Categoria: Campo Grande (page 1 of 95)

Vereadores citam de trator velho a cheque do cunhado para explicar dinheiro na Coffee Break

Carlão, presidente da Câmara de Campo Grande, diz que ganhou dinheiro revendendo trator velho. (Foto: Izaias Medeiros)

Réus na operação Coffee Break, vereadores foram confrontados – seja pelo juiz, promotor ou pelo próprio advogado – sobre movimentações financeiras apontadas como incompatíveis na denúncia de conluio para cassação do ex-prefeito Alcides Bernal (PP). As justificativas foram diversas, como verba indenizatória paga pela Câmara Municipal, revenda de trator velho, honorários advocatícios, aluguéis, empréstimo intrafamiliar e cheque do cunhado.

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Turma do TJ anula decisão do presidente e livra Solurb de devolver R$ 22 mi pagos a maior

Solurb tem outra vitória no TJMS e não vai precisar devolver os R$ 22,4 milhões pagos a maior na gestão de Olarte (Foto: Arquivo)

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul concedeu tutela de urgência e livrou a Solurb de devolver os R$ 22,403 milhões à Prefeitura de Campo Grande.  Na prática, a turma anulou a decisão do presidente da corte, desembargador Carlos Eduardo Contar, que tinha acatado pedido do município para manter os descontos mensais até a concessionária do lixo devolver todo o dinheiro pago a mais em 2015 pelo então prefeito Gilmar Olarte (sem partido).

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Traído pelas mensagens, adjunto de Governo fica em apuros no interrogatório da Coffee Break

Réu, Flávio Cesar falou por uma hora durante audiência da Coffee Break (Foto: Arquivo)

Traído pelas mensagens, o ex-vereador Flávio César (PSDB) falou por uma hora em audiência da operação Coffee Break e afirmou que o próprio Ministério Público, agora autor da denúncia de complô na cassação de Alcides Bernal (PP), pressionou os vereadores a tomarem medidas contra o gestor, sob o risco de responderem por prevaricação. Para o réu, que ocupa o cargo de secretário-adjunto de Governo e Gestão Estratégica, a cassação de Bernal foi um caminho natural diante das manchetes dos jornais sobre uma Campo Grande abandonada.

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Tiro pela culatra: após STJ, juiz dispensa depoimento e mantém André como réu na Coffee Break

Richelieu de Carlo
Ex-governador fica livre de interrogatório, mas continua como réu pelo suposto golpe para cassar o mandato de Alcides Bernal (Foto: Arquivo/Giuliano Lopes/ALMS)

Após suspender e determinar o desmembramento do processo contra André Puccinelli (MDB) na Coffee Break, o juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, voltou atrás e decidiu manter o ex-governador do Estado como réu no mesmo processo que os demais acusados de tramar a cassação do prefeito Alcides Bernal (Progressistas) em troca de interesses particulares, e dispensou Puccinelli de prestar depoimento nos autos.

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Pasmo com enxurrada de ações contra senador, Lós quer liberar R$ 101 mi e bloquear só fazenda

Desembargador João Maria Lós em vídeo divulgado em 2020, quando presidia o Tribunal Regional Eleitoral.

A 1ª Câmara Cível do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo hoje para desbloquear R$ 101,5 milhões do senador Nelsinho Trad (PSD), da Financial Construtora e do ex-secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Marcos Cristaldo. No mês de março, o relator Geraldo de Almeida Santiago havia proferido voto para que o bloqueio fosse reduzido, excluindo multa civil de R$ 50,7 milhões.

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TJ julga hoje bloqueio milionário de Nelsinho e juiz barra “atalho” na sentença do lixo

Licitação bilionária do lixo deixou dois processos de herança para Nelsinho Trad. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Às voltas com os processos sobre a bilionária licitação do lixo, Nelsinho Trad (ex-prefeito de Campo Grande e atual senador) teve negado pedido para rever pontos da decisão que o condenou a pagar R$ 94 milhões aos cofres públicos. Já nesta terça-feira (dia 18) prossegue julgamento no TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) de recurso que tenta derrubar bloqueio de R$ 101 milhões de suposta propina pelo contrato com a empresa CG Solurb.

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Mistério do Erêguaçu: localização de aterro que “desequilibrou” licitação segue incerta

CG Solurb informa que indicou quatro alternativas de localização do novo aterro. (Foto: Arquivo)

Há quase dez anos, só há uma certeza sobre novo aterro sanitário de Campo Grande: o nome é Erêguaçu. No mais, a localização permanece incerta desde 2012, enquanto a exigência de que os concorrentes apresentassem terrenos para disputar a licitação bilionária do lixo foi apontada pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) como mais uma ferramenta para que a vitória fosse da CG Solurb.

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Relator some de sessões da Corte Especial e denúncia contra Reinaldo empaca no STJ

Governador tomou vacina contra covid-19: com 57 anos, Reinaldo alegou ter pressão alta (Foto: Divulgação)

Ausência do ministro Felix Fischer, relator da Ação Penal 980, adiou, pela 3ª vez, a análise da petição do Ministério Público Federal contra o desmembramento da denúncia contra Reinaldo Azambuja (PSDB) na Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça. Em decorrência dos adiamentos, o processo contra o governador de Mato Grosso do Sul empacou na corte.

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Marun troca emprego dos sonhos por “salário simbólico” na Assembleia para lutar por ponte

Marun vai assessor Paulo Corrêa: de ministro a assessor do legislativo (Foto: Arquivo)

O ex-ministro Carlos Marun (MDB) não vai ficar sem receber salário dos cofres públicos com a saída do Conselho de Administração da Itaipu. Antes mesmo de deixar o emprego dos sonhos, com salário de R$ 27 mil para participar de uma reunião a cada dois meses, o ex-deputado federal conseguiu ser nomeado para trabalhar como assessor na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul com “salário simbólico” de R$ 3.190,98.

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Justiça condena a mesmo regime sonegador de R$ 21 milhões e viciado que invadiu IFMS

Duas sentenças da 3ª Vara Federal: empresário é condenado a quase três anos no aberto pro sonegar R$ 21,5 milhões, enquanto usuário de crack é punido com seis meses por invadir prédio do IFMS (Foto: Arquivo)

Duas sentenças da Justiça Federal de Mato Grosso do Sul, publicadas nesta segunda-feira (3), servem de exemplo de reflexão sobre o sistema judicial brasileiro. Um empresário foi condenado a dois anos, 10 meses e 20 dias em regime aberto por sonegar R$ 21,558 milhões por meio de uma empresa em nome de laranjas. Já um viciado em drogas foi condenado a seis meses em regime aberto por invadir o prédio do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul).

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