Autor: Edivaldo Bitencourt

Presente em todas as delações, o ex-senador Delcídio do Amaral não poderia ficar fora da bombástica feita pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, os donos da JBS. Conforme o depoimento do executivo Ricado Saud, ele recebeu R$ 500 mil por mês. No entanto, ao contrário do cidadão comum, que ganha R$ 937 de salário por mês, o ele classificava essa super mesada de “mensalinho”.

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O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o antecessor, André Puccineli (PMDB), vão ser julgados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) pelo suposta cobrança de R$ 150 milhões em propina entre 2007 e 2016. A determinação é do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que homologou as delações dos irmãos Wesley e Joesley Mendonça Batista, donos da JBS.

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A Justiça Federal determinou a abertura de conta na Caixa Econômica Federa para retirar R$ 1 milhão das contas bloqueadas e quitar a fiança do ex-governador André Puccinelli (PMDB). Além disso, o juiz substituto da 3ª Vara Federal, Fábio Luparelli Magajewski, responsável pela Operação Lama Asfáltica, determinou a adoção de medidas para evitar eventual viagem para países onde não é necessária a apresentação do passaporte.

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Justiça Federal em Mato Grosso do Sul vai julgar o ex-senador Delcídio do Amaral pelo suposto pagamento de US$ 1 milhão por meio de offshore na Suiça para pagar o marqueteiro João Santana. Este é o famoso caso em que o ex-petista contratou o publicitário durante uma reunião na sauna, com os dois nus, para evitar gravações.

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André Puccinelli (PMDB) recorreu a um dos criminalistas mais caros do País para conseguir o habeas corpus e se livrar da maldita tornozeleira eletrônica. Apesar de estar com os bens bloqueados e não contar com R$ 1 milhão para pagar fiança, o ex-governador contratou Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, conhecido como o advogado das causas impossíveis.

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