramento eletrônico do delegado da Polícia Civil, Márcio Shiro Obara, réu por corrupção passiva e obstrução de investigação de organização criminosa na Operação Omertà. Ele é acusado de receber propina para impedir que as investigações de execuções ocorridas na Capital chegassem aos chefes do suposto grupo de extermínio.

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Cinco anos depois, juiz deve acabar com sigilo de nove ações criminais da Lama Asfáltica

Ações criminais da Lama Asfáltica podem ter o sigilo levantado após cinco anos pela Justiça estadual (Foto: Arquivo)

A Justiça estadual deve acabar com o sigilo de, pelo menos, nove ações criminais decorrentes da Operação Lama Asfáltica. Desde o início deste mês, o juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, vem notificando os réus para se manifestarem sobre a decisão de tornar pública as denúncias feitas há cinco anos contra os réus como o ex-secretário estadual de Obras, Edson Giroto, o empresário João Amorim e o ex-governador André Puccinelli (MDB).

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