Autor: Edivaldo Bitencourt

Fundado há 37 anos, atolado em denúncias de corrupção, sem dinheiro e sem ocupar nenhum cargo executivo, o PT ainda encontra fôlego para mobilizar a militância em Mato Grosso do Sul. Com o fundo partidário bloqueado pela segunda vez a partir deste mês, a legenda vai dar sinal de vida no domingo, quando aproximadamente 10 mil dos 40 mil filiados devem ir às urnas para escolher os novos dirigentes em 60 municípios e os 250 delegados para o encontro regional de maio.

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Há 28 anos, a prefeitura criou o Loteamento Municipal Vila Nova Esperança, mas nunca os 280 lotes foram regularizados. Criado para ser modelo urbanístico e imobiliário, o local ganhou fama como favela e se transformou em dor de cabeça para os moradores, apesar de contar com boa infraestrutura, como ruas, energia elétrica, rede de esgoto, telefone e até posto de saúde. Apesar de estar situado a cinco quilômetros do Centro da Capital, a favela nunca foi regularizada. Moradores nunca conseguiram obter financiamento bancário para reforma ou construção de imóveis, porque os lotes não eram registrados em cartório.

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O oficial de Justiça Mauro Lino Alves Pereira, que era o espião do ex-prefeito Gilmar Olarte, recebeu R$ 21,2 mil de salário no mês de dezembro do ano passado. Ele foi afastado na terça-feira (4) da função no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul por determinação do juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos.

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A Santa Casa de Campo Grande é uma instituição privada, gerida por filantropos, mas só funciona porque 80% da receita é bancada pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Outro detalhe, apesar do atendimento aos pacientes estar precário por causa do déficit, o hospital ainda é mina de dinheiro para os administradores. Reportagem do Correio do Estado de hoje desnuda um pouco dos interesses envolvidos no controle da instituição, criada há 93 anos para ajudar aos pobres a partir da doação dos mais ricos.

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A partir desta quarta-feira, os policiais, bombeiros e agentes penitenciários perderam o último instrumento de pressão por melhores salários no Brasil. Com base no relatório do ministro Alexandre de Moraes, indicado no mês passado pelo presidente Michel Temer, o Supremo Tribunal Federal decidiu que os integrantes das forças de segurança não podem realizar greve, em hipótese alguma.

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Apesar da praticar ser considerada ilegal pela maioria dos juristas, a “carona” em licitação se transformou em modelo da administração do prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD). Depois dos uniformes, ele decidiu dispensar licitação e escolheu uma empresa do interior do Pará para comprar os conjuntos escolares. O gasto será de R$ 2,3 milhões.

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Eliminado com 55,92% dos votos no 10º paredão do Big Brother Brasil, o advogado Ilmar Renato, o Mamão, furou o “controle” da TV Globo, que evita temas políticos no programa, e fez sucesso nas redes sociais com o recado de militante. Após cumprimentar os familiares e amigos, o sul-mato-grossense lacrou com a frase: “tive mais voto que o Aécio”. A referência ao senador Aécio Neves (PSDB), que obteve 51 milhões nas eleições de 2014 e não se conformou com o resultado, levou os internautas a loucura.

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A Secretaria Municipal de Saúde vai pagar uma “consulta”para que os médicos pediatras troquem o atendimento vespertino nos consultórios pelos postos da rede pública. A proposta tem a finalidade de acabar com o drama dos pais, que não conseguem atendimento médico de urgência para os filhos doentes nos centros regionais de saúde e nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento Médico).

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Há quatro anos, o MPF (Ministério Público Federal) tenta reaver na Justiça a fortuna desviada por uma organização criminosa do Hospital do Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande. Conclusão da Operação “Sangue Frio” apontou que foram desviados R$ 27 milhões da instituição, dinheiro suficiente para concluir  a obra de ampliação da unidade, orçada em R$ 28 milhões.

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O tempo de validade da vacina contra a febre amarela causou polêmica com o registro de surto da doença na região Sudeste do Brasil. Com a população apavorada e lotando os postos de saúde, a OMS (Organização Mundial de Saúde) orientou que a imunização pode ser feita apenas uma vez na vida. Ou seja, uma dose passa a ter a validade ampliada de 10 anos para a eternidade.

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