A ministra Simone Tebet (MDB) e parlamentares da bancada federal de Mato Grosso do Sul classificaram como inaceitável o atentado contra o ex-presidente e atual candidato Donald Trump. O Republicano foi baleado na orelha direita durante um comício de campanha neste sábado (13), provocando pânico na multidão.
A senadora Tereza Cristina (PP) foi uma das primeiras a se manifestar logo após o atentado. Ela criticou o ataque “no país que é exemplo de democracia e liberdade” e demonstrou solidariedade a Trump. A deputada federal Camila Jara (PT) seguiu a mesma linha ao afirmar ser “inaceitável” a violência política que diz ser fruto “de um sistema que valoriza a violência”.
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A violência política é inaceitável sempre, em qualquer parte do mundo. Ainda mais no país que é exemplo de democracia e liberdade. Toda nossa solidariedade ao candidato Trump e que a justiça e a paz prevaleçam na campanha presidencial dos Estados Unidos.
— Tereza Cristina (@TerezaCrisMS) July 13, 2024
A violência política é inaceitável. Nós, defensores da democracia, sempre vamos recorrer ao diálogo não importa a situação. O que houve com Trump é fruto de um sistema que valoriza a violência, a política precisa ser feita com paz, respeito e empatia.
— Camila Jara (@camilajarams) July 14, 2024
Simone Tebet lamentou “mais esse episódio de violência contra um candidato no curso de sua campanha”. E o senador Nelsinho Trad (PSD) pediu diálogo e respeito.
Toda violência política macula a democracia e deve ser condenada duramente. Minha solidariedade ao ex-Presidente Trump. Que tristeza, mais esse episódio de violência contra um candidato no curso de sua campanha.
— Simone Tebet (@simonetebetbr) July 14, 2024
Repudio veementemente toda forma de violência. Precisamos de diálogo e respeito, não de agressões. A democracia se fortalece com debates construtivos e não com ataques. pic.twitter.com/UEHtypyoZP
— Senador Nelsinho Trad (@nelsinhotrad) July 13, 2024
O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) fugiu do ‘padrão’ do discurso dos colegas e optou por lembrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a medalha de “imorrível”. Na manhã deste domingo (14), Beto Pereira (PSDB) retomou o discurso conciliatório ao dizer que a “violência não deve ser uma ferramenta política” e defendeu o diálogo, o respeito às instituições democráticas e a paz.
Quando percebem que não vão vencer, eles usam métodos. Deus abençoe o presidente Trump e o proteja! pic.twitter.com/ngZkVXLJgC
— Rodolfo Nogueira (@rodolfoms) July 14, 2024
Repudio o atentado contra a vida do ex-presidente Donald Trump nos EUA. A violência não deve ser uma ferramenta política. Defendo o diálogo, o respeito às instituições democráticas e a paz.
— Beto Pereira (@betopereirams) July 14, 2024
Atirador morreu
Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, foi identificado como o atirador que tentou assassinar Donald Trump, afirmou o FBI na madrugada deste domingo (14). O ex-presidente dos Estados Unidos foi alvo de um atentado durante um comício na Pensilvânia, no sábado (13).
Crooks foi morto após atirar contra o ex-presidente. As autoridades afirmaram que coletaram amostras de DNA para identificá-lo. Ele morava em Bethel Park, um distrito que fica a cerca de 70 km do local do atentado, e estava registrado no sistema eleitoral do estado como republicano.
O atirador não tinha outros registros criminais na justiça norte-americana, segundo o jornal “The New York Times”. O FBI afirmou que a motivação do atentado contra o ex-presidente ainda é desconhecida.
“Fui atingido por uma bala que perfurou a parte superior da minha orelha direita”, disse Trump em sua plataforma social. “Houve muito sangramento.”
Os disparos ocorrem menos de quatro meses antes da eleição de 5 de novembro, quando Trump enfrentará uma revanche eleitoral com o presidente democrata Joe Biden.