Autor: Edivaldo Bitencourt

Sem dinheiro para garantir atendimento de qualidade na saúde, o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Rosa Pedrossian já pagou R$ 90,5 mil em salários ao secretário municipal de Saúde de Campo Grande, Marcelo Luiz Brandão Vilela. Ele está recebendo sem trabalhar porque o processo de cedência esbarrou na burocracia e não foi concluído quase cinco meses depois de iniciado.

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O “cabide de empregos” de parentes montado na Secretaria Estadual de Educação não tem limites. Candidato a vereador da Capital não venceu nas urnas, mas garantiu emprego para a esposa e o cunhado. Outro caso é de um casal de gêmeos, com ela na coordenação da pasta e ele no Pronatec, criado para qualificar jovens, mas vem se transformando para abrigar consanguíneo.

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O procurador geral da República, Rodrigo Janot, ainda não solicitou a abertura de inquérito contra o ex-governador André Puccinelli (PMDB), pela suposta cobrança de propina de R$ 2,340 milhões à Odebrecht em 2010. Apesar de ser citado por dois delatores na Operação Lava Jato, o peemedebista pode sair ileso do caso e ainda se reabilitar politicamente para disputar o Governo em 2018.

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O vereador é o político mais próximo do povo na escala dos políticos, mas continua ignorando a realidade dos campo-grandenses, que sofrem os efeitos nefastos da crise econômica e da falta de investimentos nas necessidades básicas. A farra com o dinheiro público pode se notada nos despachos do presidente da Câmara Municipal, João Rocha (PSDB), que vai pagar R$ 120 mil a um escritório de advocacia, apesar da Casa ter nove procuradores jurídicos. O gasto com supérfluo inclui comprar jornal semanário a preço de diário e pagar R$ 7,5 mil em miniaturas do Papa João Paulo II.

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Ferrenha e metódica na cobrança dos tributos, a Receita Federal do Brasil é mais relapsa na emissão do Cadastro de Pessoa Física. Em nota sobre a polêmica envolvendo o empresário campo-grandense M.A. de O.S., 29 anos, que foi dado como “morto” e teve o novo CPF usado em transação bilionária na Venezuela e na compra milionária de fazenda na Bahia, o órgão diz que o próprio contribuinte pode informar sua “morte”.

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O secretário municipal de Saúde de Campo Grande, Marcelo Luiz Brandão Vilela, acumulou três salários no mês de março, que lhe renderam R$ 51.400,77. Além de receber 151,8% acima do teto, ele recebeu R$ 22,6 mil sem trabalhar no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. O valor pago a ele como “fantasma” é nove vezes maior que o salário base do médico na rede municipal de saúde na Capital.

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Saiu pela culatra a estratégia do prefeito de Anastácio, Nildo Alves de Albres (PSDB) de cancelar a tradicional Festa da Farinha, após o juiz Luciano Pedro Beladelli, determinar a não utilização de dinheiro público por causa da crise financeira do município. O evento não só aconteceu, como ficou muito melhor, resgatando o seu objetivo principal, valorizar a cultura nordestina.

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