O município enviou a proposta de compra das doses, que começariam a chegar à cidade em janeiro. De acordo com nota divulgada pela assessoria de imprensa da Prefeitura de Campo Grande, a encomenda prevê o fornecimento de 121.736 doses em janeiro, 104.345 em fevereiro e 121.736 em março.

Os insumos para a vacina (seringas e agulhas) ficam sob responsabilidade do município, mas as regras de aplicação serão definidas em conjunto com o instituto. Além do produto do Butantan, o prefeito Marquinhos Trad também espera o posicionamento do Ministério da Saúde para a inclusão da cidade no Plano Nacional de Imunizações. As primeiras doses estão destinadas a profissionais de saúde e idosos.

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Fiocruz marca para fevereiro início da entrega da vacina anti-covid

A previsão da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) foi informada pela presidente Nísia Trindade Lima em reunião na Câmara dos Deputados. A primeira entrega está programada para ocorrer entre os dias 8 e 12 de fevereiro, e corresponde a 1 milhão de doses. A partir de 22 de fevereiro, a fundação vai produzir 700 mil doses diárias do imunizante. A vacina será administrada pelo Programa Nacional de Imunização. O produto foi criado pela Universidade Oxford e licenciado à farmacêutica AstraZeneca.

Como quase uma morte por hora devido à covid-19, MS permanece em situação crítica

A doença já matou 2.130 pessoas, conforme o boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde). Já são 125.181 pessoas infectadas e 1.624 desses casos foram notificados nas últimas 24 horas anteriores à divulgação do boletim. A covid-19 é responsável pela atual internação de 663 pacientes, 370 em leitos de alta complexidade. Nesta quarta-feira, a taxa de ocupação das UTI’s do Estado está no limite, chegando a 94%.

Sem banheiro, comida e longe da família, motoristas se revoltam na Inglaterra

São milhares de motoristas que desejam atravessar a fronteira da França em direção aos demais países da Europa para o feriado de Natal e estão presos do lado britânico há três dias. O bloqueio foi decretado no fim de semana pelo governo francês com forma de evitar a propagação da nova cepa do Sars-CoV-2, que tem elevada taxa de transmissão e atingiu a Grã Bretanha. Apesar da liberação, a entrada na França foi condicionada à realização de um teste negativo de covid-19, que ficou a cargo do exército inglês. À espera do teste, motoristas permanecem em caminhões sem acesso a banheiros e comida.

Fazemos o boletim covid-19 porque:

Em dezembro de 2019, as autoridades de chinesas de informaram a OMS (Organização mundial de Saúde) sobre o surto de uma nova doença, que foi nomeada posteriormente de covid-19. Em 11 de março, a OMS anunciou que as infecções atingiam proporções epidêmicas. Os dados sobre casos e mortes são fornecidos pela Universidade Johns Hopkins, mas podem não representar a totalidade por conta da subnotificação registrada em muitos países, como o Brasil, que mudou a sistemática de divulgação dos indicadores relativos à covid-19.

Quer ajudar a fazer o boletim covid-19 do Jacaré? Mande sua dúvida que vamos responder

Há muitas dúvidas sobre a pandemia e vamos buscar respostas oficiais para os leitores de O Jacaré. Para participar basta mandar uma mensagem para o  e-mail: sandraluz.ojacare@gmail.com que vamos buscar os canais competentes para oferecer a resposta. As perguntas podem ser enviadas até a manhã de quinta-feira. Alertamos que não serão consideradas ofensas aos nossos colaboradores e jornalistas. Ameaças serão devidamente reportadas às autoridades.