Os petistas acusaram o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), de São Paulo, de “covarde” por pedir licença de quatro meses do mandato para ficar morando nos Estados Unidos. Superintendente regional do Patrimônio da União, o advogado Tiago Botelho afirmou que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mente quando fala que existe censura e ditadura no Brasil.
Em postagem nas redes sociais, Botelho destacou que os bolsonaristas podem fazer críticas e acusações. “Que ditadura é essa que dá entrevista, vai e volta dos Estados Unidos sem nenhum arranhão”, questionou o petista. “Ditadura real é tortura, censura e quebra a democracia, que vocês tanto defendem”, afirmou.
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“Se tem algo que a milícia bolsonarista sabe fazer é fugir”, destacou Botelho, que ainda acusou o filho de Bolsonaro de “covarde”. Ele ainda lembrou um antigo apelido do parlamentar, “bananinha”.
Na mesma linha, a deputada lembrou a polêmica frase de Eduardo, quando o pai ainda era presidente, de que bastava um soldado e um cabo para fechar o Supremo Tribunal Federal. Ele decidiu ficar nos Estados Unidos após o PT pedir a apreensão do seu passaporte e manteve a decisão, mesmo após o pedido ser negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
“Não bastava ‘um soldado e um cabo’ para fechar STF? Foi buscar outro Pendrive igual no Catar? Qual será o próximo da turma a pedir visto de turista?”, ironizou a petista.
O deputado estadual Zeca do PT também ironizou a fuga do deputado durante sessão da Assembleia Legislativa. Em paródia como filme “Ainda estou aqui”, protagonizado por Fernanda Torres, que ganhou o Oscar, ele afirmou: “teremos um novo sucesso de bilheteria, “Eu não estou mais aqui”,